Por que introvertidos não gostam de conversas banais, e como lidar com isso

18151142193150-t1200x480Pessoas introvertidas são muitas vezes confundidas com antipáticas ou antissociais. Infelizmente, isso acontece porque, ao contrário dos extrovertidos, os introvertidos sentem a real necessidade de duas coisas: ficar sozinhos por um tempo e desenvolver conversas realmente interessantes. Por isso, introvertidos não curtem lugares com muita gente e detestam conversas banais, como aquela discussão sobre a chuva, que sempre acontece no elevador.

Para evitar esse tipo de situação, os introvertidos recusam convites para festas de trabalho, desviam o olhar se encontram pessoas conhecidas na rua e costumam evitar ligações telefônicas a todo custo. Por que será que introvertidos fogem tanto de conversas triviais? Será que eles não têm habilidades para desenvolver esse tipo de interação social? É medo? Medo de quê?
A verdade é que os introvertidos detestam conversas banais simplesmente porque, para eles, essa interação soa falsa e sem sentido. Para entender melhor, é só seguir uma lógica relativamente simples: ao puxar papo só para quebrar o silêncio, fazemos comentários aleatórios e que não são construtivos – ou você sai do elevador com a sensação de que acabou de aprender algo realmente incrível?18150857877144

De acordo com a psicóloga Laurie Helgoe, a verdade é que essas conversas realmente podem bloquear qualquer possibilidade de alguma interação realmente honesta. “Introvertidos não odeiam conversas pequenas porque nós não gostamos de pessoas. Nós odiamos conversas pequenas porque odiamos a barreira que elas criam entre as pessoas”, explicou a psicóloga, que é também introvertida. Helgoe é autora de um livro que fala inteiramente a respeito do espectro da introversão.
Além dessa questão de sentido e profundidade de conversa, que é algo que realmente atrai a atenção dos introvertidos, Helgoe lembra também que introvertidos funcionam como uma bateria de celular, e que o que consome a energia dessas pessoas é justamente a interação social. Por isso elas preferem conversas realmente significativas, porque, pelo mesmo motivo que você desativa alguns aplicativos quando o celular está quase sem carga, os introvertidos gostam de escolher bem como gastam sua bateria.
A escritora Diane Cameron completa essa analogia, explicando que conversinhas banais são como lixas para a psique de um introvertido. Até aí, a coisa está fácil de ser entendida, certo? Mas aí existe um probleminha: essas conversas sem muito sentido são essenciais. Todos nós precisamos delas.

É por meio das conversas estranhas e sem assuntos profundos que abrimos as portas para conversas mais significativas, afinal ninguém começa a discutir o sentido da existência humana com alguém que nunca viu na vida – pelo menos não frequentemente.
Gostando ou não, por motivos de introversão ou não, a verdade é que, de vez em quando, todos nós precisamos das conversas pequenas que tanto odiamos. O ideal para quem tem esse mesmo problema é conduzir a conversa de forma inteligente, em direção a tópicos específicos. Confira algumas dicas a seguir para que, em futuros diálogos, você mande bem na hora de interagir:

1 – Pense na origem do nervosismo
Se conversar banalidades não faz parte da sua rotina, e você resolve mudar isso, é possível que acabe sentido nervosismo, ansiedade e medo. Nesse momento, o ideal é perguntar 18150918750146
para si mesmo: qual é a pior coisa que pode acontecer? Se a conversa não der em nada, e a outra pessoa não gostar de você, o que vai acontecer?
É preciso ter em mente que o nervosismo e a ansiedade fazem parte de você mesmo e de suas crenças. Você também pode ter sempre em mente que, se no passado você não era exatamente a pessoa mais comunicativa do mundo, não precisa ser sempre assim. Todo mundo pode mudar.

2 – Tire o foco de você mesmo
18150927829147Se o que causa incômodo é a ideia de que alguém está analisando você enquanto você fala e tentando captar informações sobre a sua vida, mude o foco da conversa e comece a fazer perguntas a respeito da vida/escola/trabalho da outra pessoa. Taí um jeito simples e eficiente de tirar um pouco da pressão que você sente durante um diálogo trivial.

