Escola de Fadas

fada2Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de fadas. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem fadas de verdade, as fadinhas passavam por um estágio. Durante um certo período, elas saíam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia apresentavam à fada-mestra, um relatório das boas ações praticadas.

Aconteceu então, um dia, que duas fadinhas estagiárias, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustradas por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, bruxas e dragões estavam todos de folga.

Enquanto voltavam tristes, as duas se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, uma delas dando um grito de alegria, disse para a outra:

-Tive uma ideia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam?

A outra respondeu:

-Você ficou maluca? A fada-mestra não vai gostar nada disto!

Mas a primeira retrucou:

-Que nada, acho que ela até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ela.

E assim fizeram. Tocaram suas varinhas invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passados adiante, eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes.

Um deles, após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada, disse:

-Por favor, meus pássaros, não comam toda a minha plantação. Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro meu sustento.

Naquele momento, ele viu. Espantado, a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos. Assustado, ele esfregou os olhos e pensou:

“DEVO ESTAR CANSADO” – E ACELEROU O PASSO.

Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro. Mais uma vez, esfregando a testa, ele disse:

-Você fugiu de novo, meu porquinho! Mas, a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você.

Mais uma vez, espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento.

Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse mentalmente:

“ESTOU MUITO CANSADO!”

Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir a porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça. Ele então tirou o chapéu, e esfregando a cabeça, disse:

-De novo, e o pior é que eu não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para minha mulher.

Naquele exato momento, aconteceu o milagre. Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente.

Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois, ele foi despertado pelos gritos do amigo que dizia desesperado:

-SOCORRO, COMPADRE! ME AJUDE! EU ESTOU PERDIDO!

Ainda atordoado, sem entender  muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente, imagens muito fortes de algo que não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos.

Ele se lembrava de que, poucos minutos antes, eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então, perguntando o que havia se passado, ele ouviu a seguinte estaria:

-Compadre, nós nos despedimos no caminho, e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei: “Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome!”. Naquele exato momento, eu vi a lavoura seca e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo.

Andei um pouco mais e cai depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez:” Você fugiu de novo? Por que  não morre logo e para de me dar trabalho?” ,Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente…

Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa, e ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente: “Esta casa… Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isso?”… Para surpresa minha, compadre, naquele exato momento, a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer!

-Mas… compadre, o que aconteceu com sua casa?… De onde veio esta mansão?…

Depois de tudo observarem, as duas fadinhas foram correndo muito assustadas contar para a fada-mestra o que havia se passado. Estavam muito apreensivas quanto ao tipo de reação que a fada-mestra teria. Mas tiveram uma grande surpresa.

A fada-mestra ouviu com muita atenção o relato, parabenizou as duas pela ideia brilhando que havia tido e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida. Só que, ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo.

Moral da História

O que é que temos proferido, seja mentalmente, seja por meio das palavras em algo e bom som, nos momentos de cansaço? O que é que temos desejado aos nossos problemas? Resolvê-los ou simplesmente transformá-los em destruição total para que, enfim, nos vejamos diante do nada, da falência, da desistência? Seus 15 minutos podem começar a qualquer momento…

Quando o desânimo  e a falta para continuar lutando parecerem abater você, pare um instante. Descanse. Fiquei em silêncio. Respire fundo. Sinta o ar entrando e invadindo cada canto do seu corpo. Sinta-se vivo e recupere suas energias. Comece de novo. Pouco importa quantas vezes tenha começado antes. A vida é um eterno recomeço. Porque se você não sabe exatamente quando chegarão seus 15 minutos de poder mágico, pode contar com o resto de sua vida, cheio de poder humano, Você o tem! Todos nós temos!

Cuide de seus amigos.

Esse texto é em especial a todos meus amigos… Amo muito vocês…

tumblr_m3pogyfkSf1qh9m8oo1_400Sentei-me em uma varanda, em um dia de verão, bebendo chá gelado enquanto visitava minha mãe.

-Nunca se esqueça de seus amigos, ela falou, mexendo nos cubos de gelo em seu copo. Não importa o quanto você ame o seu marido, você ainda precisará de seus amigos.

