Aqui, só melhores do que eu

 Uma das principais razões do sucesso dos líderes é que eles contratam e chamam para trabalhar somente pessoas melhores que eles próprios. Não têm medo de pessoas competentes. Não vêem, em seu subordinados, um concorrente, mas um aliado que os ajudará a levar a empresa adiante e sempre para o sucesso.

 A ilusão de contratar pessoas medíocres que serão sempre subservientes, submissas, obedientes, etc. faz com que muitas empresas experimentem o fracasso. O “chefe” (sempre todo poderoso) tem a falsa impressão de ser um líder autêntico. Mas de que adianta liderar um grupo com baixo desempenho?  Qual o valor de ser um líder de pessoas pouco competentes, pouco comprometidas, pouco eficientes?

 O verdadeiro líder é apoiado e suportado por um grupo de pessoas competentes e comprometidas. O verdadeiro líder faz questão de ter em seu grupo sempre pessoas melhores que ele próprio. Uma vez conheci um empresário de grande sucesso que me disse: “- Aqui, só melhores que eu !”  E, analisando a razão do seu sucesso, todos concordavam que ela estava na qualidade da equipe que ele conseguira reunir sob sua liderança – um melhor que o outro!

 Assim, você que está numa posição de liderança, perca totalmente o medo de contratar pessoas melhores que você. Com autoconfiança e espírito aberto, você será capaz de reunir pessoas que farão a diferença para você e sua empresa. Essas pessoas reconhecerão a sua liderança, apoiarão você e todos sairão ganhando.

 Pense nisso. Contrate só os melhores! Melhores que você!

 Sucesso!

Aos que pedem tudo…

Conheço pessoas “pidonhas”.  Pedem tudo. Querem tudo. Não são capazes de viver ou trabalhar sem pedir coisas, favores, serviços às outras pessoas. Essas pessoas são aquelas que nunca se responsabilizam totalmente por uma tarefa. Sempre têm que pedir ajuda. O pior é que essa ajuda, nem sempre é um simples auxílio. Querem mesmo é que a outra pessoa faça o trabalho para elas. 
Pessoas “pidonhas” sempre se dizem ocupadas demais, atarefadas demais. Acho que a ocupação delas é pedir que as outras pessoas façam o que elas próprias deveriam fazer.
Há também pessoas “pidonhas” que pedem coisas emprestadas a todo mundo. Pedem desde um pedaço do seu sanduíche até a sua caneta ou mesmo dinheiro. Uma moça me disse ter uma colega de trabalho que pedia suas bolsas e sapatos emprestados para ir a festas. Essas pessoas são literalmente viciadas em pedir.
Há ainda as que nem sequer pedem. Vão pegando as coisas dos outros sem sequer pedir licença. É um horror! Não há quem suporte essas pessoas que fazem um grande mal ao ambiente de trabalho. Elas sabem que estão erradas, mas fazem de conta que não sabem e continuam com seu comportamento irritante. Para se livrar dessas pessoas, muita gente tranca tudo em suas gavetas à chave. Esconde suas coisas para evitar que esses “pidonhos” venham logo pedir emprestado.
É claro que se pode pedir ajuda e mesmo algo emprestado, mas há que se ter muito bom senso para não abusar do direito de pedir.
Faça um bom exame de consciência: você tem o hábito de pedir muitas coisas emprestadas? Você devolve o que emprestou nas mesmas condições que recebeu? Você tem consciência que as pessoas não gostam de emprestar suas coisas para estranhos, a não ser para amigos muito chegados e excepcionalmente?  Você tem o hábito de mexer nas coisas de seus colegas de trabalho? Você agradece a quem lhe emprestou?
 Pense nisso. Sucesso!  

Não se iluda: ninguém terá pena de você

Esse forte texto é de autoria do Prof. Luiz Marins. Forte sim, mas realista! Verdade seja dita. E o Prof. Marins a diz.

“Um dos maiores erros que cometemos na vida é ficar esperando a compaixão e ajuda das outras pessoas. Ficamos esperando que as pessoas reconheçam nossas dificuldades, nossos problemas e que tenham pena ao ver o quanto sofremos. Pura ilusão!