3 – Melhore suas respostas
Vamos pelo óbvio aqui: se você começar a entupir uma pessoa de perguntas, essa pessoa 18150939046148vai se sentir em um interrogatório, e possivelmente não é essa a sua intenção. Quando
chegar a sua hora de responder a algumas perguntas sobre si mesmo, capriche na resposta e escolha palavras que alimentem a curiosidade da outra pessoa, assim ela saberá o que mais perguntar.
Quer um exemplo? Digamos que alguém pergunta como você está. Em vez de responder apenas com um “bem”, tente algo como “estou bem, sim, com um dia ensolarado desses, não tem como não ficar feliz”. A partir daí, é mais fácil desenvolver um diálogo, você concorda?

4 – Deixe as conversas mais profundas
18150956331149Da mesma forma que você pode começar a treinar o uso de respostas que não sejam monossilábicas, é interessante que a pessoa com quem você esteja falando fale mais de uma palavra também. Por isso, faça perguntas inteligentes como: “com o que você tem trabalhado ultimamente?”, “qual foi o ponto alto da sua semana?”, “quando você era criança, qual era o emprego dos seus sonhos?”. Qualquer coisa que não possa ser respondido com “sim” ou “não” já vale.

5 – Mantenha a calma
Introvertidos gostam muito de analisar pessoas, situações e seus próprios pensamentos e atitudes. Quando algo não sai como o esperado, costumam ser duros demais e exageram na autocrítica.
Se a sua conversa não deu certo, não significa que vai ser sempre assim ou que o problema é com você. Em vez de ficar remoendo o que deu errado, prefira ser menos rigoroso na hora de avaliar a si mesmo. Lembre-se de que todos, sem exceção, passam por situações constrangedoras ou de fracasso de tempos em tempos – com você não seria diferente.

10 atitudes que te levarão mais longe na vida pessoal e profissional

shutterstock_167355368“Eu não gosto do meu trabalho”, “Não me sinto uma pessoa valorizada no que faço”, “Preciso melhorar minha vida”, “Preciso perder peso”, “Quero abrir uma empresa e não sei como”, etc.

Essas são frases que você já deve ter ouvido diversas vezes no seu trabalho e nas conversas com amigos e familiares, não é?

Possivelmente você diz algumas dessas frases para seus amigos quando não está muito feliz com seu momento atual.

Isso não é normal e não devemos aceitar essa infelicidade toda. Por isso, existem atitudes que podemos ter para criar uma vida mais feliz tanto na vida pessoal quanto profissional.

Tendo atitudes de mudança em sua vida, você irá muito mais longe.

1. Conhecimento: O conhecimento abre nossas mentes e deixa nosso cérebro inquieto em busca de oportunidades e soluções. Também nos faz pensar, sonhar e nos deixa mais otimistas e realistas.

Para isso, você não precisar fazer 2 faculdades, 3 pós-graduações ou qualquer coisa do tipo. Basta apenas ser uma pessoa curiosa e dedicar pelo menos 45 minutos do seu dia para estudar algo novo.

2. Crenças fortes: não estamos falando de religião, mas ter um sentimento forte e profundo de que as coisas estão realmente conectadas no universo e uma grande admiração pelas coisas boas da vida. Gratidão.

3. Auto confiança: confiar em você mesmo é uma das atitudes mais fortes que você pode ter. Não estamos dizendo que você precisa ter um ego enorme para ir mais longe, mas precisa de um sentimento forte de que com muito trabalho, foco, integridade e desenvolvimento contínuo pode e irá ter sucesso.

4. Visão: pessoas de sucesso têm sempre uma visão forte e bem definida do que querem. Eles têm foco e sonhos bem definidos e uma ideia clara do desejam e como chegarão lá.

5. Eu posso: se você quer ser uma pessoa bem sucedida em qualquer área da sua vida, precisa pensar como vencedor. A atitude do “Eu posso, eu consigo” é a base para acreditar que você conseguirá.

6. Paixão e Desejo: Napoleon Hill definiu muito bem essa atitude em seu livro “Leis do Triunfo”. Em seus estudos sobre pessoas de sucesso ele percebeu que todas elas tinham uma paixão e desejo enorme por seus objetivos e sonhos.

7. Coragem: possivelmente essa é a a atitude mais importante para o sucesso. Coragem significa encarar de frente os desafios sem medo do fracasso. Pessoas de sucesso sabem que o fracasso não é uma escolha, é uma etapa.

