Curso de Informática Particular

Atenção!!!

Arte 1Mora em Votorantim ou Região mais próxima e não encontra nenhuma escola de informática que tenha um ensino de qualidade com garantia de aprendizado, apostila 100% práticas e Certificado.

Interessado em se especializar em Pacote Office Básico e Avançado, com mais de 60 arquivos Administrativos diferentes como casos para aulas.
Desenvolver várias situações de empresas diferentes.

Aulas no Período Noturno ou aos Finais de Semana somente.

Invista seu dinheiro naquilo que irá lhe dar um ótimo retorno, em VOCÊ!

Interessado, favor me chamar pelo Whats 15 99715-8349.

16508800_10206524403183406_7596152699597827619_n

A Tartaruga Tagarela

TartarugaEra uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.

Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago. Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida. E foram dizer adeus à tartaruga

– Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. – Levem-me com vocês, senão eu morro!

– Mas você não sabe voar! – disseram os patos. – Como é que vamos levá-la?

– Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! – gritava a tartaruga.

Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.

– Pensamos num jeito que deve dar certo – disseram – se você conseguir ficar quieta um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas cuidado: lembre-se de não falar! Se abrir a boca, estará perdida.

A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima! Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio. Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.

Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer: “Como estamos alto!” Mas lembrou-se de ficar quieta.

Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar: “O que é aquilo que brilha tanto?” Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.
Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.

– Olhem os patos carregando uma tartaruga! – gritavam. E todos correram para ver.
A tartaruga bem quis dizer: “E o que é que vocês tem com isso?”; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo:

– Não é engraçado? Não é esquisito? Olhem! Vejam!

E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir:

– Vocês já viram coisa mais ridícula? – zombavam.
E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou:
– Fiquem quietos, seus bobalhões…!

Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.
Moral da história: Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.

Como encontrar a felicidade

Post1Depois de duas semanas de torradas sem manteiga e corridas nas manhãs geladas ao redor do parque, uma amiga minha voltou a se pesar e o ponteiro da balança parou no mesmo lugar que estava marcando antes.

Isto lhe pareceu típico de como tudo vinha lhe saído mal ultimamente.

Estava mesmo destinada a nunca ser feliz.

ao vestir-se, fazendo caretas para entrar no jeans apertado descobriu 20 dólares no bolso.

Depois, a irmã telefonou-lhe contando uma história divertida.

Quando saiu apressada por Ter ainda que pôr gasolina descobriu que sua companheira de quarto já enchera o tanque. e essa era a pessoa que havia pensado que nunca seria feliz!

De uma maneira ou de outra, todos os dias chegam até nós conselhos mais ou menos simplistas sobre a felicidade, cuja técnica reside na necessidade de fazermos algo para sermos felizes

– seja escolher as opções corretas ou contar com o que é certo para nós mesmos.

A juntar a isto há ainda a noção de que a felicidade é um estado permanente.

A menor quebra na alegria sugere problemas.

Acontece é que a maior parte das pessoas não vive num estado permanente de felicidade, mas em algo mais vulgar, uma mistura daquilo que o ensaísta Hugh Prather chamou de “problemas por resolver, vitórias incertas, com alguns momentos de paz verdadeira”.

talvez o dia de ontem não tenha sido feliz depois daquele desentendimento com o patrão.

Mas houve ou não momentos de felicidade, de Paz absoluta?

Se você pensar bem, não se lembra de Ter recebido uma carta de um velho amigo, ou de terem lhe perguntado onde fez um corte de cabelo tão bom?

Embora o dia tenha tido bons momentos, você só se lembra do que ele teve de ruim.

A felicidade é como aquela visita, genial e exótica, que surge quando menos se espera, encomenda uma rodada de bebidas extravagantes e desaparece em seguida, deixando atrás de si um rastro de perfume de gardênia.

Ela nem sempre aparece quando se convoca, e só se pode apreciá-la quando se digna aparecer.

A felicidade não se força, mas pode-se viver em pleno quando ela surge.

Ao regressar a casa absorvido com seus problemas, tente reparar no crepúsculo que incendeia as vidraças da cidade.

Escute os gritinhos das crianças que brincam ao entardecer e sentir-se-á revigorado, só por Ter ouvido com atenção.

A felicidade é uma atitude.

É limpar as persianas ao som de uma canção; passar uma hora agradável arrumando o armário.

A felicidade é a família reunida para o jantar.

É o presente, não a promessa distante de “um dia, quando…” como somos mais afortunados e como nos sentirmos mais felizes se nos apaixonarmos pela vida que temos!

A felicidade é uma opção. Agarre-a quando ela surge, como um balão fugindo em direção ao mar azul brilhante.