Mesmo as pessoas mais chegadas decepcionarão você se esperar delas a compreensão por seus problemas e aflições e ainda mais a ajuda concreta. Assim, não corra o risco dessa decepção. Não espere a compaixão alheia.

E a verdade é que mesmo que as pessoas digam compreender seus problemas e saber como você se sente frente a eles, jamais saberão o que se passa dentro de você e você sempre desejará mais compaixão, mais compreensão e ajuda. Não caia nessa!

Conheço pais que entram em depressão pois esperavam a ajuda de seus filhos. Conheço filhos decepcionados com pais. Conheço parentes decepcionados com seus tios, primos, sobrinhos etc. Conheço empregados decepcionados com seus patrões e patrões decepcionados com seus empregados.

Essa decepção, que muitas vezes chega próximo a uma profunda desilusão, é fruto de uma expectativa irreal e ingênua de que seremos reconhecidos por alguma coisa que tenhamos feito no passado; compreendidos pela nossa situação atual com alguma dificuldade, seja financeira, de saúde, ou de outra ordem qualquer. Você pode ajudar uma pessoa o quanto puder, mas não espere a sua eterna gratidão. Você cria, educa, cuida de vários filhos, mas não viva com a certeza de que eles cuidarão de você na velhice. Você deu a vida pela sua empresa, mas não espere que ela reconheça essa sua dedicação. Da mesma forma, como patrão, não fique esperando a gratidão daquele desempregado que você salvou da fome dando-lhe uma oportunidade de emprego e que o abandona na primeira oferta de um novo emprego.

Sei que alguns dirão que este meu texto é muito duro, triste e mesmo desmotivador. Pelo contrário. Ele relata a realidade que todos já sabemos.

Escrevo isto justamente para que as pessoas não se desiludam, esperando a compaixão, o reconhecimento, a gratidão e a ajuda de outras pessoas. Se você não tiver essa ilusão, terá sempre surpresas agradáveis quando ocorrer o contrário, isto é, quando alguém for leal, reconhecido, ajudar você e for grato.

Nós próprios temos que cuidar de nossas vidas, de nossos problemas. É claro que muitos ajudam, mas não viva na certeza dessa ajuda. Não se desiluda. Não se decepcione. Ninguém terá pena de você.

Passe do plano do choro ao plano da ação. Assuma sua própria vida sem esperar a compaixão alheia.

Pense nisso. Sucesso! “

Parábola sobre o Amor

Havia um homem. Certa vez ele ouviu dizer que Deus é Amor e decidiu procurar esse amor. Começou a ouvir o que as pessoas diziam sobre isso.

* * *

Ouviu o seguinte:

“Eu amo a carne!”, disse um. Em seguida, foi e matou um cordeiro, assou-o e o comeu.

“E eu amo a caça! Posso acertar em qualquer ave em pleno vôo! Posso encontrar qualquer fera escondida na floresta densa, matá-la e tirar sua pele!”, disse outro.

“Que sorte, porque eu amo me vestir com peles”, disse uma jovem.

“E eu amo as flores!”, acrescentou outra; ela costumava colocar diversos ramalhetes de flores nos jarros e contemplar sua morte enquanto elas murchavam.

Que pena que as flores sem raízes tenham se convertido em um símbolo de amor e de beleza!

Outro homem disse:

“Eu amo tanto a minha mulher e minha paixão por ela é tão forte que a mataria se de repente ela me traísse com outro!”

Um militar acrescentou:

“Eu amo a glória mais que a todas as mulheres! Por um momento de glória, estou disposto a dar tudo!” E ele procura inimigos para enviar seu exército para a morte. Por uns momentos de glória, está disposto a perder vidas humanas.

Um imperador disse:

“Eu amo o poder! Eu dito as leis para o meu país! Todos têm que satisfazer meus desejos! E que tudo seja segundo minha vontade! Eu executo e eu perdoo! Eu inicio a guerra e eu estabeleço a paz!”

Ademais, o homem ouviu:

“Nós amamos a Deus! Por nossa fé estamos dispostos a morrer! Por nossa fé estamos dispostos a matar!”

