Como Esperar a Vitória de Deus

vitória-400x250Muitos dos problemas do dia a dia somos capazes de resolver, através de nossos recursos, usando da nossa inteligência, de contatos com amigos, familiares, aliados a otimismo e esforço.

Porém, há situações de extrema dificuldade que nós não podemos resolver. Aquele obstáculo que vem causando, há tempo, angústia e sofrimento, o qual pensamos não ter saída, por mais que tudo que possa ser ou já foi feito. Pode ser uma doença, uma dívida impagável, o casamento em dificuldade, desemprego etc.

Nessas horas de grande tribulação/aflição só existe uma saída: Deus. Ele nunca nos deixa sem resposta. Às vezes Deus trabalha em silêncio a nosso favor.

Deus pode agir de diversas maneiras. Pode operar de forma rápida atendendo a nossa oração, súplica ou então de maneira mais demorada.

Neste último caso, Deus nos deixa passar pelas intempéries do deserto (debaixo da sua proteção e sustento) para nos tornarmos mais forte. É na dificuldade que temos os maiores aprendizados e incríveis experiências com Ele.

Na verdade, Deus nunca nos abandona. Se estiver demorando um pouco o seu milagre acontecer, é porque Deus aguarda o momento certo. Espere mais, ore mais, busque mais.

A vitória com certeza vai chegar.

No auge do tormento, fazer uma besteira passa muitas das vezes pela cabeça. Não devemos entrar em desespero.

É no nosso limite, quando achamos que tudo está perdido, reconhecemos nossas fraquezas e colocamos nossa soberba de lado, nos prostrando humildemente debaixo da soberania de Deus, é que Ele proporciona o livramento e derrama de grandes bênçãos. Tudo o que era fardo passa a ser felicidade, alívio e paz. Basta crer e acreditar!

Dia Nacional da Família

Paiva Netto

 paiva-netto_foto-oficialEm 8 de dezembro comemoramos no Brasil o Dia Nacional da Família. Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no artigo 16o, podemos ler: “A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado”.

Em nossos pensamentos diários, observemos sempre se estamos dando o justo valor à Família. Um país melhor, mais feliz e, por consequência, uma Humanidade equilibrada dependem dos núcleos familiares bem constituídos, devidamente prestigiados por seus integrantes e pela comunidade. A importância da família transcende a compreensão mais comum. Nela, a vida humana encontra o seu refúgio, a exemplo da criança especial, que tem o seu dia celebrado em 9 de dezembro.

 APOSTEMOS NAS FAMÍLIAS

O ilustre Espírito dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), que foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro no tempo do Império, numa mensagem por intermédio do sensitivo Chico Periotto, deu ênfase ao nosso tema de hoje. Peço-lhes a atenção para suas palavras:

“A existência na Terra é de luta — não há outra denominação melhor —, mas a tranquilidade de Alma existe quando vemos que as Forças Benditas envolvem a família e os casais, elevando-os a patamares de compreensão, buscando as sementes que germinaram os frutos da semeadura, por intermédio dos filhos.

“Apostemos na ideia das famílias unidas pelo Cristo de Deus. Apostemos nisso. Que a palavra da Boa Vontade de Deus possa fazer o trabalho preponderante do Bem e ser ouvida e seguida na Terra. (…)

“Falamos sobre a importância da egrégora familiar, assunto recorrente e sempre de necessária abordagem, porque necessitamos oferecer condições de segurança, principalmente às mulheres (na Humanidade), às mulheres esposas e às crianças, com a parede, com a muralha dos bons sentimentos e das boas ações, fazendo descer sobre elas a cachoeira espiritual de bons fluidos que vem do Etéreo.

“Muitos casais e muitas famílias se desfazem porque não se preocupam com o diálogo salutar, com a compreensão mútua, enfim, com a presença do símbolo da unidade familiar, cujos arroubos sempre causam transtornos perigosos, problemáticos e danos irreparáveis aos que postulam a sedimentação da família no planeta Terra.

“Constituímos nossas vidas, também no Etéreo, pelo espírito de família que trazemos dos laços aflorados e traduzidos em harmonia e união advindos da matéria. Somos mais felizes no Espaço quando encontramos o nosso verdadeiro Amor na Terra.

“Se Jesus aproximou, uniu e fez com que frutificasse o Amor por intermédio dos filhos, dos felizes filhos que desabrocham, temos que trabalhar para suprir as deficiências do cotidiano, da convivência, do livre-arbítrio e de raciocínios que, às vezes, fogem do verdadeiro prumo necessário ao desenvolvimento da família. (…)

“Saibam que, na Pátria da Verdade, não nos descuidamos das lutas em que todos estão envolvidos no mundo. Mas queremos ainda maior afinação dos seres terrestres com seus Anjos da Guarda. Não deixem vícios humanos atingir seus Espíritos nem suas famílias, principalmente esses vícios que são fartamente divulgados nas mídias. Desde um simples cigarro, aparentemente inofensivo, às drogas, às bebidas. Blindem, blindem suas Almas. O corpo, o vaso físico que todos recebem na encarnação presente, é instrumento de Deus emprestado, inclusive os órgãos genitais, pois procriam, interagem a energia do homem com a da mulher para a evolução, a continuidade na Terra”.