Lembre-se de sair, de ir a lugares e fazer coisas com eles, hoje e sempre. E lembre-se de que amigos também são irmãos, filhos, primas e outros parente que você tenha.

Que  conselho estranho, pensei. Eu não tinha acabado de me casa? Eu não havia acabado de entrar no “mundo dos casais”? Eu era uma mulher casada agora, meu deus, não somente uma garotinha que precisasse de amigos.

Mas mesmo assim, escutei minha mãe, mantive contato com minhas amigas, e fiz novas amizades ao longo do caminho. Conforme os anos passavam, um após o outro, gradualmente comecei a entender o que minha mãe quis dizer naquele dia.

Aqui está o que eu aprendi sobre amigos…

Amigos trazem comida e ajudam a limpar o banheiro quando você precisa de ajuda.

Amigos cuidam de seus filhos e de seus segredos.

Amigos lhe dão conselhos quando você os pede. Às vezes, você escuta, às vezes, não.

Amigos nem sempre lhe dizem o que você quer, mas são honestos no que dizem.

Amigos amam você e ficam ao seu lado, mesmo  quando não concordam com suas escolhas. Amigas riem com você, mesmo quando não há motivos aparente.

Amigos te ajudam a sair de confusões.

Amigos fazem festa para a sua filha ou filho quando eles se casam ou ficam grávidos, mesmo que não aconteça necessariamente nesta ordem.

Amigos estão sempre ao seu lado quando tempos difíceis chegam.

Amigos escutam você lamentar quando perde um emprego ou um amigo.

Amigos escutam quando seus filhos a magoam.

Amigos escutam quando seus pais ficam doentes.

Amigos choram com você quando Alguém que você ama morre.

Filhos, Irmãos, e Amigos abençoam a minha vida.

Moral da História

Se você ainda não precisou de um amigo… ou se já precisou e descobriu que não tinha nenhum, talvez não possa compreender a verdade contida nas afirmações desta história. Mas, se tem um amigo de verdade, desses que a gente sabe que cuidaria da gente como se fosse um enfermeiro, caso precisássemos, então, você entende esta história perfeitamente e nada mais precisa ser dito, somente agradecido por este presente divino.

Aproveite essas descrições sobre como se comporta um amigo de verdade e torne-se você também este Alguém tão imprescindível na vida da gente. Esteja presente nos piores e nos melhores momentos. E faça toda a diferença no coração e na vida dos amigos que você tanto ama.

Amigos

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Quantas vezes, nós precisamos chegar a ponto de quase perder ou até mesmo perder alguém a quem a gente ama para somente então percebermos o quanto temos sorte, o quanto temos sido felizes, temos compartilhado com amigos especiais momentos tão gratificantes de nossas vidas. Então, que não esperemos a perda, mas valorizemos cada instante assim que ele acontece!

Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue viver sem amor, sem amigos, sem ninguém. Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a oportunidade extraordinária de amar. Amemos a quem nos rodeia. Também a natureza e os animais, recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.

Verdadeiro Amor

oUm famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.

Argumentavam  que o que mantém um casal é o romantismo e é preferível acabar  com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.

O mestre disse que respeitavam sua opinião, mas lhes contou a seguinte história.

-Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã  minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até a caminhonete. Dirigiu a toda velocidade até  o hospital, mas  quando chegou, infelizmente ela já estava morta.

Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.

Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:

-Meus filhos, foram 55 bons anos… Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéi do que é compartilhar a vida com Alguém por tanto tempo,

Fez uma pausa, enxugou s lágrimas  e continuou:

-Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de vê-los concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal e perdoamos nossos erros…

Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por quê? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida.

Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim…

Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos, e ele nos consolava, dizendo:

-Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa. Este foi um bom dia.

E, por fim, o professor concluiu:

-Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado o que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar, pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.

O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias.

O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoas amada.

Quem ama, verdadeiramente, prefere sofrer a causar sofrimento. Prefere renunciar à própria felicidade para promover a felicidade de quem ama. Alguns dirão que quem age assim não tem amor-próprio, mas amor-próprio não quer dizer individualismo. O que geralmente acontece com o individualista, em caso de separação pela morte, é debruçar-se sobre o caixão e perguntar: “o que será de mim?”