8. Disciplina: tem coragem para pagar o preço? A disciplina é algo que precisa virar um hábito em sua vida se você deseja mesmo ter sucesso. Platão já dizia “A primeira e melhor vitória para um homem é conquistar a si mesmo”. Força de vontade e motivação não são estratégias… por isso que as pessoas bem sucedidas estão dispostas a fazer o que as outras não estão. Trabalhar bastante.

9. Honestidade: pessoas bem sucedidas são transparentes e honestas na hora de fazer acordos. Integridade é a base da confiança. Confiança é algo que se conquista e para isso a honestidade e transparência são fatores fundamentais.

10. Competência: competência é a diferença entre a excelência e a mediocridade. Aqueles que querem a excelência entendem que aumentar sua competência na área de atuação é uma obrigação para o sucesso.

Além dessas atitudes, outra coisa que ajuda muito é contar com o conhecimento de pessoas que sabem como ir mais longe, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Uma pequena célula humana

Paiva Netto 

paiva-netto_foto-oficialÉ preciso manter a atenção constante aos fatos. Por menores que sejam, podem tornar-se tormentosos. Diante da vastidão do planeta, um ser humano é minúsculo, mas como é imensa a sua importância; portanto, a dos seus atos também. Valho-me, por exemplo, da Primeira Guerra Mundial, que, em 28/7, completou 100 anos.

Um mês antes, quem matou, em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando e a esposa, Sofia, desencadeando, mesmo como pretexto, a partir da pequena Sérvia, o primeiro grande conflito? Uma minúscula célula humana. Não significa que eu esteja desfazendo do seu valor como criatura, porém necessito formar uma comparação. Usaram-no capciosamente como estopim, ao que mal sabiam o que seria. É o que não podemos admitir que façam conosco em tempo algum. Era um jovem ainda, Gavrilo Princip. Assassinou o herdeiro do império austro-húngaro, em Sarajevo. Tivemos a Primeira Grande Guerra, que Georges Clemenceau (1841-1929) considerou como a que terminaria com todas as outras. O primeiro-ministro da França, naquele tempo, representou-a no Tratado subscrito na Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes, construído por Luís XIV, o Rei Sol, que também se apagou, por ser passageiro. Esse documento decidiu sobre a divisão dos despojos da Alemanha, subjugada em 1918, e determinou que ela pagasse onerosíssimas indenizações aos vencedores. Não souberam gerenciar a vitória, que requer especial talento. Diversos analistas observam que, por ter sido muito severo, o Tratado oprimiu por demais o povo alemão, deixando-o à mercê do primeiro aventureiro que aparecesse. Isso, entre outros fatores, propiciou a ascensão ao poder de Adolf Hitler (1889-1945), que instituiu, por onde passou, o repugnante racismo como ideologia de Estado. E deu no que deu, porque racismo contra um será fatalmente contra todos. Arrastou os povos, incluído o Brasil, ao Segundo Grande Conflito Mundial (1939-1945), que chacinou e feriu milhões de pessoas. Outro pormenor: o sombrio Adolf subiu ao poder com minoria de votos. Depois, usando de vários artifícios, até mesmo contra o Marechal Hindenburg, destruiu a frágil República de Weimar, tornando-se ditador incontestável. Era um estratego, acham alguns. À serpente denunciada no Apocalipse de Jesus (12:9) não se deve permitir levantar a cabeça de novo. Devemos aludir também ao fato de que ela não se apresenta obrigatoriamente de forma espetacular. É infiltrante, intrometida, astuta. Exerce, com solércia, a sedução. Atentemos para a violência que cresce no mundo! Existem aqueles que, em determinadas circunstâncias, a consideram um “mal necessário”. E assim estabelecem perigoso equívoco.

Então, qualquer ato “pequeno” poderá repercutir globalmente. Não são apenas as medidas próprias de estado que recaemattachment
 sobre nós, por toda a parte. Não! As nossas atitudes igualmente, por menores que sejamos, refletem-se em extensão. A coletividade somos nós multiplicados. É tal qual uma charada a pedir decifração, um emaranhado de destinos, estabelecendo roteiros nem sempre agradáveis.