Dr. Bezerra — muito conhecido também como “Médico dos Pobres” — continua vivo no Céu, no Mundo Espiritual, como Espírito, Anjo da Guarda, Nume Tutelar, enfim, há vários nomes que definem a mesma condição de prosseguir existindo. O princípio de tolerância, que deve reger a convivência em sociedade, nos inspira este raciocínio: ainda que nem todos acreditem na possibilidade da vida eterna ou que exista diálogo entre Céu e Terra, hão de levar em consideração o conteúdo da mensagem. É um texto sensato e que merece reflexão. A segurança material e espiritual de nossas famílias significa a boa guarda de nós mesmos.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

10 Homens e 1 Mulher

Dez Homens e Uma MulherOnze pessoas estavam penduradas em uma corda num helicóptero. 

Eram dez homens e uma mulher. Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda. 

Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que: 
“se soltaria da corda, pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira do mundo, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas…” 

Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas… 

E caíram da corda… 

Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher…

As Duas Cachorras

skan_0016Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
– Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
– Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
– Obrigada, minha amiga – agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
– Agora que seus flhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
– Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
– Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
– Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
– Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.


MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.

 

LBV torna Natal mais feliz, às famílias.

??????????????????????????????? ??????????????????????????????? ??????????????????????????????? ??????????????????????????????? ??????????????????????????????? Gerente LBV Sergio Serrano entrega cestas

Na manhã de quarta-feira, 22, centenas de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social foram beneficiadas com a cesta de alimentos não perecíveis arrecadados por meio da campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!.

A iniciativa arrecadou em todo o país mais de 900 toneladas de alimentos não perecíveis, que estão sendo entregues, em cestas, a mais de 50 mil famílias atendidas pelos programas socioeducacionais da LBV e as apoiadas por organizações parceiras da Instituição.

Os meninos e meninas atendidos pelo programa LBV — Criança: Futuro no Presente! que compõem o Coral Infantil brindaram os presentes, amigos da Instituição, com belíssimas músicas natalinas e apresentação de flauta.

A Legião da Boa Vontade entregou também neste mês presentes para as crianças que participam ativamente das oficinas na Instituição através do programa: Criança Futuro no Presente, que atende diariamente crianças e adolescentes entre 06 a 15 anos. E o programa: Capacitação e Inclusão Produtiva, atendendo a pessoas acima de 14 anos, com cursos de informática básica e avançada.

“As famílias beneficiadas participam ao longo do ano dos programas sociais da Instituição e recebem a cesta como um presente de Natal, com o objetivo de proporcionar um Natal mais feliz, digno e sem fome”. Afirma Sérgio Serrano – Gerente da LBV.

O evento contou com a presença dos usuários atendidos pela Instituição, além da Srª Cidinha Ataide, representante da Secretaria de Desenvolvimento Social, Srº Carlos Leite, vereador, Srº Luis Fernando Alves, representante do Rotary Club Art Nossa, representantes do CRAS Zona Norte II.

Em Sorocaba, SP, o Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua Atanásio Soares, 3633 — Jardim São Guilherme. Para outras informações, ligue: (15) 3302-4034.

 

Namore uma mulher que sorria

Renata LombardiNamore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que são nas coisas mais simples da vida que estão os momentos mais importantes. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a não pensar demais, a jogar fora o guarda-chuva, a acabar com a timidez, a conversar mais do que permitido, a tomar banho no rio.

Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a rir de todas as coisas esquisitas da vida e, principalmente, a não ligar para o que os outros pensam. Namore uma mulher que sorria, mesmo sem fazer nenhum som, de uma forma totalmente louca. Você vai ter vontade de abraçá-la. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que ser sério não tá com nada – a seriedade é duvidosa, a alegria é interrogativa.

Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que paixão e satisfação caminham de mãos dadas. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a ser imprudente, porque, se andar sempre em linha reta, não terá historias para contar. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a chorar nos filmes bobos e a dormir nos filmes chatos. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que ninguém deve julgar seus defeitos.

Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar, por mais que você esteja sofrendo, que um sorriso sempre alivia um pouco. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que, às vezes, é preciso chorar, porque se você procurar felicidade eterna, não encontrará. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que amor não precisa de papel assinado. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a não arrumar a casa na segunda-feira, a não sofrer com o fim do domingo.

Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que, às vezes, começar de novo é exatamente o que uma pessoa precisa. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que as mulheres não são frágeis. Elas só querem alguém para sorrir junto.

Meus orgulhos Formandos Dezembro 2013

Força de vontade, vontade de vencer na vida… Essa é a vitória dos meus guerreiros. Meus orgulhos a qual entre esforços conseguiram conquistar mais um certificado, não estou falando de um simples papel e sim de um troféu de merecimento.

Parabéns a todos. 

DSC07973Profª Renata Lombardi

Formando Cidadãos conscientes

menino-homem-300x270O garoto de não mais de cinco anos entrava na igreja, puxado pela mãe. Percebia-se que ele estava contrariado. E demonstrando a razão da sua contrariedade, o ouvimos perguntar: 

Se Deus me aceita como eu sou, então, me diga: por que eu precisei tomar banho para vir à igreja? 

Pode-se levar a indagação à conta dessas coisas de criança. Ou podemos realizar uma profunda reflexão, a respeito dos nossos métodos de educação que, diga-se, insistimos em afirmar não dão os resultados excelentes que desejamos. 