Já aqule que ama e se preocupa com o ser amado, perguntará: “o que será dele? Ou o que será dela?”.

Isso demonstra que seu amor é grande o suficiente para pensar mais no outro do que em si mesmo.

E você, está aproveitando o seu relacionamento para construir um verdadeiro amor?

Espero que todos tirem um grande proveito desta história de amor, tiveram um final melancólico porque não houve a compreensão sobre o fato de que o amor está acima do romantismo, do sexo, do erotismo.

É muito mais gratificante um caminhar de mãos dadas, um ficar de mãos dadas, do que simplesmente procurar satisfazer desejos imediatistas. Pensem nisto.

 Moral da História

Homens e mulheres se amam para se salvarem, tanto a si mesmos como ao outro! Todos nós precisamos ser salvos e, para tanto, temos de pagar o preço. Por isso, também fomos agradecidos com outros dons como a tolerância, a compaixão, o perdão, a capacidade de superação e, especialmente, a humanidade… para que pudéssemos reconhecer o quanto  temos a aprender com o outro!

Dica

Quando você se perguntar “por que eu deveria continuar tentando, apesar  das dificuldades?”, pense nisso: porque é nesta relação, nesse vínculo que estabelecemos  em nome do amor, e com essa pessoa que atraímos e escolhemos que está o nosso passaporte para a evolução, para a autoconhecimento, para a cura de nossas doenças mais profundas e invisíveis… É pra isso que nos foi dado o dom de amar: para que possamos enxergar a nós mesmos por meio das atitudes do outro, por meio das imperfeições do outro.

A Lua no Poço

Nasrudin e a lua 2Numa noite clara e enluarada, Nasrudim vai ao poço tirar água. Ao olhar para baixo, vê o reflexo da lua brilhando na água e na mesma hora diz:

– Nossa, coitada da lua, ela caiu dentro da água! Espere lua, que eu já vou tirá-la daí!

Nasrudim vai correndo até a sua casa e volta com uma corda com um gancho de ferro amarrado na ponta. Rapidamente atira a corda dentro do poço, gritando de forma encorajadora:

– Vamos lua, força, agarre firme que eu já puxá-la para fora daí!

Mas aconteceu que a corda ficou presa numa grande pedra no fundo do poço e Narudim precisou puxar com toda a sua força.

“Ufa!” – pensou Nasrudim com os seus botões. “Mas como a lua é pesada!”

De repente, a corda se solta num tranco e Nasrudim cai de costas no chão.

Quando consegue recuperar o fôlego, ainda estendido no chão, ele se depara com a lua no céu, brilhando no meio das estrelas.

Então Nasrudim diz à lua:

– Não foi nada fácil, mas conseguimos, heim lua! Que sorte a sua eu ter chegado bem a tempo de poder ajudá-la! Foi um prazer estar a seu serviço.

Adeus lua, e boa noite!

 Moral da história

No final das contas, o mundo é sempre aquilo que a gente acredita que ele é. Quantas vezes, acreditamos piamente numa verdade, num conceito ou numa regra e, de repente, nos damos conta de que tudo não passava de uma ilusão, um equívoco, uma espécie de miragem?! Pois então, não se considere o dono de nenhuma verdade, nunca, pois você poderá correr o sério risco de se sentir um tolo.

Dica…

Acredite apenas na sua verdade, enquanto ela for verdadeira para você. Mas nunca se sinta constrangido em mudar de opinião. O mundo gira, a vida não para. Tudo muda a todo instante e se você evolui também, passará a compreender tudo à sua volta, a cada dia, de maneira mais clara e mais verdadeira para você…

Nossa maior fraqueza pode ser a nossa força

judo[1]Será que o que o título dessa história pode ser uma verdade? Acho que sim.Tomemos, por exemplo, a história de um menino de 10 anos que decidiu estudar Judo, apesar do fato de ele haver perdido o braço esquerdo em um acidente de carro devastador.

