Fé é diferente de ter uma religião


Ter fé é muito diferente de ter uma religião definida.


Hoje, eu sou alguém que visita diferentes religiões… porque, muitas vezes, isso depende da dor que estou sentindo e do que preciso enxergar e acolher dentro de mim.


Sempre que a tristeza aperta, quando a angústia vem ou quando sinto que algo pode me derrubar, eu paro… e converso com Deus.


O meu Deus. Aquele em quem acredito e que, um dia, me tirou da sombra do vale da morte — e que, desde então, caminha comigo todos os dias.
Ter fé é acordar sem saber como estará a saúde, sem saber o que vai acontecer… mas, ainda assim, ter a certeza de que Deus nunca deixará faltar o essencial dentro de casa.
Eu já estive acamada.


Sendo PJ, dependia 100% do meu trabalho — e, naquele momento, perdi praticamente todos os meus clientes.


Mesmo assim, não perdi a fé. Porque, no fundo, eu sabia: Deus ainda tinha algo melhor preparado para mim.


O tempo passou…
E, com ele, veio algo maior: inteligência, discernimento, direção.


Hoje, três anos depois, tenho três vezes mais clientes e faço coisas que antes eu nem imaginava ser capaz.


Deus sabe de todas as coisas. Ele conhece cada dor.


Por isso, até nos piores momentos, eu escolho entregar tudo nas mãos Dele.


Porque acredito que, para tudo, existe um propósito — mesmo que só faça sentido lá na frente.


O inimigo vem para derrubar, humilhar e tentar destruir.


E, quando você está forte na fé, muitas vezes ele tenta atingir quem você mais ama… para abalar aquilo que existe dentro de você.


E é aí que está a escolha:
continuar acreditando… ou desistir.


Eu escolho acreditar.


Em tudo que vivo, em tudo que faço, eu repito:
Deus proverá. O milagre virá. O melhor sempre chegará — porque nunca faltou.


Por isso, não questione a religião de alguém.
Questione se existe fé de verdade dentro do coração.

Renata Lombardi

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