Para o Criador, todas as Suas criaturas são importantes. É urgente que aqueles que influenciam o mundo entendam que o ser humano é Patrimônio Divino, antes que seja tarde. Recordemos um antigo ditado que avisa: “O graveto é que derruba a panela”.

O povo precisa instruir-se, espiritual e intelectualmente, para saber melhor influenciar sua própria destinação. Instruído e ecumenicamente espiritualizado, saberá defender-se com acerto no terceiro milênio que apenas se inicia.

 SOLIDARIEDADE

Na quarta-feira, 13/8, em um acidente aéreo na cidade de Santos/SP, faleceu o político pernambucano Eduardo Henrique Eduardo Campos - foto DivulgacºaâoAccioly Campos. Voltaram também à Pátria Espiritual as demais pessoas que estavam na aeronave: os pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins; Carlos Augusto Leal Filho, assessor de imprensa; Pedro Valadares Neto, assessor de campanha e ex-deputado federal; Alexandre Severo Gomes e Silva, fotógrafo; e Marcelo Lyra, cinegrafista.

Candidato à Presidência da República nas eleições deste ano, Campos chegava ao litoral paulista para cumprir agenda de sua campanha.

Desejo, neste momento, prestar nossa solidariedade e rogar a Deus conforto espiritual para a mãe do doutor Eduardo, dra. Ana Arraes, excelentíssima ministra do Tribunal de Contas da União; à respeitável esposa dele, dona Renata; aos cinco queridos filhos; à ex-ministra Marina Silva; aos correligionários políticos; e a todos os entes amados das vítimas dessa tragédia.

Ao Espírito eterno dos que faleceram, as vibrações de Paz da Legião da Boa Vontade, LBV.

 José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Pedagogia de resultados

Paiva Netto

 Prof Douglas Dias_crédito José GonçaloO professor de educação física Douglas Pereira Dias teve uma formação diferenciada, cujas bases foram fortalecidas pela Pedagogia do Afeto, que desenvolvemos com as crianças até os 10 anos, complementada depois — a partir dos 11 anos — pela Pedagogia do Cidadão Ecumênico.

A história de sucesso dele começou há mais de 20 anos, quando iniciou seus estudos, ainda bem novo, na Escola de Educação Infantil Alziro Zarur, em Taguatinga/DF. Hoje ele faz parte da equipe de profissionais da LBV que ministra ensino de qualidade aos pequeninos assistidos pela Instituição no Distrito Federal. “A sensação é muito boa, porque posso dizer que a LBV fez e está fazendo parte da minha vida. Entrei muito novo, com 2 anos. Naquela época, jamais passou pela minha cabeça que eu iria retornar como professor. Hoje em dia, quando dou aula, me vejo naquelas crianças“, relatou. Segundo ele, na infância, a Escola da LBV em Taguatinga já possuía “um espaço amplo, bem organizado, arborizado, a quadra era grande, [com] parques. Lembro também que todos os professores nos recebiam com um sorriso no rosto, e eu tinha prazer em ir para a LBV”.

E aqui um sonho que Douglas almeja ver realizado no futuro: “Um dia, se Deus quiser, quero me encontrar com um aluno e ele dizer: ‘Você foi meu professor lá na LBV. Você fez parte da minha vida, me ensinou valores. Hoje eu sou um advogado, por exemplo, e lembro que você me ensinou o respeito, o trabalho em equipe’. Esse vai ser meu maior reconhecimento”.

Que assim seja, professor! É também a meta de todos os educadores da Legião da Boa Vontade.

E, com o propósito de continuarmos alcançando bons resultados, promoveremos, de 30 de julho a 1º de agosto, na capital paulista, mais um Congresso Internacional de Educação.  Este ano, em sua 13ª edição, o enfoque será a “Mobilização como estratégia de aprendizagem: uma visão além do intelecto”.

A pedagoga Maria Suelí Periotto, doutoranda e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), informa-nos: “O encontro promove palestras e oficinas pedagógicas que colaboram para a formação continuada de pesquisadores, docentes, alunos, pais, profissionais de áreas ligadas à Educação e demais interessados. No Congresso, os temas são tratados visando a um ensino que alie qualidade pedagógica à Espiritualidade Ecumênica, na construção de uma Cultura de Paz, conforme propõe a linha educacional da LBV”.

