A lição que o lenhador aprendeu: entusiasmo não basta!

images (1)Era uma vez um lenhador muito forte que conseguiu um emprego em uma nova madeireira que se instalava na região.

O salário era muito bom e as condições de trabalho também. Por essa razão, o lenhador estava determinado a fazer o seu melhor.

Seu chefe lhe deu um machado e mostrou-lhe a área onde deveria cortar as árvores.

No primeiro dia, o lenhador cortou 15 (quinze) árvores.

“Parabéns”, o chefe disse: “Continue com seu trabalho!”

Altamente motivado pelas palavras de seu chefe, o lenhador tentou cortar mais no dia seguinte, porém, ele só conseguiu abater dez árvores. No terceiro dia ele tentou mais ainda, porém ele só foi capaz de derrubar sete árvores. Dia após dia, ele estava derrubando cada vez menos árvores.

“Eu devo estar perdendo a minha força.” O lenhador pensou. Ele foi até o patrão e pediu desculpas, dizendo que ele não conseguia entender o que estava acontecendo.

“Quando foi a última vez que você afiou o seu machado? o chefe perguntou.

“Perdão chefe, não tive tempo para afiar o meu machado. Tenho estado muito ocupado tentando cortar as árvores…”

Moral da História: A maioria de nós nunca atualiza os conhecimentos que temos. Costumamos pensar que o que apreendemos um dia é o suficiente. Mas só seremos realmente bons quando formos melhor que o esperado. Renovar e reforçar as nossas capacidades ao longo do tempo é a chave para o sucesso.

Maravilhe-se

No caminho de nossa vida existem muito mais coisas para admirar do que nós estamos acostumados a observar.

thumb_configuravelQuando você anseia por fazer a coisa certa e tomar o caminho correto, você assim o fará.
Você deve ser forte para enfrentar e reconhecer
as tentações que surgem no caminho.
Cada tentação superada lhe dará força interior e estabilidade mais profundas,
fazendo você capaz de enfrentar qualquer situação sem se abalar.

Os caminhos de Deus são muito estranhos,
mas lembre-se que Ele vê todo o quadro,
enquanto você só consegue enxergar uma pequena parte.

Deus vê todos os atores na peça da vida;
você só vê os que lhe estão próximos.
Ela aponta o caminho para cada um deles e eles seguem
e cumprem sua tarefa no vasto plano geral, e, assim,
o plano se desenvolve com perfeição.

Observe o seu desenrolar e maravilhe-se.
Aceite tudo com o coração pleno e grato,
e veja a mão de Deus atuando em tudo o que está acontecendo.

A dignidade não se contamina

Há algum tempo, uma emissora de televisão apresentou uma reportagem intitulada A boca do lixo. 

As câmeras focalizaram a realidade das pessoas que vivem do produto que conseguem retirar daquele lugar infecto, chamado lixão. 

As cenas chocaram sobremaneira. Crianças e jovens, adultos e velhos disputavam, com as moscas e os urubus, os detritos jogados pelos caminhões de coleta. 

Eram pessoas que, em princípio, pareciam confundidas com o próprio lixo, que haviam perdido a identidade, a auto-estima, a dignidade. 

Revestidas de trapos imundos, reviravam com suas ferramentas os monturos fétidos e retiravam alguns objetos que colocavam num saco, igualmente imundo. 

No entanto, no decorrer da reportagem, os repórteres elegeram algumas daquelas pessoas e acompanharam um pouco da sua rotina diária. 

Eles as entrevistaram, perguntaram qual o motivo que as levou àquele tipo de trabalho, que se poderia chamar de sub-humano. 

E, na medida em que os entrevistados falavam das suas vidas, de seus anseios, de como encaravam a situação, fomos percebendo uma realidade diferente da que supomos no início. 

Aquelas pessoas não haviam perdido a identidade, tampouco se deixaram confundir com a sujeira. 

Após as lutas do dia, chegavam em seus casebres, tomavam banho, trocavam os trapos infectos por roupas limpas, embora simples, e continuavam seus afazeres domésticos, com dignidade e honradez. 

Percebemos que aquelas pessoas não permitiram que a situação deprimente e miserável lhes contaminasse a dignidade. 

Respondendo às perguntas feitas pelos repórteres, uma senhora que vivia com o marido, seis filhos e a mãezinha já idosa, deixou bem clara a sua posição diante da vida. 

Quando lhe perguntaram se não era muito difícil criar seis filhos, ela respondeu sorrindo: 

Eu os amo de igual forma. Se Deus os mandou, é porque devo criá-los. O que não podemos é matar. Eu nunca matei nenhum no ventre, como não mataria agora, depois de nascido. 

E quando o repórter perguntou à avó se ela ajudava a cuidar dos netos, esta respondeu com sabedoria: 

Eu já criei e eduquei meus 9 filhos. Agora, cabe à mãe deles criá-los. Se fosse para eu criar, Deus os teria enviado como meus filhos também. 

Uma outra senhora, bem idosa, que também trabalhava no lixão, demonstrava sinais evidentes de dignidade e fé em Deus. 

O corpo esquálido e a falta de dentes davam notícia dos maus tratos que o tempo imprimira àquela mulher. 

Todavia, ao responder ao entrevistador se não se envergonhava de trabalhar no monturo, disse que vergonha é roubar e matar, e que disso ela jamais seria capaz. 

Aquelas pessoas, unidas pela desdita, falavam de amizade, respeito mútuo, companheirismo, convidando-nos a mais profundas reflexões em torno das nossas próprias vidas. 

É tempo de pensarmos um pouco, antes de reclamar da própria situação, já que, por pior que seja, não se pode comparar a daqueles que vivem do lixo que nós atiramos fora. 

* * * 

Deus não cria as situações de miséria para Seus filhos. 

Todas as condições sub-humanas impostas a determinadas classes sociais, são geradas pelo próprio homem, que se enclausura na concha escura do seu egoísmo, quando poderia, com poucos esforços e uma pequena dose de solidariedade, dar a cada um o necessário para viver. 

Pensemos nisso!