A criança pensa e faz perguntas inteligentes, coerentes. O que, de um modo geral, ocorre é que, sem argumentos na hora da indagação, respondemos de forma autoritária ou sem fundamento. 

Isso, naturalmente, vai levar nosso pequeno a concluir que não temos razão, ou que somos tolos. 

Quase sempre, quando a criança nos pergunta por que deve fazer alguma coisa, desejando nos vermos livres, de imediato, da questão, utilizamos a tradicional frase: Eu estou mandando. Ponto final. 

Isso não educa, nem estimula nossa criança a voltar a indagar, em outras situações. É possível que, no futuro, ela se torne uma pessoa que simplesmente aguarda e obedece ordens. 

Afinal, foi assim que a educamos na infância. 

Melhor seria, embora nos exija investir um certo tempo, sempre explicar os porquês. 

Por que deve tomar banho, escovar os dentes? – É uma questão de higiene, de saúde. 

Por que deve guardar os brinquedos? – Para cooperar com a organização do lar, para não ter a desagradável possibilidade de alguém pisar em um deles e quebrá-lo, ou se machucar. 

Por que deve dormir cedo? – Porque ele deve também se levantar cedo para ir para a creche, para a escola. 

Mas, convenhamos, para isso, é preciso que, ao exigirmos ou pedirmos que algo seja feito, tenhamos a consciência do porquê assim procedemos. 

Necessitamos de decisões conscientes, não mecânicas. Nem disposições como: Eu fui criado assim e tem que ser assim, o que não é resposta aceitável. 

Se fui criado assim e deu certo para mim, então a indagação deve ser: por que deu certo? 

Porque era a forma acertada de orientar, de disciplinar ou porque eu simplesmente me resignei, aceitei, sem maiores questionamentos? 

Pensemos nisso e invistamos na educação dos nossos filhos, se os desejamos cidadãos conscientes, ativos. 

Assim, eles irão à escola e não serão joguetes de ninguém. 

Conquistarão seu espaço, estabelecerão os seus limites e exigirão o respeito dos demais. Porque isso eles aprenderam no lar. 

Saberão perguntar, questionar, indagar, conscientes de que é o seu direito serem informados do porquê as coisas devam ocorrer dessa ou daquela maneira. 

E saberão respeitar normas, diretrizes, disciplinados que os educamos. 

Pensemos nisso e iniciemos o investimento de luz nesse patrimônio excelente que são as jóias celestes que o Pai nos confiou, para guarda, crescimento e progresso.

Vencendo o medo

RenataO casal se preparou para ter aquele filho durante os longos meses da gestação. Era o primeiro filho e os jovens desejavam que tudo desse certo. 

Juntos participaram de todas as aulas de treinamento para o parto e de cuidados com o bebê. Prepararam o enxoval e esperaram. 

Mas, o trabalho de parto foi difícil, e, depois de algumas horas, os obstetras ofereceram a opção da cesariana. A jovem gestante, contudo, estava apavorada e não aceitou. 

Algumas horas mais e outro médico foi chamado. Apesar do cansaço, da dor e dos apelos do marido, a esposa ainda não aceitou a cirurgia. 

Desesperado, o rapaz telefonou para a sogra, que morava em outra cidade e pediu a ela que falasse com a filha. Enquanto o telefonema se desenrolava, ele foi até a sala de espera para falar com seu pai. 

O pai de Michael era um homem da terra, habituado à lavoura. Estava ali sentado, aguardando a chegada do filho do seu filho. 

Pensativo, ouviu o que o filho lhe explicava. Por fim, disse algumas palavras e abraçou o rapaz, que relaxou um pouco. 

Retornando para a sala de parto, Michael soube que a esposa concordara com a cirurgia. 

Enquanto a sala de cirurgia foi sendo preparada, a futura mãezinha ficou deitada, exausta, os olhos cheios de lágrimas, aguardando. 

Então, antes de ser levada à sala cirúrgica, recobrou o ânimo e fez um vigoroso esforço. A criança nasceu. Era um menino. 

O fato surpreendeu aos médicos que estavam assistindo a parturiente, que passaram a declinar várias hipóteses para o fato. Mas o esposo disse que aquilo tudo tinha a ver com seu pai. 

E explicou. Quando contou ao velho pai o que estava acontecendo, na sala de parto, ele comentou que o medo dos pais estava perturbando o pequenino ser. Ele também ficou com medo. 

Assim, o avô, ali mesmo na sala de espera, começou a falar mentalmente com o netinho. 

Falou das suas lembranças. Falou da beleza da terra, do nascer do sol, do entardecer, da nova colheita e da riqueza das safras. 

Disse ao neto que aguardava ansioso pelo momento em que eles pudessem caminhar juntos sobre a terra. 

Falou da bondade da vida, da amizade, do riso e do trabalho bem feito. 

Finalmente, falou do seu amor pela família. Lembrou-se do seu próprio pai, no México, da esposa, ambos já no mundo espiritual. 

Falou com o bebê sobre cada um dos irmãos de Michael, os seus tios, do orgulho que deles sentia, das mulheres com que eles se casaram. 

Lembrou Natais de felicidade, aniversários em família, casamentos. Contou da alegria que sentiam pela felicidade uns dos outros. 

