10 Atitudes das pessoas realmente comprometidas

imagesQuando perguntamos a qualquer empresário, presidente, diretor, gerente, supervisor, chefe, o que ele mais deseja de seus colaboradores, a resposta é imediata: “Gostaria que eles fossem mais comprometidos”.

Quando perguntamos a amigos, professores, pais, filhos, membros de clubes e associações, o que eles mais sentem falta nas pessoas de seu relacionamento, a resposta é a mesma. “Gostaria que as pessoas fossem mais comprometidas”. Mas, afinal, o que é, de fato, “ser uma pessoa comprometida”?
Veja 10 coisas que nos disseram:
1. Uma pessoa comprometida procura sempre colocar-se no lugar das outras; sentir o que as outras sentem;
2. Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo o que faz, no detalhe do detalhe;
3. Uma pessoa comprometida termina o que começa e não deixa as coisas pela metade;
4. Uma pessoa comprometida vem com soluções, e não com mais problemas, quando tem uma tarefa a cumprir;
5. Uma pessoa comprometida pergunta o que não sabe e demonstra vontade de aprender. Vai fundo até dominar o que não sabe e deveria saber;
6. Uma pessoa comprometida cumpre prazos e horários;
7. Uma pessoa comprometida não vive dando desculpas por seus atos e nem procura culpados pelos erros cometidos;
8. Uma pessoa comprometida não vive reclamando da vida e falando mal das pessoas. Ela age para modificar a realidade;
9. Uma pessoa comprometida não desiste facilmente. Ela não descansa enquanto não resolver um problema. Ela vai atrás da solução;
10. Uma pessoa comprometida está sempre pronta a colaborar com as outras. Ela participa. Dá idéias. Você pode contar com ela.
Nesta semana, pense se as pessoas avaliam você como alguém verdadeiramente comprometido. Comprometa-se!
Pense nisso. Sucesso!

A questão do tempo

A questão do tempoO vestibulando chega correndo ao local da prova, mas o portão se fecha à sua frente. Ele senta e desaba. 
 
Tanto esforço. Tanta preparação. Tanto estudo. Tudo perdido por um atraso mínimo de segundos. 
 
O pedestre observa o sinal vermelho, mas decide atravessar correndo porque está atrasado para um compromisso. 
 
Freada brusca. Susto. Talvez ferimentos graves. Tudo por questão de um segundo de precipitação. 
 
O funcionário chega correndo, esbaforido, bate o cartão e vai para seu local de trabalho. 
 
Ali, precisa de alguns minutos para se recompor. Subiu as escadas correndo, porque os elevadores estavam lotados e ele não desejava se atrasar, a fim de não ter descontados valores ao final do mês em seu salário. 
 
Desculpas se sucedem a desculpas. Não deu tempo. Não foi possível chegar. Perdi o ônibus. O trânsito estava terrível na hora em que saí. 
 
Tempo é nossa oportunidade de realização, que devemos aproveitar com empenho. 
 
A nossa incapacidade de planejar o tempo provoca a desarmonia e toda a série de contratempos. 
 
O tempo pode ser comparado a uma moeda. Se tomarmos de uma porção de ouro e cunharmos uma moeda, poderemos lhe dar o valor de um real. 
 
Este será o valor inscrito mas o valor verdadeiro será muito maior, representado pela quantidade do precioso metal que utilizamos. 
 
As moedas do tempo têm uma cunhagem geral, que é igual para todos: um segundo, um mês, um ano, um século. Mas o valor real dependerá do material com que cunhamos o nosso tempo, isto é, o que fazemos dele. Para um correto aproveitamento desse tesouro que é o tempo, é preciso disciplina. 
 
Para evitar correria, levantemos um pouco mais cedo. Preparemo-nos de forma mais rápida, sem tanta “enrolação”. 
 
Deixemos, desde a véspera, o que necessitaremos para sair, mais ou menos à mão, evitando desperdícios de minutos a procura disto ou daquilo. 
 
Se sabemos que o trânsito, em determinados horários, está mais congestionado, disciplinemo-nos e nos programemos para sair um pouco antes, com folga. 
 
Esses pequenos cuidados impedirão que percamos compromissos importantes, que tenhamos de ficar sempre criando desculpas para justificar os nossos atrasos, que tenhamos taquicardia por ansiedade ao ver o relógio dos segundos correr célere, demarcando os minutos e as horas. 
 
*** 
 
Na órbita das nossas vidas, não joguemos fora os tempinhos tantas vezes desprezados. 
 
Aproveitemos para escrever um ligeiro bilhete de carinho a alguém que esteja enfrentando momentos graves. 
 
Telefonemos a um familiar ou amigo que não vejamos há muito tempo. 
 
Cuidemos de um vaso de planta. Desenvolvamos idéias felizes para fazer o bem a alguma pessoa que saibamos necessitada. 
 
Valorizemos os minutos para descobrir motivos gloriosos de viver, para aprender a amar a vida e iluminar o nosso caminho.