Entre os palestrantes estão a pesquisadora da Unesco, professora dra. Ivani Catarina Arantes Fazenda, doutora em Antropologia pela USP e mestre em Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); a jornalista Eloisa Bombonatti , mestre em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa, especialista em Alunos com Problemas de Aprendizagem e especialista em Gestão Escolar, psicopedagoga e licenciada em Letras; Valéria Bussola Martins, doutora e mestre em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e professora de Letras no Ensino Superior na Universidade Mackenzie; o professor Vasco Pedro Moretto, mestre em Didática das Ciências pela Universidade Laval, em Quebec, no Canadá, licenciado em Física pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Avaliação Institucional pela Universidade Católica de Brasília (UCB).

Quem quiser participar do congresso, faça sua inscrição pelo site www.lbv.org/educacao/congresso-de-educacao/inscricao.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Esporte é melhor que guerra

Paiva Netto

attachmentNo domingo, 13/7, o Maracanã, no Rio de Janeiro/RJ, recebeu chefes de Estado, autoridades e dezenas de milhares de torcedores para a cerimônia de encerramento da Copa de Futebol. Na disputa final, a disciplinada Alemanha saiu vitoriosa sobre a esforçada Argentina, sagrando-se tetracampeã. Parabéns a todos os países, que abrilhantaram o Mundial de 2014 no Brasil!

Com satisfação, sediamos, pela segunda vez, essa bela festa esportiva, que confraterniza povos dos mais diversos pontos e culturas do planeta.

Segundo a BBC Brasil, “a emoção com que brasileiros cantavam o hino na abertura de cada jogo, veiculada por televisões do mundo inteiro, conquistou estrangeiros dentro e fora do país”. Realmente, entusiasmados, fomos milhões de vozes bradando, à capela, nas partidas que nosso país jogou, os versos que nos orgulham, de Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927): “Terra adorada,/Entre outras mil,/ És tu, Brasil,/ Ó Pátria amada!/ Dos filhos deste solo és mãe gentil,/ Pátria amada,/ Brasil!”.

Nossa saudação de Paz aos organizadores; aos atletas; aos que assistiram, pessoalmente ou pelos meios de comunicação; aos trabalhadores, desde os simples aos mais graduados; aos voluntários; enfim, a tanta gente que compôs a estrutura que possibilitou esse megaevento.

O sucesso obtido será maior à medida que autoridades competentes e sociedade – na séria avaliação de erros e acertos identificados antes, durante e pós-Copa – realmente assimilem o aprendizado que um encontro esportivo dessa magnitude pode proporcionar a uma nação. Aproveitar bem ou não essa experiência dependerá de todos nós.

No ensejo da Copa do México, em 1986, escrevi um artigo, que intitulei na ocasião “Esporte é melhor que guerra”. Mantenho essa conclusão. Gostaria de compartilhar alguns trechos com vocês hoje:

Quando Alziro Zarur (1914-1979) lançou na LBV o Futebol da Caridade, não foi de pronto entendido. Sofreu críticas mil. Mas, com o tempo, todos compreenderam a justeza do seu posicionamento. O jornalista Apparício Torelly, o saudoso Barão de Itararé (1895-1971), entusiasmado, depois de examinar a ideia e seus importantes resultados em prol das pessoas socorridas pela Legião da Boa Vontade, declarou: “Esse programa é a demonstração inequívoca da capacidade realizadora do povo brasileiro”.

As massas adoram o esporte, energia extraordinária, uma força do povo que deve ser usada em favor dele mesmo, e não somente nos prélios, ou na base do “panem et circences”.

O futebol tem uma enorme habilidade de congraçar os seres humanos, nacional e internacionalmente. (…). Ele tem um carisma superior a vergonhosos e antigos ódios que devem ser expulsos da Terra. Um dia, as criaturas terão de resolver “suas diferenças” em planos elevados que não os da matança dos seus semelhantes, com milhões de viúvas e órfãos. Pode levar mil anos, mas acontecerá. Que não demore… É só ler as páginas do Apocalipse de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, para saber.