O menino começou a ter aulas com um mestre de Judo japonês já bastante velho.O rapaz estava indo bem, então ele não conseguia entender por que, após três meses de treinamento o mestre havia lhe ensinado somente um movimento.

“Sensei”, o menino disse finalmente, “não devo aprender mais movimentos?

“Este é o único movimento que você sabe, mas este é o único movimento que você precisa saber”, respondeu o Sensei.

Sem entender completamente, mas acreditando em seu mestre, o menino manteve formação.

Vários meses depois, o sensei levou o menino em seu primeiro torneio.Surpreendendo-se, o menino ganhou facilmente seus dois primeiros jogos.O terceiro jogo provou ser mais difícil, mas depois de algum tempo, o seu adversário ficou impaciente e o garoto habilmente usou seu movimento para ganhar a luta.

Ainda surpreso por seu sucesso, o menino estava agora nas finais.

Desta vez, seu adversário era maior, mais forte e mais experiente.Por um tempo, o rapaz parecia ter sido vencido.Preocupado que o menino pudesse se machucar, o árbitro chamou um intervalo.Ele estava prestes a parar o jogo quando o Sensei interveio.

“Não”, o Sensei insistiu: “Deixe que ele continue.”

Logo em seguida a luta recomeçou, o seu adversário cometeu um erro crucial: ele deixou cair sua guarda.Imediatamente, o menino usou seu movimento para imobilizá-lo.O menino ganhou a luta e o torneio.Ele foi o campeão.

No caminho para casa, o menino e o Sensei revisaram cada movimento de cada lua.Então o menino teve a coragem de perguntar o que passava realmente em sua mente.

“Sensei, como eu ganhei o torneio com somente um movimento?”

“Você ganhou por duas razões”, disse o Sensei respondeu.“Primeiro, você dominou um dos mais difíceis movimentos do Judo. E, segundo: a única defesa conhecida para esse movimento que os seus oponentes tinham era agarrar seu braço esquerdo.”

 

A moral desta história:a maior fraqueza do menino tinha se tornado sua maior força.

A lição que o lenhador aprendeu: entusiasmo não basta!

images (1)Era uma vez um lenhador muito forte que conseguiu um emprego em uma nova madeireira que se instalava na região.

O salário era muito bom e as condições de trabalho também. Por essa razão, o lenhador estava determinado a fazer o seu melhor.

Seu chefe lhe deu um machado e mostrou-lhe a área onde deveria cortar as árvores.

No primeiro dia, o lenhador cortou 15 (quinze) árvores.

“Parabéns”, o chefe disse: “Continue com seu trabalho!”

Altamente motivado pelas palavras de seu chefe, o lenhador tentou cortar mais no dia seguinte, porém, ele só conseguiu abater dez árvores. No terceiro dia ele tentou mais ainda, porém ele só foi capaz de derrubar sete árvores. Dia após dia, ele estava derrubando cada vez menos árvores.

“Eu devo estar perdendo a minha força.” O lenhador pensou. Ele foi até o patrão e pediu desculpas, dizendo que ele não conseguia entender o que estava acontecendo.

“Quando foi a última vez que você afiou o seu machado? o chefe perguntou.

“Perdão chefe, não tive tempo para afiar o meu machado. Tenho estado muito ocupado tentando cortar as árvores…”

Moral da História: A maioria de nós nunca atualiza os conhecimentos que temos. Costumamos pensar que o que apreendemos um dia é o suficiente. Mas só seremos realmente bons quando formos melhor que o esperado. Renovar e reforçar as nossas capacidades ao longo do tempo é a chave para o sucesso.

O corvo sedento

crow0608intEm um dia muito quente um corvo sedento voou por todo o campo à procura de água. Por um longo tempo, ele não conseguiu encontrar nenhuma gota. Ele se sentia muito fraco, quase desistindo de manter a esperança.

De repente ele viu um jarro de água abaixo dele. Ele voou direto para baixo para ver se havia alguma água no interior. Sim, ele podia ver um pouco de água no interior do jarro!