Falou e falou. 

Ofereceu ao bebê o seu coração. E o bebê nasceu. 

Nascer é tão delicado quanto morrer. Quem chega, precisa de carinho, atenção, a fim de se sentir protegido. 

Se você vive o momento da gestação, pai ou mãe, converse com o filho por nascer. 

Mostre-lhe imagens mentais da bondade do mundo. Compartilhe com ele seu amor pela vida. 

Diga o quanto o ama e espera. Fale da beleza das flores, dos sons musicais que enchem os ouvidos e sensibilizam a alma. 

Descreva a poesia das noites estreladas e da lua, de cara redonda e prateada. 

Acene com os dias futuros em que o levará a passear nas águas cantantes do riacho, onde poderá mergulhar os pés miúdos. 

Conte-lhe sobre o valor da vida. Afirme, por fim, que o ama de forma incondicional.

Riqueza e Pobreza

RenataAquela mãe era muito especial. Com dez filhos, ela conseguiu educar sua filha até à segunda série, sem que ela se desse conta da pobreza em que vivia. 

Afinal, a menina tinha tudo que precisava: nove irmãos e irmãs para brincar, livros para ler, uma boneca feita de retalhos e roupas limpas que ela habilmente remendava ou, às vezes, fazia. 

À noite, ela lavava e trançava o cabelo da filha para que ela fosse à escola no dia seguinte. Seus sapatos estavam sempre limpos e engraxados. 

A menina era feliz na escola. Adorava o cheiro de lápis novos e do papel grosso que a professora distribuía para os trabalhos. 

Até o dia em que, subindo os degraus da escola, encontrou duas meninas mais velhas. Uma segredou para a outra: “Olha, essa é a menina pobre.” E riram. 

Mary ficou transtornada. No caminho para casa, ficou imaginando por que as meninas a consideravam pobre. Então, olhou para seu vestido e, pela primeira vez, notou como era desbotado. Um vinco na bainha denunciava que tinha sido aproveitado. 

Olhou para os pesados sapatos de menino que estava usando e se sentiu envergonhada por serem tão feios. 

Quando chegou em casa, sentia pena de si própria. Também pela primeira vez descobriu que o tapete da cozinha era velho, que havia manchas de dedos na pintura meio descascada das portas. 

Tudo lhe pareceu feio e acanhado. Trancou-se em seu quarto até à hora do jantar perguntando-se por que sua mãe nunca lhe contara que eles eram pobres. 

Decidiu sair do quarto e enfrentar sua mãe. “Nós somos pobres?” Perguntou de repente. Ficou esperando que sua mãe negasse ou desse uma explicação satisfatória. 

“Pobres?” Repetiu a mulher, pousando a faca com que descascava batatas. “Não, não somos pobres. Olhe para tudo que temos.” 

Apontou para os filhos que brincavam na outra sala. 

Através dos olhos de sua mãe, a menina pôde ver o fogo da lareira que enchia a casa com seu calor, as cortinas coloridas e os tapetes de retalhos que enfeitavam a casa. 

Viu o prato cheio de biscoitos de aveia sobre a cômoda. Do lado de fora, o quintal que oferecia alegria e ventura para dez crianças. 

“Talvez algumas pessoas pensem que somos pobres em matéria de dinheiro, mas temos tanto…” 

E com um sorriso, a mulher se virou para preparar mais uma refeição para sua família. Em sua grandeza, ela nem se dava conta que, a cada noite, ela alimentava muito mais do que estômagos vazios. 

Ela alimentava o coração e a alma de cada um dos filhos. 

Riqueza e pobreza podem ser tidas como formas de se encarar o mundo. Para quem idealiza que recursos amoedados lhe poderão conceder tudo o que deseje em coisas materiais, riqueza será ter muito dinheiro à disposição.

Para quem pense na vida como uma extraordinária experiência, em que os sentimentos sejam prioridade, com certeza pensará que pobre é quem não tem a quem amar ou que o ame.

Recursos como saúde, família, afeto não se adquire senão com zelo, empenho e amor.

O Aluno agressivo e o Professor paciente

alunoHavia um aluno muito agressivo e inquieto naquela escola. 

Ele perturbava a classe e arrumava freqüentes confusões com os colegas. 

Era insolente e desacatava a todos. 

Repetia os mesmos erros com freqüência. 

Parecia incorrigível. 

Os professores não mais o suportavam. 

Cogitaram até mesmo de expulsá-lo do colégio. 

Antes disso, porém, entrou em cena um professor que resolveu investir naquele aluno. 

Todos achavam que era perda de tempo, afinal, o jovem era um caso perdido. 

Mesmo não tendo apoio de seus colegas, o professor começou a conversar com aquele jovem nos intervalos das aulas. 

No início era apenas um monólogo, só o professor falava. 

Aos poucos, ele começou a envolver o aluno com suas próprias histórias de vida e com suas brincadeiras. 

De modo gradativo, professor e aluno construíram uma ponte entre seus mundos. 

O professor descobriu que o pai do rapaz era alcoólatra e espancava o garoto e sua mãe. 

Compreendeu que o jovem, aparentemente insensível, já tinha chorado muito e, agora, suas lágrimas pareciam ter secado. 