* * *

O homem se horrorizou por tudo o que ouviu e exclamou: “Isto não pode ser amor!”

E as montanhas ressoaram: “Isto não é o amor!”

E exclamaram as aves: “Isto não é o amor!”

E as folhas sussurravam: “Isto não é o amor!”

E soaram os rios: “Isto não é o amor!”

E o oceano retumbou: “O que alguém quer para si e derrama o sangue do seu semelhante, não é o amor!”

Então, o homem foi para outro lugar.

* * *

Chegou a um país e viu ali um menino bondoso. Perguntou a ele: “O que amas?”

“Amo a minha mãe e a meu pai! Amo esta clareira no bosque cheio de flores! Amo também este rio e estas árvores! Amo cantar e dançar, trabalhar e jogar! Todos se alegram com meu amor! E todos me amam!”

O homem continuou seu caminho e viu um jovem enamorado, a quem também perguntou sobre o amor. Em resposta, o enamorado repetiu as palavras que uma vez disse a sua amada: “Seja feliz, meu amor! Ainda que fiques com outro, te repito: Seja feliz! Que saibas que me alegro por ti!”

O homem caminhou mais e viu um belo jardim, como se a terra mesma houvesse florescido! Viu um campo de trigo e o que havia cultivado isto. E perguntou-lhe:

“O que amas?”

“Amo esta terra! Faço jardins, cultivo trigo e flores e eles me dão seus frutos, sua beleza e seu aroma. Aquele que fez um belo jardim e a todos deu seu amor comerá frutos maravilhosos!”

O homem continuou sua viajem pelo país onde reinavam a ordem e a paz e viu prosperidade e abundância na vida daquele povo.

Finalmente, chegou ao governante daquele país e perguntou que era que ele amava?

O sábio governante lhe respondeu:

“Amo a meu país e a todos seus habitantes! Estou disposto inclusive a sofrer humilhações para prevenir a guerra e afiançar a paz para meu povo!”

O homem continuou seu caminho. Escutava e observava.

E um dia se encontrou com o Mestre da Alma que amava a Deus com todo seu coração.

Então, lhe perguntou:

“Diz-me, como Deus ama? Como é Seu Amor? Como conhecê-lo e como distinguir o que é o amor e o que não é?”

O Mestre respondeu:

“No amor não pode haver nenhum desejo para si! Todo aquele que possuir tal desejo não é amor, e sim, a paixão e os caprichos! O amor é o fundamento do universo! E também é a luz da alma!

Me perguntas como Deus ama?

A água flui e dá de beber a todos! Assim ama Deus!

A Terra cuida e sustenta a todas as criaturas! Assim ama Deus!

O sol brilha e ilumina tudo com sua luz! Assim ama Deus!

Tu também deves tratar de amar e sempre expressar tua ternura aos demais!

Se cultivas o amor dentro de ti, um dia poderás experimentar e ver Deus!”

Amar é…

Olhar para dentro de si mesmo, e dizer: Eu quero!

É viver intensamente
É sonhar com uma gota de realidade e realizar uma gota desse sonho.
É estar presente até na ausência.

Amar é …ter em quem pensar
É razão que ninguém teria razão para nos tirar
É ser só de alguém e nunca deixar esse alguém só
É pensar em você tão alto a ponto de você escutar

Amar é … ir até a morte
É acordar para a realidade do sonho
É vencer através do silêncio
É ser feliz até com um pouco quando muito não é bastante.

Amar é… dar anistia ao seu coração
É sonhar o sonho de quem sonha com você
É sentir saudades
É chegar perto na distância.

Amar é… a força da razão
É quando os momentos são eternos.

Amar é… ser adulto e se sentir criança
É viver a vida em versos e ao inverso
É a maior experiência na vida de uma pessoa…
Mas acima de tudo, Amar é crer em Deus porque Deus é amor!