O corvo tento enfiar a cabeça dele dentro do jarro. Infelizmente ele descobriu que o pescoço do jarro era muito estreito. Depois ele tentou empurrar a jarra para baixo para que a água fluísse para fora. Ele descobriu, contudo que o jarro era pesado demais.

O corvo pensou seriamente durante um tempo. Então olhando em volta ele viu umas pedrinhas. De repente, ele teve uma boa ideia. Ele começou pegando as pedrinhas  um por vez, deixando-as cair dentro do jarro. A medida que mais e mais pedras enchiam o jarro, o nível da água ia subindo. Logo ficou alto o suficiente para o que o corvo a bebesse. Seu plano tinha funcionado!

Moral da história:  Se você tentar o suficiente, você pode rapidamente encontrar uma resposta para seu problema.

Responda…

1- Quais eram as opções que o corvo tinha diante de um calor tão intenso e uma sede tão grande?

2-O que aconteceria se o corvo desistisse de procurar água?

3- O que o corvo fez para solucionar seu problema?

4- A partir do que ele achou a solução? Como será que ele chegou a essa solução?

Para ser um lago

imagesUm velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse. ”Qual é o gosto?” perguntou o mestre. ”Horrível”, disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal para jogá-lo num lago ali perto. Os dois caminharam em silêncio até perto do lago e quando o jovem jogou sal no lago, o velho disse: “Agora bebe do lago.”Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou: “Qual é o gosto?” ”Bom!”disse o aprendiz. ”Você sente o gosto do sal?” perguntou o Mestre. “Não”, disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: “A dor da vida é puro sal, nem mais, nem menos. A quantidade de dor na vida permanece a mesma, exatamente a mesma. Mas o “tamanho” da dor  que se sente depende do recipiente em que for colocada. Então, quando você está sofrendo por alguma razão, a única coisa que você pode fazer é aumentar o sentido das coisas ….. Pare de ser um copo. Torne-se um lago!

1- Você já passou por um problema grave que o entristeceu muito?

2- Você acha que já superou essa tristeza?

3- Como você acha que conseguiu superar a tristeza que você enfrentou?

4- É fácil deixar de ser copo para ser lago? Como se pode fazer isso? (o que o mestre disse a respeito dessa mudança na história?)

O Office boy

office-boyUm homem desempregado se candidata para o cargo de “office boy” de uma grande empresa. O gerente de RH ao entrevistá-lo, pede um teste: limpar o chão. Ao final disse: “você está contratado, me dê o seu endereço de e-mail e eu lhe enviarei o aplicativo para preenchimento e avisarei quando você vai começar”. O homem respondeu: “Eu não tenho um computador, nem um e-mail”.

Lamento muito, disse o gerente de RH, se você não tem um email, significa que você não existe. Já que não existe, não pode ter o trabalho. O homem saiu sem esperança. Ele não sabia o que fazer, com apenas 10 dólares no bolso.

Ele então decidiu ir ao supermercado e comprar uma caixa de tomate de dez quilos. Ele então vendeu os tomates de porta em porta. Em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar seu capital. Ele repetiu a operação três vezes, e voltou para casa com 60 dólares. O homem percebeu que ele podia sobreviver dessa maneira, e começou a ir todos os dias cedo e voltar tarde. Assim, o dinheiro duplica ou triplica a cada dia. Pouco tempo depois, ele comprou um carro, em seguida, um caminhão, e então ele teve a sua própria frota de veículos de entrega.

Cinco anos depois, o homem já é um dos maiores distribuidores de alimentos dos E.U.A. Nessa época ele começou a planejar o futuro de sua família, e decidiu fazer um seguro de vida.

Chamou um corretor de seguros, e escolheu um plano de proteção. Quando a conversa acabava, o corretor lhe pede o e-mail. O homem respondeu: “Eu não tenho um e-mail”. O corretor disse curiosamente: “você não tem um e-mail, e ainda assim conseguiu construir um império. Você imagina o que poderia ter sido se você tivesse um e-mail?”

O homem pensou um pouco e respondeu: office-boy!

Coisas guardadas… estragam!

Renata LombardiTudo o que acontece com a gente, acontece com um propósito. São nossas escolhas e não um acaso.