Esporte é melhor que guerra.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

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Paz em 2014

paiva-netto_foto-oficialO fantasma da guerra, grandes ou pequenas, de diferentes formas, ainda nos ronda. Então, é igualmente hora, no raiar de mais um ano, de falar na Paz e de lutar por ela, até que seja alcançada, incluída a paz no trânsito, em que os desastres vitimam tanta gente. Um dos perigos que a Humanidade atravessa é a vulgarização do sofrimento. De tanto assistir a ele pela necessária mídia, parcela dos povos pode passar a tê-lo como coisa que não possa ser mudada. Eis o assassínio da tranquilidade entre pessoas e nações quando se deixam arrastar pelo “irremediável”. Ora, tudo é possível melhorar ou corrigir nesta vida, como no exemplo de Bogotá, na redução da criminalidade.

Se, pelo massacre das notícias trágicas, as famílias se deixarem tomar pelo absurdo, este irá tomando conta de suas existências. (…)

SOCIEDADE SOLIDÁRIA E ALTRUÍSTICA

Debate-se em toda a parte a brutalidade infrene e fica-se cada vez mais perplexo por não se achar uma eficiente saída, apesar de tantas teses brilhantes. É que a resposta não está longe, e sim perto de nós: Deus, que não é uma ilusão. Paulo Apóstolo dizia: “Vós sois o Templo do Deus Vivo”(II Coríntios, 6:16). João Evangelista, por sua vez, asseverou que “Deus é Amor”(I João, 4:8). Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, pelos milênios, vem pacientemente ensinando e esperando que, por fim, aprendamos a viver em comunidade. Trata-se da perspectiva nascida do Seu coração, que é solidária e altruística, firmada no Seu Mandamento Novo: “Amai-vos como Eu vos amei” (Evangelho segundo João, 13:34), a Lei da Solidariedade Espiritual e Humana, sem o que jamais este planeta conhecerá a justiça social verdadeira.

Num futuro que nós, civis e militares de bom senso, desejamos próximo, não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques ou ao troar de canhões; sobre pilhas de cadáveres ou multidões de viúvas e órfãos; nem mesmo sobre grandiosas realizações de progresso material sem Deus. Isto é, sem o correspondente avanço ético, moral e espiritual. A Esperança de um futuro melhor é chama que não se apaga no coração perseverante no Bem.

OUTRO PARADIGMA

Deve haver um paradigma para a Paz. Qual? Os governantes do mundo? Todavia, na era contemporânea, enquanto se põem a discuti-la, seus países progressivamente se armam. Tem sido assim a história da “civilização”… “Quousque tandem, Catilina?” (Até quando, Catilina?) A Sabedoria Divina, no entanto, adverte que, se queremos a Paz, devemos preparar-nos para ela. E Jesus nos apresentou um excelente caminho: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie, porque estarei convosco, todos os dias, até o fim dos tempos”(Boa Nova consoante João, 14:27). Que tal experimentá-lo?

ROTEIRO ESPIRITUAL

Que todos nós, em 2014, possamos cultivar em nossos lares o Amor Universal preceituado pelos grandes luminares da Humanidade. É o convite que Jesus também nos faz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abri-la para mim, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” (Apocalipse, 3:20). Essa passagem bíblica – juntamente com Efésios, 6:10 a 20, e Apocalipse, 19:11 a 21 – compõe o Roteiro Espiritual para 2014, uma feliz sugestão do respeitado político brasileiro Dr. Bezerra de Menezes (1831-1900), Espírito. Objetivo: compreender a origem espiritual dos desafios diários e vencê-los sob a inafastável Proteção Celeste.

Voltaremos ao assunto.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

Dia Mundial do Rim

Paiva Netto

 paiva-netto_foto-oficialNa quinta-feira, 13 de março, será mundialmente comemorado o Dia do Rim. A iniciativa tem como prioridade a prevenção da Doença Renal Crônica (DRC), fornecendo informações sobre a importância do diagnóstico precoce e quanto aos cuidados com os fatores de risco, entre eles a hipertensão arterial, o diabetes mellitus, a obesidade, o tabagismo e a presença de histórico familiar de doença renal.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), este ano o tema será “1 em 10. O Rim envelhece, assim como nós”. E mais: “A ideia central é chamar a atenção para a alta prevalência da DRC, que pode chegar a 10% da população, especialmente entre os idosos, porque o risco de desenvolvimento da doença aumenta com o envelhecimento”.