Quando você esta amando e sendo amado você esta
unindo forças e gerando energias de paz e felicidade.
Acho que Deus fica muito feliz, fica feliz demais quando nos sente assim…

Receita da vida

Família (é aqui que tudo começa)
Amigos (nunca deixe faltar)
Raiva (se existir que seja pouca)
Desespero (pra que)
Paciência ( a maior possível)
Lágrimas ( enxugue todas)
Sorrisos ( os mais variados)
Paz ( em grande quantidade)
Perdão ( à vontade)
Desafetos ( se possível nenhum)
Esperança ( não perca jamais)
Coração ( quanto maior, melhor)
Amor ( pode abusar)
Carinho ( essencial)
Modo de preparar:
Reúna a sua família e seus amigos.
Esqueça os momentos de raiva e desesperos
passados.Se precisar use toda sua paciência.
Enxugue as lágrimas e as substitua por sorrisos.
Junte a paz e o perdão e ofereça a seus desafetos.
Deixe a esperança crescer no seu coração.
Nem sempre os ingredientes da vida são gostosos
portanto saiba misturar todos os temperos
que ela oferece, e faça dela um prato de raro sabor.
Deste modo, prepare sua receita de vida.
E nunca economize o amor
E o “como vale a pena viver”

DEPRESSÃO É COISA SÉRIA

A depressão é um distúrbio da emoção que afeta o corpo, o humor e o pensamento; diminuem o apetite e afeta o sono, a forma como a pessoa se sente e como pensa. Não é uma tristeza passageira, não é sinal de fraqueza das pessoas ou uma condição que possa ser revertida com força de vontade. A difícil convivência com um depressivo não é tão conhecida como deveria. Muitos de nós temos a convicção de que a depressão não é uma doença tão grave e maléfica. O dicionário Aurélio a define como “o ato de deprimir-se; abatimento moral ou físico”. Alguns acham que depressão é doença de pessoas frágeis e cheias de problemas psicológicos e outros acham que é doença de rico, como dizem que é a enxaqueca. Outros ainda pensam que não é difícil de ser curada. Muitos acham que com uma consulta a um bom psicologo ou a um psiquiatra, resolve-se facilmente o problema.

Mas não é assim. Não é algo simples e corriqueiro. É muito difícil ajudar um depressivo. Qualquer contrariedade, por menor que seja, é encarada como uma tragédia que abate grandemente o ânimo da pessoa levando-as, na maioria das vezes, ao destempero e irritação profunda. E a pessoa assume sempre em todos os momentos e acontecimentos do dia a dia a posição de vítima, perseguida, menosprezada, humilhada e desconsiderada. Qualquer atitude que não seja de absoluto amor, carinho e consideração para com ela, a agride desagradando-a profundamente. Com essas atitudes intensamente negativas em relação a si mesma e aos outros, ela estabelece uma barreira invisível que a circunda e ninguém que conviva ou se relacione com ela, consegue estabelecer uma convivência normal e sadia, impedidos que ficam de ultrapassar esta barreira. Manifesta-se nela uma extrema repulsa e desconfiança de tudo e de todos. E, por caraterística da própria doença, o deprimido busca sempre o lado ruim das pessoas e quando não o encontra ele o cria, através de suas atitudes de extremo mau humor e desespero.
No relacionamento com uma pessoa que sofre desse mal, não devemos culpá-la em hipótese alguma por suas atitudes e reações erradas, do mesmo modo que não podemos culpar um doente por sua doença e nem nutrirmos antipatia contra ele. Odiar o doente pelo fato de estar doente não é uma atitude inteligente e lúcida e nem civilizada. Um doente precisa de remédios, ajuda, tratamento e muitas vezes de respeito, carinho e amor, principalmente quando se trata de um amigo, um parente ou um cônjuge. Até por que qualquer atitude diferente destas, agravará o estado do doente, e, em se tratando de um depressivo, afetará toda a convivência familiar, surgindo daí, mais aborrecimentos e contrariedades.
É preciso exercitar ao extremo a paciência, o que não será tão difícil se o doente for uma pessoa da qual gostamos ou amamos, como acontece via de regra. E se não for, essa mesma paciência é imprescindível, para que prevaleça um bom relacionamento do doente, com todos os quais se relaciona.
Desta atitude surgirá então mais compreensão, mais aceitação dos infortúnios por parte do depressivo, por suas próprias falhas e erros, os quais também nós cometemos como qualquer pessoa normal. Afinal, ninguém é perfeito. A prática permanente desse modo de conviver com um depressivo, poderá trazer grandes alegrias ao próprio doente e aos que com ele convivem, na medida em que atitudes inteligentes e solidárias sejam tomadas em seu favor pelos que o cercam.
Estou convencido de que muito mais do que assistência médica e uso de remédios – que são imprescindíveis – o depressivo precisa de compreensão, carinho e apoio – mesmo quando está errado – das pessoas  mais próximas do seu relacionamento. A vida é uma sucessão de experiências boas e más e precisamos compreender que o depressivo age do modo que age não por iniciativa dele mesmo ou por ato da sua vontade, mas em consequência de sua doença. Ele é uma vítima indefesa que precisa de ajuda, e ao perceber que essa ajuda não vem, se desespera e propicia mais combustível para o fogo destruidor do mal que o acomete.
Nenhum doente carece mais da compreensão das pessoas do que o depressivo, por que ele não depende exclusivamente dos remédios mas sim de amigos incondicionais que estejam dispostos a dar de sí sem esperar que se lhes dê razão. Este tipo de relacionamento pode ser mais bem definido pela palavra amor. É fundamental na recuperação do depressivo que ele sinta que é amado e compreendido mesmo quando está errado, diferentemente de todas as doenças, pois o seu mal é muito mais de origem psicológica do que física. É preciso devolver-lhe a confiança mostrando-lhe que ele não está só, que existem pessoas que o amam e se preocupam com ele.
Agindo assim, esta doença tão comum nos dias de hoje, poderá ser vencida. Mas, não se pode negar que o caminho é muito difícil e cheio de percalços, idas e vindas, exigindo por isso mesmo, paciência, desprendimento e muita determinação. Tudo isso mesclado com muito, muito amor.