Entendeu que sua agressividade era uma reação desesperada de quem pedia ajuda. 

Só que ninguém, até então, havia decifrado sua linguagem. 

Era mais fácil julgá-lo do que entendê-lo. 

O sofrimento da mãe e a violência do pai produziram zonas de conflito na memória do rapaz. 

Sua agressividade era um eco da violência que recebia. 

Ele não era réu, era vítima. 

Seu mundo emocional não tinha cores. 

Não lhe haviam dado o direito de brincar, de sorrir e de ver a vida com confiança. 

Agora estava perdendo também o direito de estudar, de ter a única chance de progredir. 

Estava para ser expulso do Colégio. 

Ao tomar consciência da real situação, o professor começou a conquistá-lo. 

O jovem sentiu-se querido, apoiado e valorizado, pela primeira vez na vida. 

O professor passou a educar-lhe as emoções. 

Ele percebeu, logo nos primeiros dias, que por trás de cada aluno arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. 

Em poucas semanas todos estavam espantados com a mudança ocorrida. 

O rapaz revoltado começou a demonstrar respeito pelos outros. 

Abandonou sua agressividade e passou a ser afetivo. 

Cresceu e tornou-se um aluno extraordinário. 

Tudo isso porque alguém não desistiu dele. 

Professores ou pais, todos queremos educar jovens dóceis e receptivos.

Queremos ver brotar diante de nossos olhos as sementes que semeamos.

No entanto, são os jovens que nos desapontam, que testam nossa qualidade de educadores.

São filhos complicados que testam a grandeza do amor dos pais.

São os alunos insuportáveis que testam a capacidade de humanismo dos mestres.

Pais brilhantes e professores fascinantes não desistem dos jovens, mesmo que eles causem frustração e não lhes dêem o retorno imediatamente esperado.

Paciência é o segredo.

A educação do afeto é a meta.

Os alunos que mais decepcionam hoje poderão ser aqueles que mais alegrias nos trarão no futuro.

Basta investir tempo e dedicação a eles.

Pense nisso.

Jardim em perigo

5219floresQuando você planta uma mudinha de flor, qual é a sua primeira preocupação? 

Um bom jardineiro dirá que a primeira providência deve ser tomada antes do plantio, no preparo do terreno, escolha do tempo certo, etc. 

Mas a nossa pergunta é para você, pessoa comum, que não tem habilidades de jardinagem. 

Talvez, mesmo sem ser um profissional da área, você conheça algumas providências básicas para que a mudinha cresça e dê flores. 

Uma delas é plantar em terra fértil. Outra é cuidar para que o sol não a queime, a água não a apodreça, as pragas não a comam, as ervas-daninhas não a sufoquem. 

Certamente você não colocaria sobre a sua plantinha, algum veneno que pudesse matá-la, não é mesmo? 

Pois bem, fazendo uma comparação com a mudinha de flor e uma criança, podemos seguir o mesmo raciocínio.

Se uma planta merece nosso cuidado, um filho merece muito mais. 

Mas, infelizmente, alguns pais, que não derramariam na planta produto que a destruísse, permitem que seu filho faça uso de um veneno que está cada vez mais popular entre crianças e adolescentes: o álcool. 

Alguns pais permitem, outros incentivam. 

Se você visse alguém derramando alguma substância nociva sobre a frágil plantinha, certamente diria: “isso é loucura!” 

No entanto, você vê um pai ou uma mãe dando bebida alcoólica à criança, e considera isso um fato normal. 

Estranho paradoxo, esse! 

Hoje os problemas decorrentes do uso de bebidas alcoólicas têm preocupado governantes e muitos têm envidado esforços para conter essa epidemia. 

Afinal, esse é um problema que ameaça os valores econômicos, políticos e culturais da sociedade. 

Acarretam gastos com tratamento médico, internação hospitalar; provocam o aumento dos índices de acidentes de trabalho, de trânsito, de violência urbana, mortes prematuras, entre outros. 

É realmente uma catástrofe de grandes proporções, pois os prejuízos não ficam somente no campo da economia. 

Os danos morais e espirituais são ainda maiores. 

As perturbações da personalidade do usuário, as lesões afetivas causadas nos familiares, os afetos destruídos, as esperanças despedaçadas, os sonhos ceifados, a infelicidade… 

E assim, esse imenso jardim que poderia ostentar flores belas e perfumadas, apresenta flores amareladas, sem perfume, sem viço, sem esperança, de breve aparição no solo terreno… 

Os perigos advindos dessa substância nociva chamada álcool, espreitam em cada esquina… 

Os malefícios desse veneno vão destruindo a criatura lentamente, qual parasita que lhe rouba as forças e lhe impõe cada vez mais necessidade de uso… 

A ação devastadora dessa praga cruel é lenta, mas decisiva… 

Você, que consegue perceber a gravidade do assunto, pense com carinho a respeito disso. 

Passe a observar quanto descuido paira sobre a infância desprotegida… 

Perceba quanta indiferença pesa sobre a juventude desorientada… 

E você, jardineira ou jardineiro a quem Deus enviou essas almas para fazê-las florir e dar bons frutos, certamente responderá, um dia, sobre a tarefa que lhe foi confiada. 

Pense nisso, e não perca nem mais um minuto, pois em um minuto a situação pode fugir totalmente do seu controle. 