O dr. Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da SBN, ressalta que “através de exames extremamente simples, você consegue detectar precocemente se é portador de alguma alteração renal e tomar medidas preventivas para evitar a evolução da doença”. Portanto, não deixemos para amanhã providências que podem impedir graves problemas.

E noticia o conhecido nefrologista: “Uma das coisas que a equipe da Sociedade Internacional [de Nefrologia] está preconizando é que se comemore o Dia Mundial do Rim, bebendo um copo d’água! Uma forma de lembrar que a água faz bem para o rim. Todo mundo brindar com um copo d’água!”.

Para outras informações, acesse os sites www.sbn.org.br e www.boavontade.com.

 

SAÚDE MATERIAL E ESPIRITUAL

Os rins devem ser muito bem tratados. Do seu bom funcionamento depende a saúde geral do organismo. Ao filtrar o sangue, tirando-lhe as impurezas, torna-se um parceiro indispensável do coração que, por sua vez, faz o fluido vital circular pelo corpo.

Não é por acaso que esses dois órgãos estão destacadamente mencionados nas Escrituras Sagradas. No Apocalipse de Jesus, 2:23, temos a famosa passagem em que o Médico Celeste declara: “Todas as igrejas conhecerão que Eu sou aquele que sonda rins e corações. E retribuirei a cada um segundo as suas obras”. Ele conhece bem o nosso íntimo e os processos com que nos intoxicamos e desintoxicamos, porque os rins (como de certo modo o fígado) são os filtros do corpo. Espiritualmente falando, ocorre o mesmo.

É possível observar que o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, nos avalia de acordo com o que produzimos, de bom ou de mau, resultante de nossas emoções (coração) e pensamentos (rins). Contudo, fica subentendido ainda que a qualidade da saúde será um reflexo do tratamento dado a essa admirável engenharia fisiológica (corpo humano) que serve ao Espírito de instrumento para evolução na Terra.

 

CARLOS CHAGAS

O amigo Carlos Chagas, jornalista e comentarista político, promoveu recentemente, em Brasília/DF, uma sessão de autógrafos do seu livro “A ditadura militar e os golpes dentro do golpe: 1964-1969”.

Utilizando suas próprias memórias e relatos publicados em jornais da ocasião, o autor, que é conselheiro da Ordem do Mérito da Fraternidade Ecumênica do ParlaMundi da LBV,  nos apresenta uma nova perspectiva dos anos 1964 a 1969.

Meu agradecimento ao ilustre escritor pela honrosa dedicatória: “Para o caro chefe José de Paiva Netto, com a admiração do Carlos Chagas”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

LBV promove campanha em prol da infância

Iniciativa que beneficia crianças e adolescentes de famílias de baixa renda começou no dia 2 de janeiro

 Logo Crianc¦ºa Nota 10_alta_1Com o tema “Proteger a infância é acreditar no futuro”, a edição 2014 da Campanha Criança Nota 10, da Legião da Boa Vontade (LBV), teve início nesta quinta-feira, 2 de janeiro. A manutenção das escolas da LBV e os programas socioeducacionais promovidos pela Instituição em todo o Brasil dependem dessa iniciativa, que todo ano mobiliza a sociedade e os meios de comunicação em prol do incentivo ao protagonismo infantojuvenil e da proteção dos direitos de crianças e adolescentes de famílias em situação de vulnerabilidade social.

Os beneficiados são os estudantes das unidades educacionais da Legião da Boa Vontade em Belém/PA, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Taguatinga/DF, além das crianças e adolescentes de 6 a 17 anos que participam dos programas LBV — Criança: Futuro no Presente! e LBV — Jovem: Futuro no Presente!, promovidos nos Centros Comunitários de Assistência Social da LBV, instalados em dezenas de cidades brasileiras. A campanha também favorece os participantes da EJA — Educação de Jovens e Adultos (São Paulo/SP) — e do Projeto de Apoio a Ex-alunos, nas cidades de Curitiba/PR e Taguatinga/DF.

Com essa ação, a LBV amplia o trabalho socioeducacional das unidades de atendimento em que é oferecido o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam aprender mais e desenvolver habilidades, longe das ruas ou do isolamento.