Deus costuma usar…

Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.

SIGA FELIZ

Viva em paz com a sua consciência… 

Sempre que você se compare com alguém, evite orgulho e desprezo, reconhecendo que em todos os lugares existem criaturas, acima ou abaixo de sua posição.
Consagre-se ao trabalho que abraçou realizando com ele o melhor que você possa, no apoio ao bem comum.
Trate o seu corpo na condição de primoroso instrumento, ao qual se deve a maior atenção no desempenho da própria tarefa.
Ainda que se veja sob graves ofensas, não guarde ressentimento, observando que somos todos, os espíritos em evolução na Terra, suscetíveis de errar.
Cultive sinceridade com bondade para que a franqueza agressiva não lhe estrague belos momentos no mundo.
Procure companhias que lhe possam doar melhoria de espírito e nobreza de sentimentos.
Converse humanizando ou elevando aquilo que se fala.
Não exija da vida aquilo que a vida ainda não lhe deu, mas siga em frente no esforço de merecer a realização dos seus ideais.
E, trabalhando e servindo sempre você obterá prodígios, no tempo, com a bênção de Deus.

 

HUMILDADE X ORGULHO

A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes, pois somente ela predispõe o seu portador à sabedoria real.
 
O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende. O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade ou da tola vaidade. Alguns exemplos talvez tornem mas claras as nossas reflexões.

Quando uma pessoa humilde comete um erro, diz “eu me equivoquei”, pois sua intenção é de aprender, de crescer. Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: “não foi minha culpa”, porque se acha acima de qualquer suspeita.

A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas. A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências. Uma pessoa humilde se compromete e realiza.
Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita.
 

A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos.

A pessoa humilde diz: “eu sou bom, porém não tão bom quando gostaria de ser”. A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos.
 
O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação.
O orgulhoso não colabora e sempre diz: “eu faço o meu trabalho”.
Uma pessoa humilde diz: “deve haver uma maneira melhor para fazer isto, e eu vou descobrir”. A pessoa orgulhosa afirma: “sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo”.

A pessoa orgulhosa não aceita críticas, a humildade está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores.
Quem é humilde cresce sempre, quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade.