Você sabia?

Você sabia que o uso e o abuso de bebidas alcoólicas está cada vez mais cedo na vida de crianças entre 9 e 12 anos de idade?

Justamente numa faixa etária em que o ser está em formação, tanto física quanto psicológica.

Por essas e outras razões é que precisamos, com urgência e determinação, salvar esse jardim em perigo.

Reclamar e Exemplificar

RenataNa vida cotidiana, são constantes as reclamações a respeito do proceder alheio. 

É comum se achar que o outro faz pior ou menos do que deveria. 

Empregados criticam os patrões. 

Empregadores acham que seus contratados não trabalham como deveriam. 

Esposas consideram que seus maridos não as auxiliam o suficiente nas tarefas do lar. 

Esposos se sentem incompreendidos quanto ao cansaço que decorre de seu trabalho. 

De um modo ou de outro, sempre se espera bastante do próximo. 

Ocorre que ninguém consegue modificar o semelhante à custa de meras exigências ou reclamações, por fundadas que pareçam. 

Já grande é o poder transformador do exemplo. 

Mais efetivo do que bradar contra os erros do mundo é viver com acerto. 

Se você ainda não pode ser considerado um padrão de conduta, lembre-se de que dispõe de pleno poder modificativo sobre si próprio. 

A qualquer momento, pode decidir ser compreensivo, trabalhador, generoso e puro. 

Por certo, o mundo desafiará tais decisões, tão logo sejam tomadas. 

Mas tudo tem um princípio e demora um tempo para se consolidar. 

Os maus hábitos de hoje foram construídos em algum momento da jornada milenar. 

Em algum instante, a criatura se permitiu o princípio de qualquer leviandade que hoje a infelicita. 

Vícios e virtudes são a tragédia ou o tesouro que se constrói com o tempo. 

Os vícios ensejam dores e candidatam seu possuidor a sacrificadas vivências de depuração. 

Já as virtudes trazem paz e plenitude. 

Para ser feliz, incumbe a cada qual desenvolver em si as virtudes mais sublimes, passo a passo. 

Cesse, pois, reclamações e pare de se angustiar com o proceder alheio. 

Perante o egoísmo que impera no mundo, seja quem auxilia e ampara. 

Em face de perversões, mantenha um padrão puro de conduta. 

Mesmo entre maledicentes, zele para que sua boca não seja causa de escândalo. 

Em um ambiente corrupto, seja rigorosamente honesto.

É maravilhoso que você esteja em condições de perceber e viver o bem, enquanto muitos ainda não o conseguem. 

Não menospreze essa dádiva, apenas com base no proceder equivocado dos outros. 

Na impossibilidade de modificar o semelhante, cresça em compreensão. 

E jamais olvide o poder dos exemplos. 

Sua conduta ilibada e desprendida, cedo ou tarde, causará impacto nos que o rodeiam. 

Revele a luz que existe em seu ser! 

O primeiro a beneficiar-se da luminosidade será você, que gozará da bênção de uma consciência pacificada. 

Pense nisso.

O lado bom

funeralConta o diretor de uma agência funerária que em sua profissão tinha visto enterros de todos os tipos, mas nenhum o havia comovido tanto quanto o do velho Hank, o homem mais desprezado da sua região. 

Um dia o prefeito comunicou-lhe que o velho Hank morrera, e pediu-lhe para que se encarregasse dos funerais. O enterro não seria muito concorrido, pois havia muita gente que teria satisfação em ver aquele velho sob sete palmos de terra. 

Hank vivera, durante muitos anos, numa cabana solitária, tendo por únicos companheiros cinco ou seis cães vadios. Cercara bem o seu terreno e não permitia a entrada de ninguém. Uma vez por semana, vinha à cidade comprar alimentos e embebedar-se, e além de tudo era brigão. 

Um por um, os habitantes foram se voltando contra o infeliz, que ficou conhecido como o homem que todos odiavam. 

O velho Hank não era religioso, mas de acordo com os costumes, o agente funerário pediu a um pastor que fizesse a cerimônia. 

“Não vai ser fácil para o senhor”, disse-lhe: “não há muito que dizer de bom sobre o velho Hank. 

Bastará que leia uma página das escrituras e nós o enterramos logo.” 

O sacerdote, alma generosa, respondeu-lhe dizendo nunca ter conhecido alguém que não tivesse um lado bom. 

No dia seguinte, o pastor e o diretor almoçaram juntos no restaurante local. Falaram com a proprietária sobre o velho. 

A senhora sabe de alguma coisa boa, a respeito dele? Perguntou o ministro. A mulher, embora surpreendida pela pergunta, respondeu logo com suavidade: “Agora já posso contar o segredo do velho Hank.” 

E, tirando uma caixa escondida sob o balcão, continuou: “Durante muito anos, o velho comeu aqui, quando fazia a sua visita semanal à cidade. Todas as vezes, deixava comigo algum dinheiro para que eu guardasse a fim de comprar presentes, no Natal, para as crianças pobres.” 

“Vejam, há quase 40 dólares. Ele sempre completava cinqüenta, no natal.” 

Naquela tarde o edifício da prefeitura estava cheio de curiosos. O sacerdote pediu para que os alunos da escola em frente fossem dispensados para assistir ao funeral. 