A árvore que falava

GRD_capaarvoreLonge, muito longe… bem no coração da savana, vivia uma árvore maior e mais velha do que qualquer outra.

Abrigava, sob a sua corcha, toda a sabedoria de África.

A seus pés, por entre as altas ervas, a leoa espiava o antílope ou a zebra que se tinham afastado do grupo. Como era a única árvore das redondezas, os pássaros, que se empoleiravam nos ramos mais altos, conheciam-na bem. Também as girafas, que comiam as folhas dos ramos do meio, a conheciam. E os leões, que se estendiam sob os ramos baixos para fazerem a sesta…

E assim a árvore conhecia todos os segredos dos pássaros, dos leões, das girafas, das zebras e de muitos outros animais. É que ela escutava com todas as suas folhas.

Até os homens vinham sentar-se debaixo dela no momento das grandes decisões, discutindo os assuntos sérios à sombra dos seus ramos.

A árvore sabia mais sobre o povo dos homens do que o mais velho dos anciãos e o mais sábio dos sábios. Porque ela sabia calar-se, enquanto eles gostavam de falar.

Mas a árvore não guardava para si o seu saber: àqueles que tinham os ouvidos atentos, ela murmurava, em confidência, a resposta a muitas questões.

Quando os seus filhotes estavam suficientemente grandes para voar, as andorinhas, as cotovias e os estorninhos tinham por hábito levá-los até à árvore. Ao cair da noite, esta enchia-se de chilreios. Passado algum tempo, com três bicadas, os pais faziam calar os mais palradores. E cada um escutava o murmúrio que subia da raiz mais profunda até ao raminho mais alto.

No dia seguinte, os jovens sabiam um pouco mais da arte de voar em ziguezague para enganar as aves de rapina que mergulham sobre as presas. E a águia ou o milhafre regressavam às montanhas de mãos a abanar, perguntando-se por que milagre todos os passarinhos daquele canto da savana se tinham tornado, de repente, tão espertos!

E cada girafinha que partia a mascar um punhado de folhas da árvore ficava a saber um pouco melhor como evitar a leoa que caçava. E, misteriosamente, cada leãozinho, depois da sesta ao pé da árvore, desconfiava um pouco mais do riso da hiena que rondava à procura de uma presa fácil.

Mas os homens, esses, partiam tão sisudos e estúpidos como tinham vindo, e a sua tagarelice nada lhes tinha ensinado porque não sabiam escutar.

Eram orgulhosos e arrogantes. Incendiavam a savana com os seus fogos e matavam mais animais do que aqueles que precisavam para se alimentar. Matavam-se até uns aos outros. E chamavam a isso «a guerra». A árvore falava-lhes, como a todos, mas os homens não a escutavam. Por causa deles, a árvore ficou triste. Pela primeira vez, sentiu-se velha e cansada. Se pudesse, ter-se-ia deitado para esquecer. Mas quando se é uma árvore, é preciso ficar de pé a recordar…

Foi então que as suas folhas amareleceram e secaram e, em breve, ficou nua no meio da savana. Os pássaros começaram a desdenhar dos seus ramos e os leões e as girafas também, porque ela deixou de lhes falar.

E todos diziam que ela estava morta.

* * *

Por muito tempo a árvore seca ficou de pé. E parecia que nada viria alguma vez a mudar… O milhafre da montanha estava contente e as hienas riam-se. A leoa perdeu um leãozinho, a girafa uma girafinha e a andorinha, três passarinhos que mal sabiam voar.

Mas, uma manhã, veio um pequeno homem com um ar decidido. Tinha o olhar de uma criança, e esse olhar não reflectia nem fogo nem sangue. As suas mãos não agarravam nem arco nem zagaia. Contudo, era um homem.

Parou ao pé da árvore seca, estendeu os braços e, com as pontas dos dedos, tocou no tronco, muito devagar, ao de leve, como se acordasse alguém que dorme. A corcha estremeceu. E a voz do pequeno homem subiu ao longo da árvore, terna como um cântico muito antigo. O homem falava à árvore, cheio de simplicidade. Depois, calou-se. E encostando a orelha ao tronco, escutou. O vento nos ramos parecia formar palavras e frases. E quanto mais a árvore falava, mais a expressão do homem se iluminava.

Quando a árvore terminou, o homem partiu. Quando voltou, trazia um machado aos ombros. Uma vez perto da árvore, levantou a cabeça em direcção aos ramos e murmurou algumas palavras em tom de desculpa. Depois, firme nas suas pernas, com o cabo do machado bem preso nas mãos, começou a cortar o tronco.

E a madeira ressoou na savana, até aos limites do deserto e das montanhas.