O orgulhoso se diz cético, por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça, o humilde reverencia o criador todos os dias porque sabe que há muitas verdades que ainda desconhece.
 
Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres, sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas.

Enfim, como se pode perceber, o orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas. A humildade é a chave que abre as portas da perfeição.

Pense nisso!

ACORDAR PARA VENCER!

Não deixe que nada afete seu espírito.
Envolva-se pela música,
ouça, cante e comece a sorrir mais cedo.

Ao invés de reclamar
quando o relógio despertar,
agradeça a Deus pela oportunidade
de acordar mais um dia.

O bom humor é contagiante, espalhe-o,
fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, de amor.
Não se lamente!!

Ajude as outras pessoas
a perceberem o que há de bom dentro de si.
Não viva emoções mornas ou vazias.
Cultive seu interior.
Extraia o máximo de pequenas coisas.
Seja transparente
e deixe que as pessoas
saibam que você as estima e precisa delas.

Repense os valores e dê a chance de crescer
e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito,
merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes,
tenha garra e determinação.
Mude, opine, ame o que faz.

Não trabalhe só por dinheiro
e sim pela satisfação da missão cumprida.
Lembre-se de que nem todos
tem a mesma oportunidade.
Pense no melhor,
trabalhe pelo melhor e espere o melhor.
Transforme seus movimentos em oportunidade.
Veja o lado positivo das coisas
e assim tornará seu otimismo uma realidade.

Não inveje. Admire!!!
Sinta entusiasmo com o sucesso alheio,
como seria com o seu próprio.
Idealize um modelo de competência
e faça sua auto avaliação para saber
o que lhe esta faltando para chegar lá.
Ocupe seu tempo crescendo,
desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.
Não acumule fracassos e sim experiências.
Tire proveito dos seus problemas
e não se deixe abater por eles.

Tenha fé e energia, acredite!!
Você pode tudo que quiser.
Perdoe!!

Seja grande para os aborrecimentos,
pobre para a raiva,
forte para vencer o medo
e feliz para permitir momentos felizes.
Não viva só para o trabalho.
Tenha outras atividades paralelas
como esportes, leitura, cultivar amigos.
O trabalho é um das contribuições
que damos a vida,
mas não se deve jogar nele
todas as nossas expectativas de realizações.
Finalmente, ria das coisas a sua volta,
de seus problemas, de seus erros, ria da vida.

E… ame.
Antes de tudo, a você mesmo!!

O mais importante no educador

Renata LombardiO importante, como educadores, é acreditarmos no potencial de aprendizagem pessoal, na capacidade de evoluir, de integrar sempre novas experiências e dimensões do cotidiano, ao mesmo tempo que compreendemos e aceitamos nossos limites, nosso jeito de ser, nossa história pessoal.

 Ao educar, tornamos visíveis nossos valores, atitudes, ideias, emoções. O delicado equilíbrio e síntese que fazemos no dia-a-dia transparece nas diversas situações pedagógicas em que nos envolvemos. Os alunos e colegas percebem como somos, como reagimos diante das diferenças de opiniões, dos conflitos de valores. O que expressamos em cada momento como pessoas é tão importante quanto o conteúdo explícito das nossas aulas. A postura diante do mundo e dos outros é importante como facilitadora ou complicadora dos relacionamentos que se estabelecem com os que querem aprender conosco. Se gostamos de aprender, facilitamos o desejo de que os outros aprendam. Se mostramos uma visão confiante e equilibrada da vida, facilitamos nos outros a forma de lidar com seus problemas, mostramos que é possível avançar no meio das dificuldades.

Alguns educadores confundem visão crítica com pessimismo estrutural; eles só transmitem aos alunos visões negativistas e desanimadoras da realidade. Esse substrato pessimista interfere profundamente na visão dos alunos.

Da mesma forma, educadores com credibilidade e uma visão construtiva da vida contribuem muito para que os alunos se sintam motivados a continuar, a querer aprender, a aceitar-se melhor.