Quando as crianças chegaram, o pastor encaminhou-se para o caixão e iniciou o serviço fúnebre. Disse mais ou menos o seguinte: 

“Hank, aqui viemos para enterrar-te. Há muita gente, mas são bem poucos os que lamentam a tua morte. O caixão está nú, pois ninguém teve o gesto de colher nem mesmo algumas flores silvestres para enfeitá-lo”. 

“Mas, meu caro Hank, eu jamais enterrei alguém sem uma homenagem de flores e tu não serás o primeiro. Tu tens, afinal de contas, alguns amigos aqui presentes, embora eles nunca te tivessem conhecido”. 

Voltou-se para as crianças e perguntou quais as que haviam recebido, no Natal, presentes enviados por “um amigo desconhecido”. Um murmúrio de surpresa percorreu o auditório quando 21 crianças subiram para perto do caixão. 

Disse-lhes, então, o sacerdote, que o velho Hank era o “amigo desconhecido”. 

Pediu-lhes que se dessem as mãos e fizessem uma roda em volta do caixão. 

“Hank, prosseguiu ele, comovido, tu tens de fato alguns amigos aqui, mas eles não conheceram você a tempo de trazer-te flores.” 

“Em todo caso, formaram aqui uma grinalda das mais belas flores que crescem no jardim de Deus: as crianças, às quais tu proporcionaste momentos de felicidade.” 

Ninguém é essencialmente mau. Todos os filhos de Deus trazem em sua intimidade a centelha do Amor Divino e a farão brilhar um dia.

Estou pronto, agora

RenataO capitão de um navio que ia zarpar, dirigia-se apressado para o porto.

Estava muito frio. Diante da vitrine de um restaurante, ele viu um menino quase maltrapilho, de bracinhos cruzados e meio trêmulo.

Que está fazendo aí, meu pequeno? – disse-lhe o capitão.

Estou só olhando quanta coisa gostosa existe para se comer. Além do que, deve estar bem quentinho aí dentro.

Tenho bem pouco tempo antes da partida do navio.

Se você estivesse arrumadinho, eu o levaria a esse restaurante para que comesse algumas dessas coisas boas e saborosas. Mas, infelizmente, não está… – falou o capitão.

O garoto, faminto e com os olhos rasos d’agua, passou a mãozinha magra sobre os cabelos em desalinho e falou:
Estou pronto, agora!

Comovido, o capitão o levou para o restaurante, fazendo servir-lhe uma boa refeição. E enquanto o garoto comia, perguntou-lhe:

Diga-me uma coisa: onde está a sua mãe, meu pequeno?

Ela foi para o céu quando eu tinha apenas quatro anos de idade.

E você ficou só com seu pai? Onde ele está? Onde trabalha?

Nunca mais vi meu pai, desde que minha mãe morreu.

Mas, então, tornou a perguntar o capitão, quem toma conta de você?
Com um jeitinho resignado, o menino respondeu:

Quando minha mãe estava doente, ela disse que Deus tomaria conta de mim. Ela ainda me ensinou a pedir isto todos os dias a Ele.

O capitão ficou cheio de compaixão e acrescentou:
Se você estivesse limpo e arrumadinho eu o levaria para o navio e cuidaria de você com muita alegria.

O menino pôs-se de pé, rápido, alisou os cabelinhos sujos e mal cuidados e voltou a repetir a mesma expressão:

Capitão, estou pronto, agora.

Vendo-o assim quase suplicante, aquele capitão o levou para o navio, onde o apresentou aos marinheiros e imediatos, dizendo:

Ele será meu ajudante e será sempre chamado de Pronto, agora.

Ali o garoto recebeu tudo o que carecia e as coisas transcorriam, aparentemente bem, até que um dia ele amanheceu febril.

Foi medicado, mas a febre não cedia. Vendo-o piorar, o capitão aflito disse ao médico:
Procure salvá-lo, doutor. Não quero ficar sem ele.

O médico fez tudo o que pôde, mas em vão. Na tarde seguinte, o menino, chamando o capitão, lhe falou:

O senhor foi muito bom para mim. Eu o amo muito e gostei de estar aqui, mas agora vou ao encontro de minha mãe.

O senhor está pronto, agora, para aceitar que eu vá? Porque minha mãe está me dizendo que enquanto o senhor não estiver pronto, eu não me libertarei.

Com lágrimas nos olhos, o capitão, tomando as mãos do menino, disse:
Filho, estou pronto, agora!

O garoto cerrou os olhos, suspirou e seu Espírito abandonou o corpo enfermiço, indo ao encontro de sua mãe.

REFLETINDO…

Abre-te ao amor e ao bem, onde estejas e com quem te encontres.

 Aprende a entesourar bênçãos na dificuldade, como se colhesses lírios no pântano.

Cumpre os teus compromissos, mesmo aqueles que te pareçam mais aflitivos, com a alegria de quem se liberta.

Desta forma estarás sempre pronto para a vitória, as conquistas maiores e a felicidade que te aguarda.

PENSEMOS NISSO!!!

Faça Hoje, Não Amanhã

faca-hoje-nao-amanhaDiz o preguiçoso: “Amanhã farei.”
Exclama o fraco: “Amanhã terei forças.”
Assevera o delinqüente: “Amanhã regenero-me.”
É imperioso reconhecer, porém, que a criatura,
adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda,
a noção real do tempo. Quem não aproveita
a bênção do dia vive distante da glória do século.