A campanha entregará 14 mil kits de material escolar e pedagógico. A ajuda serve de motivação para as crianças e adolescentes prosseguirem com os estudos, além de representar um importante apoio aos pais que não têm recursos para adquirir o material escolar. Os kits são compostos de acordo com a faixa etária dos estudantes. Entre os diversos itens, há estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, mochila, régua, dicionário da língua portuguesa (com a nova ortografia) e de inglês.

Educar com Espiritualidade Ecumênica

A base e o diferencial de todas as ações socioeducacionais da Legião da Boa Vontade são a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, que compõem a inovadora linha pedagógica da Instituição, criada pelo educador Paiva Netto. Com uma metodologia própria, essa proposta é aplicada diariamente nas unidades de atendimento da LBV e considera a formação intelectual de excelência com a reflexão e a vivência de valores éticos, ecumênicos e espirituais. Essa abordagem se fundamenta no desenvolvimento integral do ser humano, porque o contempla em suas dimensões física, psicológica, social e espiritual — base para a construção de uma sociedade verdadeiramente solidária.

Para saber mais sobre a LBV, ligue para 0800 055 50 99 ou acesse o site www.lbv.org.

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Verdadeira amizade

amigasOntem na hora do culto do amigo, despertou uma alegria tão grande em meu coração em saber que eu tenho as amizades mais verdadeiras do mundo.

Sabe aquele momento em que na vida você perdeu a direção de tudo, não consegue confiar mais em ninguém e chega a perguntar a Deus o porquê esta acontecendo tudo isso com você.

Sabe aquele momento que você acha que a vida não tem mais alegria e pensas em até desistir de tudo, desejando somente a morte.

É exatamente isso que eu senti na data de 04/10/2012. Perdi minhas forças, alegria de viver.

Mas Deus é tão maravilhoso que coloca AMIGOS em sua vida, amigos de verdade, aquele que não exige que você esteja com ele e sim ele está com você.

Vocês minhas amigas provaram a mim a essência da amizade, como o pastor disse:

– Amigo é aquele que está ao seu lado no momento que todos se vão, amigo é aquele que deixa de falar para te ouvir, que chama a sua atenção quando está fazendo ou pensando algo de errado na vida. Amigo é aquele que te ama da forma que você é. E não te abandona por bobeiras ou até mesmo por um namoro ou coisa assim.

Vocês transformaram meu 2013 de tristezas para muitas alegrias.

Amigas igual a vocês não existe. Pense nas pessoas que em plena festa junina vai com você a feira vender produtos de limpeza onde se encontra  em cima de mesa de bar, dentro de gavetas de guarda roupa e ainda vestida de caipirinhas rsrsrs só vocês mesmo, nem eu tive coragem de me vestir de caipira.

Tiraram domingos e domingos inteiros para ficar  ao meu lado indo as 6 da manha para feira torrando no sol sem nenhuma cobertura, carregando garrafa por garrafa nos braços, tomando chuva, sol e frio.

É minhas amigas, vocês são os melhores presente que Deus poderia me dar. Tenho certeza que sem vocês ao meu lado não estaria tão bem igual estou hoje.

Joana minha amiga, a mais louca, a mais corajosa, verdadeira, guerreira e cara de pau que eu já conheci até hoje.

Teve a ideia desde o primeiro instante, pegamos gavetas colocamos na caçamba do carro dentro das gavetas de um guarda roupa. Nunca me deixando desanimar. Você sabia que não era o dinheiro da feira que me ajudava e sim a sua alegria de todos os domingos.

Marcela minha pequena sempre disposta a me ajudar, sempre alegre ou brava mesmo, me aguentou chorando em sua casa no momento a qual estava desesperada de tanta angustia você lembra que eu peguei a moto e fui à sua casa e chorei horrores…

Thatiane meu anjo de menina, sempre a cara de pau porem vergonhosa, sempre dava um jeitinho de estar ao nosso lado.

E hoje tenho mais do que certeza que eu tenho verdadeiras amigas….

É… minhas meninas, meus anjos e amigas. Agradeço a Deus por vocês existirem em minha vida. Saiba que eu AMO muito e serei sempre grata a todas vocês.

Graças ao apoio de vocês vejam como comecei e como consegui finalizar uma feira.

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O amor de uma amizade não muda sua vida e sim transforma.

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