O educador é um ser complexo e limitado, mas sua postura pode contribuir para reforçar que vale a pena aprender, que a vida tem mais aspectos positivos que negativos, que o ser humano está evoluindo, que pode realizar-se cada vez mais. Pode ser luz no meio de visões derrotistas, negativistas, muito enraizadas em sociedades dependentes como a nossa.

Vejo hoje o educador como um orientador, um sinalizador de possibilidades onde ele também está envolvido, onde ele se coloca como um dos exemplos das contradições e da capacidade de superação que todos possuem.

O educador é um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver.

Numa sociedade em mudança acelerada, além da competência intelectual, do saber específico, é importante termos muitas pessoas que nos sinalizem com formas concretas de compreensão do mundo, de aprendizagem experimentada de novos caminhos, de testemunhos vivos – embora imperfeitos – das nossas imensas possibilidades de crescimento em todos os campos.

Dos professores, de todos os dias

“As verdadeiras questões da educação resultam de que nas escolas há pessoas jovens, que devem ser ajudadas, tanto quanto possível, a serem felizes. E em que a felicidade dessas pessoas, como a de todas as outras, consiste em satisfazerem a ânsia profunda que têm de verdade, de bem e de beleza. Não em terem coisas e conforto”. (Paulo Geraldo)

Nós, professores e professoras de todos dias, mergulhamos no complexo desafio de humanizar crianças, adolescentes, jovens e adultos a partir da construção do conhecimento. Os tempos mudam, mas não mudou o papel da escola. A escola é o grande laboratório onde se geram a socialização e convivência interpessoal, bem como a construção do conhecimento, a partir das idéias e iniciativas inerentes à criatividade humana.

Abençoada seja a nossa missão de educar. Abençoados sejam nossos propósitos, mesmo nem sempre compreendidos pelos alunos, pais e comunidade. Abençoadas sejam nossas famílias que se geram neste contexto que exige ousadia, paciência, preparo e persistência, em resumo, em doação à vida dos outros. Abençoada seja a nossa saúde física e mental, pois não podemos adoecer e nem fraquejar. Abençoados sejam todos aqueles e aquelas que, por nossas mãos, mentes e coração aceitaram e aceitam o desafio de fazer-se gente, a partir dos seus potenciais e da superação de seus limites. Abençoados todos aqueles que acreditam no trabalho do professor.

Nada mais gratificante em nossa profissão do que o reconhecimento de alunos e alunas que, mesmo tardiamente, fazem questão de afirmar que a gente fez diferença em suas vidas. Não há como medir, no cotidiano da vida escolar, quando e como realizamos ações ou atitudes que marcaram positivamente a vida de um de nossos alunos. Afinal, a gente nunca foi e nunca será gênio para adivinhar; sempre seremos visionários para arriscar, mudar e ousar. Nisto, sempre fomos mestres.

O que entristece a nossa vida é que tanto cuidamos da vida, dos sonhos e dos problemas dos outros, mas nem sempre somos bem cuidados. Queríamos, sim, reconhecimento por nosso maior feito: preservar a importância da educação e da escola para o nosso país, para o mundo.

Muitos falam de educação, mas não são professores. Arriscam palpites sobre melhorias na educação, mas não perguntam sobre o que a gente tem a dizer. Não se importam com nossos baixos salários, muito menos com nossas dificuldades de lidar com as múltiplas dimensões e necessidades presentes nos nossos alunos. Nestes últimos quesitos, lutamos solitários. Embora não tenha mudado o papel da escola e da educação, mudaram as exigências para que possamos construir uma boa aprendizagem. Temos observado que nem todo aluno e nem todos os pais vêem a escola como uma forma de inserção na vida social e científica. Que as necessidades dos nossos alunos estão muito além para aquilo que a escola consegue oferecer. Que escolas e professores nem sempre estão em condições de dar conta de tudo o que está “depositado” neles.

O fato é que, a complexidade de nosso mundo é a complexidade da nossa escola; esta complexidade está nos distintos recantos de nosso país. O que muda de uma escola para o outra é o modo de conduzir os processos de aprendizagem e de interação social, mediados pelo conhecimento. A especificidade de cada escola e de cada contexto é que precisam ser sempre avaliados, reconhecidos e apoiados.