A alma sem coragem de avançar cem passos
não caminhará vinte mil.
O lavrador que perde a hora de semear
não consegue prever as conseqüências da procrastinação
do serviço a que se devota, porque,
entre uma hora e outra,
podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida.
Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.
Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas
se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível.
A andorinha voa na direção do clima primaveril,
mas o corvo, de modo geral, se consagra,
em qualquer tempo, aos detritos do chão.
Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã,
à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga,
quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade,
porque o Amanhã será muito agradável
e benéfico somente para aquele que trabalha no bem,
que cresce no ideal superior
e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.

A Vida e a Viagem de Trem

viagem-trem1A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.

Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais.

Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!

Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.

Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.

O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza… mas me agarro na esperança que em algum momento
estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

As 4 Leis da Espiritualidade

7748Sacred1ª Lei: “A pessoa  que  vem  é  a  pessoa  certa”.

Significa que ninguém está em nossa vida por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor estão interagindo conosco.  Há sempre algo que nos faz aprender  e avançar em cada situação.

2ª Lei: “Aconteceu  a  única  coisa  que  poderia  ter  acontecido”.

Nada, nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe.  Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…, aconteceu que um outro…”.  O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos alguma lição e seguirmos em frente.  Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas. 

3ª Lei: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.

Tudo começa na hora certa: nem antes, nem depois.  Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é o momento em que as coisas acontecem.

4ª Lei: “Quando algo termina, acaba realmente”.

Simplesmente assim.  Se algo acabou em nossas vidas foi para a nossa evolução, por isso, é melhor seguirmos em frente e nos enriquecermos com cada experiência.

“Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor, lembre-se:  Se escolher o mundo ficará sem amor, mas se você escolher o amor, com ele conquistará o mundo”.

ALBERT  EINSTEIN

 

Doze conselhos para ter um infarto feliz !!!

arritmia cardiaca-560x515-1. Cuide de Seu Trabalho Antes de Tudo. Como Necessidades Pessoais e Familiares São secundarias. 

2.Trabalhe AOS sábados o dia Inteiro e, se Puder TAMBÉM AOS domingos. 

3. Se Puder NÃO Permanecer no Escritório A Noite, leve Trabalho Pará Casa e Trabalhe Até tarde. 

4.Ao invés de Dizer Não, diga sempre sim uma Tudo Que LHE solicitarem. 

5. Procuradoria Fazer parte de Todas como Comissões, Comitês, Diretorias, Conselhos e aceite de Todos os convites parágrafo Conferências, Seminários, Encontros, reuniões, simpósios etc. 

6.Não Sé de luxo Ao de um café da manhã OU Uma Refeição Tranquila. Pelo contrario, o NÃO perca ritmo e APROVEITE o Horário das refeições para fechar Negócios OU Fazer reuniões IMPORTANTES. 

7.Não perca ritmo Fazendo ginástica, nadando, pescando, Jogando bola OU Tênis. Afinal, tempo é Dinheiro. 

8. Nunca tire Férias , Você Não Precisa Disso. LEMBRE-SE que você é de ferro. (E ferro, enferruja !!. .rs) 

9. Centralize TODO O Trabalho em Você, Controle e examinar Tudo para Ver se nada ESTÁ Errado .. Delegar é pura bobagem; é tudo com Você Mesmo. 

10. Se Sentir Que ESTÁ perdendo o ritmo, o fôlego e Pintar Aquela dor de estomago, logotipo tome Estimulantes, Energéticos e anti-Ácidos. ELES VÃO te deixar tinindo. 

11. Se sentir Dificuldades em dormir NÃO perca ritmo: tome calmantes e sedativos de Todos os Tipos. Agem Rápido e São Baratos. 

12. E POR Ultimo, O Mais Importante: Não se Permita ter momentos de Oração, Meditação, Audição de Uma boa música e Reflexão Sobre SUA vida. Isto é parágrafo crédulos e tolos sensíveis. 

Repita Para Si: Eu perco Não ritmo com bobagens .. 
OS Ataques DE CORAÇÃO

Uma nota Importante Sobre os Ataques cardíacos ..
A Há Outros sintomas de Ataques cardíacos, Além da dor não Esquerdo Braço (Direito) A Há alvo, Como sintomas vulgares, Uma dor intensa no Queixo, Assim Como náuseas e suores Abundantes.

PODE-SE NÃO Sentir Nunca Uma Primeira dor no peito, ataque cardíaco Durante hum. 60% das Pessoas Que hum tiveram ataque cardíaco enquanto dormiam, Não se levantaram … Mas a dor não peito, PODE Acorda-lo dum sono profundo. 

Se ASSIM para, dissolva imediatamente Duas Aspirinas na boca e engula-as com hum bocadinho de Água. Emergência parágrafo Ligue (193 OU 190) e diga ” ataque cardíaco ” e Que Tomou 2 Aspirinas. Sente-se n’uma Cadeira OU sofá e força Uma tosse, sim FORCAR uma tosse pois ELA Fara o Coração Pegar sem tranco; Tussa de Dois Segundos Dois em, comeu Chegar o socorro .. NÃO SE DEITE !!!!