Antes e depois do casamento

Para Descontrair a Sexta feira….

As diferenças entre o que acontece antes e depois do casamente são sutis, mas definitivas…

Antes: Duas por noite
Depois: Uma por mês

Antes: Você me deixa sem fôlego !
Depois: Você está me sufocando!!!!!!

Antes: Não pára!!
Depois: Nem vem!!

Antes: Estar a teu lado…
Depois: Vire pro seu lado!

Antes: Me pergunto que faria sem ele
Depois: Me pergunto o que faço com ele

Antes: Erótica
Depois: Neurótica

Antes: Ela adora como controlo a situação
Depois: Ela diz que sou um manipulador egoísta

Antes: Ontem transamos no sofá
Depois: Ontem dormi no sofá

Depoimento de um homem depilado

Estava eu assistindo TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas ‘partes’.
Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia:
Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer ‘outras coisas’ com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça.
Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam ‘outras coisas’.
Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu imaginando as ‘outras coisas’ não tive mais como negar.
Acabei concordando.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito.
Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações, que só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico.
Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de ‘dona da situação’ que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente.
Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango- assado e liberasse o aceso a zona do agrião.
Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!
O Sr. Pinto já estava todo ‘pimpão’ como quem diz: ‘sou o próximo da fila’!!
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as ‘outras coisas’ que viriam.
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viagem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo.
Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino.
Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUUUUUUUTA QUEEEEEE O PARIUUUUUUU quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado.
Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo.
Respondi prontamente:
Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei minhas bolas em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro.
Sentia o coração bater nos ovos.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça.
Passei alguns minutos só deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo.
Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo… Caguei.
Peguei meu gel pós-barba com camomila ‘que acalma a pele’, enchi as mãos e passei nos ovos.
Foi como se tivesse passado molho de pimenta.
Sentei no bidê na posição de ‘lava xereca’ e deixei o chuveirinho acalmar os ‘doutores’.
Peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round.
Olhei para meu pinto.
Ele tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia irmão gêmeo de meu umbigo.
Nesse momento minha esposa bateu na porta do banheiro e perguntou se eu estava passando bem.
Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual uma gralha.
Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer.
‘Pela espessura da pele do meu saco, aqui não nasce nem penugem, meus ovos vão ficar que nem os das codornas’, respondi..
Ela pediu para olhar como estavam.
Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada e se ficar rindo vai entrar na PORRADA!!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta).
Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar.
Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros.
Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados.
Tentei colocar a cueca, mas nada feito.
Procurei alguma cueca de veludo e nada.
Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado.
Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos.
E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resta dizer: certas coisas tem de ser feitas somente pelas mulheres.
Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.

Atenciosamente,

O Depilado

Tolerância Zero

Cena: Sujeito no escritório pede para a copeira:
– Me traga um café.
– Quer na xícara? Pergunta a copeira.
– Não, joga no chão e vem empurrando com o rodo!

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Cena: sujeito entrando em uma agropecuária.
– Tem veneno pra rato?
– Tem!, Vai levar? – Pergunta o balconista.
– Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!
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Cena: No caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
A pergunta: Vai levar em dinheiro???
– Não!!!!! Me dá em clips e borrachinhas!!!
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Cena: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
A pergunta: Mesa para dois?
– Não, mesa para quatro, duas são prá colocar os pés.
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Cena: o sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
– Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha
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Cena: Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
A pergunta: Sobe?
– Não, esse elevador anda de lado.
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Cena: Sujeito fumando um cigarro.
A pergunta: Ora, ora! Mas você fuma?
– Não eu gosto de bronzear os pulmões também.
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Cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
A pergunta: Você pescou todos?
– Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.
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Cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado.
A pergunta: Aqui dá peixe?
– Não, aqui dá tatu, quati, camundongo, … Peixe costuma dar lá no mato…
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Cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
A pergunta: É um incêndio?
– Não, é uma pegadinha do Faustão!!!!!!
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Cena: Sujeito no caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?
– Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde vai dar……

Desejo-te o suficiente

“Há pouco tempo,  no aeroporto estava uma mãe e filha despedindo-se. Anunciaram a partida, elas abraçaram-se e disse a mãe: Eu amo-te filha. Desejo-te o suficiente.

A filha respondeu: Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo o que sempre precisei. Eu também lhe desejo o suficiente.

Elas beijaram-se e a filha partiu. A mãe passou por mim e encostou-se na parede. Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.

Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela dirigiu-se a mim, e perguntou: Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?

Já, respondi. Minha senhora, desculpe-me pela pergunta, mas por que é que foi um adeus para sempre?

Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.

Quando se estavam a despedir, ouvi-a dizer “Desejo-te o suficiente”. Posso saber o que é que isso significa?

Ela começou a sorrir. É um desejo que tem sido passado de geração em geração na minha família. Meus pais costumavam dizer isso para toda a gente.

Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse a tentar lembrar-se dos detalhes e sorriu mais ainda.

Quando dizemos “Desejo-te o suficiente”, estámos a desejar uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas. Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:

Desejo-lhe sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.

Desejo-lhe chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.

Desejo-lhe felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.

Desejo-lhe dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.

Desejo-lhe que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.

Desejo-lhe perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.

Desejo-lhe “olás” em número suficiente para que chegue ao adeus final.

Ela começou então a soluçar e afastou-se.
Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas uma vida inteira para esquecê-la.”