As situações vão surgindo e a partir de nossas decisões nossa vida toma um rumo.

Porquê coisas guardadas estragam? A maioria de nós tem o hábito de guardar coisas. Não importa se são roupas, coisas, papéis, sentimentos ou memórias. E por ficarem tanto tempo guardadas sem mexer, acabam estragando, embolorando, ficando velhos e sem utilidades.

O que quero dizer é que guardar por muito tempo qualquer coisa é sinal de apego e apego é uma m… porque você fica constipado, irritado e a única solução é o desapego.(risos)  Vocês não estão entendendo nada, né?

Bom, vou contar a história de uma cliente que tive na massagem.

Ela chegou pra receber a massagem e começamos a conversar, me contou algumas coisas para eu poder tratá-la de acordo e no meio da conversa disse que estava com o intestino preso.

Eu disse: – Você é apegada a algo? Guarda muitas coisas?

Ela me disse que sim e disse ainda que estava com problemas com o guarda roupa pois por ser embutido, estava com mofo e vestígios de cupins.

Então eu falei: – Desapega! Vai arrumar isso.

Ela continuou vindo receber as massagens comigo e com o tempo me contou sua transformação. Disse que  tinha sérios problemas de comunicação com sua família e apesar de morarem na mesma casa, não se falavam. Como resolveu arrumar seu guarda roupa e se desapegar de vez, foi obrigada a pedir ajuda ao pai por causa dos cupins e se não me engano até tiveram que arrancar tudo e trocar, pois com o amontoado de coisas guardadas, acabou não enxergando o problema. Com isso acabou envolvendo a mãe para opiniões e tudo mais e em pouco tempo os três estavam se comunicando e assim voltaram a conversar como uma família. O guarda roupa foi arrumado, ela se desfez de tudo o que não usava mais e por incrível que pareça, seu intestino passou a funcionar melhor.

Vocês devem estar se perguntando: – como assim? Ela limpou o guarda roupa e começou a conversar com os pais? E pior, seu intestino passou a funcionar?

Resposta: – Sim. Sim, pois quando guardamos coisas guardamos também sentimentos, aquela calça da adolescência que você ama e não te serve mais, a camiseta que usou no primeiro encontro com a primeira paixão de sua vida, o papelzinho de um telefone tão importante que nem se lembra de quem é, a blusa que saiu da moda mas você jura que vai usar um dia…enfim são muitas memórias. E quando não são projetados em coisas materiais são projetados nas pessoas, por exemplo, muito apego, ciúme, mágoa  por alguém, sentimentos guardados sem serem ditos às pessoas respectivas como no caso dela também.

E quando nos desapegamos, tudo passa a fluir melhor.  Experimente um dia limpar a gaveta da bagunça,sua carteira ou até mesmo seu guarda roupa,  podem até se dar ao luxo de um clima nostálgico, mas evacuem, liberem espaço para o novo.

Nosso corpo fala, ele chega a gritar com a gente quando não estamos fazendo a coisa certa. Eu creio que todos os “problemas” com nosso corpo são psicossomáticos, todos vêm de um fundo emocional, de coisas que não nos agradam e literalmente nos faz mal. É obvio que é minha opinião e sei que muitos irão discordar como sei que muitos concordarão, então não se apeguem ao que falei mas sempre observem seus corpos, pergunte o que eles estão dizendo, vocês verão transformações.

Desapeguem-se!!!

http://jeitoalternativo.wordpress.com/

OS PORCOS ESPINHOS

porcoDurante uma era glacial bem remota, quando parte do Globo Terrestre se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.
Morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. 
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro.
E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente.
Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível.
Vida ingrata, porém. Os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
Feridos, magoados, sofridos e decepcionados, começaram a afastar-se. 
Por não mais suportarem os espinhos dos seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.
Os que sobreviveram ao frio, voltaram a se aproximar, pouco a pouco.
Com jeito e precauções.
Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância do outro.
Distância mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.
Reflita:
Todos temos defeitos, limitações.
Você consegue conviver com seus defeitos e os defeitos do se próximo mais próximo, em sua casa, em seu trabalho, em seu grupo, em sua família ?