O professor, neste contexto, está fragilizado, exposto e pressionado por resultados e expectativas que não dependem somente de sua atuação. Mas professores e professoras resistem bravamente. Sabem que a dureza dos desafios cotidianos supera-se na disposição de lutar por melhores dias na educação, mas também na sua disposição de amar e sentir compaixão. Como escreveu Paulo Freire, “não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.

Nossos dias se chamam “muito trabalho”. Nosso alento, “esperança de dias melhores”.

Ser professor

Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores…
Somos mágicos, ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes, que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao conviver com tantas performances.
Somos médicos, ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver a própria infância.
Somos psicólogos, ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura,
que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros, ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heróicos ao mesmo tempo.
Somos arquitetos, ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada
profissão existente um traço de nós professores. Contudo ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos,
é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência, não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando. Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
fica a certeza de que…
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar,
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu ofício de ensinar
Ofício que arde e queima
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom… tem que gostar.

Quantos fardos você tem carregado?

Um homem caminhava vacilante pela estrada, levando uma grande pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

– Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?’

– É estranho, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

– Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.

Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:

– Por que carrega esse saco de terra tão pesado?

– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Tornou-se um homem livre e caminhou mais tranquilo e mais feliz.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra, o saco de terra? Não. Era a falta de consciência da existência desses pesos. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Caráter não se ensina, se vive!

Numa tarde de domingo, o pai e seus dois filhos chegam ao parque de diversões, e dirigem-se à bilheteria, onde o pai pergunta:

– Olá, boa tarde. Quanto custa a entrada?

– São R$20,00 para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos. A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

– O menor tem três anos e o maior sete anos – respondeu o pai.

O rapaz da bilheteria então comentou:

– Poxa, se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos, eu não notaria a diferença, e você poderia ter economizado R$ 20,00.

O pai então respondeu:

– É verdade, talvez você não notasse a diferença, mas meus filhos saberiam que eu menti.

Você é uma águia, mas está agindo como galinha?

Um homem encontrou um ovo de águia e o colocou debaixo da galinha que chocava seus ovos no quintal. Nasceu uma aguiazinha com os pintos e com eles crescia normalmente.

Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles. Ciscava, ia ao chão buscando insetos e também batia as asas conseguindo voar um metro ou dois.

Passam anos e a águia ficou velha. Certo dia, ela viu no céu, uma ave majestosa, planando, pelo vento sem nem sequer bater a asa dourada.

A águia do chão olhou-a com respeito e logo, perguntou ao seu amigo:

“Que tipo de ave é aquela que lá vai”?

“É uma águia! É rainha”, diz-lhe o amigo, mas é bom não olhar muito para ela pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma simples galinha.

Moral da História: Muita das vezes corremos atrás de nossos sonhos mas muitos lhe desanimam com palavras de desprezo sempre criticando-o e infelizmente palavras tem poder para muitas pessoas e um sonho de anos passar a ser deixado para trás. Não podemos dar valor para a plateia ela sempre vai te derrubar e nunca te erguer.

Enxergue o valor dos outros…

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim. Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe. Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo e por essa razão ninguém se aproximava.

Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que fosse embora. O sapo, muito humildemente, disse: está bem, se é assim que você quer. Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la acabada, sem folhas nem pétalas.

Penalizado, disse: que coisa horrível, o que aconteceu com você?

A rosa respondeu: é que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.

O sapo respondeu: quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim…

Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos “superiores” a eles, mais “bonitos”, de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.

Deus não fez ninguém para “sobrar” neste mundo. Todos temos algo a aprender ou a ensinar, e ninguém deve desvalorizar ninguém. Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem tão grande, que nem mesmo nós percebemos.

O que é mais importante…

Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim. O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.

Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.

Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: “Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golfe são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo etc…

A areia representa todas as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golfe e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.

Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito.

Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golfe em primeiro lugar. O resto é apenas areia”. Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: “que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo”.

 

Pense em alguém poderoso…

Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo?

Lobos não gritam. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.

Por alguma razão, provavelmente cultural, temos a falsa ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade.

Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.