Cada pássaro, cada leão e cada girafa reconheceram a voz da velha árvore.

Todos acorreram para junto dela, mas apenas encontraram um cepo e algumas aparas espalhadas pelo solo.

É que o pequeno homem, ajudado por alguns da sua aldeia, tinha levado a árvore até casa. E, com medo dos homens, os animais não se atreveram a segui-lo.

Uma vez chegados à aldeia, o homem pôs-se a trabalhar. Tinha uma grande ideia: para que a voz de madeira da velha sábia percorresse de novo a savana, iria fazer um tantã.

Um tantã mais sonoro e maior do que qualquer outro. Suficientemente longo para que todos os homens da tribo pudessem tocar em conjunto.

Quando o homem pegava de novo no machado para podar os ramos e deixar, assim, o tronco livre, aqueles que tinham carregado a árvore com ele fizeram-lhe sinal que parasse:

— Pequeno homem, nós ajudámos-te — disseram os homens fortes com as suas vozes grossas. — O nosso trabalho deve ser pago.

— Mas… com que é que vos vou pagar? Eu não tenho nada, bem sabem!

— Deixa-te disso! — insistiram os homens fortes. — Trouxemos a tua árvore, dá-nos a nossa parte.

— Não pode ser — protestou o homem. — É preciso que o tronco fique inteiro para o tantã. Se não, como é que a tribo poderá tocar?

Os homens obstinavam-se a reclamar a sua parte da madeira e o assunto foi levado ao Conselho dos Anciãos.

* * *

Era uma assembleia de homens muito velhos e muito tagarelas. Sempre prontos a pronunciar uma sentença ou um julgamento, tanto a propósito do que conheciam como do que ignoravam. Nada lhes agradava mais do que reunirem-se quando lhes pediam um conselho, e também quando não lhos pediam! Ora, o Conselho tinha por hábito reunir-se debaixo da grande árvore, e os velhos sentiam-se desamparados… pois a árvore tinha sido cortada! O mais velho dos Anciãos, um pequeno velhinho com a face enrugada como uma ameixa seca, agitou o cachimbo por cima da cabeça e tomou a palavra:

— O Conselho não se pode reunir por falta de um lugar adequado.

E expeliu uma baforada do seu cachimbo.

Os outros membros do Conselho, sentados em círculo, aprovaram com um movimento de cabeça, expeliram, cada um, uma baforada do seu cachimbo e guardaram silêncio.

Os homens fortes, que queriam a sua parte da árvore, e o pequeno homem, que nada queria, não sabiam o que fazer.

Impaciente por começar o trabalho, o homem avançou para dentro do círculo, curvou-se respeitosamente diante do mais velho dos Anciãos:

— Digam-me apenas se posso começar o meu trabalho, já que estais aqui reunidos.

— É verdade que estamos aqui — respondeu o Ancião. — Mas o Conselho não está reunido. Por isso, não pode dar a sua opinião.

Expeliu uma outra baforada e calou-se.

Os homens fortes, impacientes por levar a madeira que lhes cabia, inclinaram-se, por sua vez, diante dos Anciãos e disseram:

— Digam-nos apenas se podemos pegar na nossa parte.

O Ancião nem se deu ao trabalho de responder. Limitou-se a expelir uma baforada do cachimbo e permaneceu em silêncio.

Mas o mais forte, que também era o mais impaciente, deu um passo em frente.

De imediato, o velho homem largou o cachimbo e, com uma voz trémula, acrescentou precipitadamente:

— O Conselho vai reunir… para decidir onde terá lugar o próximo Conselho.

O discurso enfadonho que se seguiu poderia ter durado até ao final dos tempos, se o Conselho não tivesse acabado por decidir… que decidiria mais tarde!

De seguida, os velhos aconselharam o pequeno homem a dar aos homens fortes o que eles pediam. Depois, reclamaram, por sua vez, um pedaço da árvore como recompensa pelo sábio conselho. E o pequeno homem assim o fez, porque era costume dar uma prenda aos Anciãos, como agradecimento pelos seus conselhos.

E cada um se apressou a serrar, a rachar e a atar.

E o pedaço de árvore não tardou a transformar-se em achas, toros e feixes para queimar. Os homens acendiam fogueiras à volta da aldeia para manter afastados os animais selvagens. Ignoravam que os animais tinham ainda mais medo deles do que das suas fogueiras.

* * *

Um pouco desiludido, o pequeno homem reparou na diminuição do tronco, mas disse para si mesmo que, apesar de tudo, ainda chegava para fazer um bom tambor para a tribo.

Lançou-se ao trabalho, cheio de coragem. O machado, no entanto, não era muito adequado para o descortiçamento, por isso decidiu ir a casa de um vizinho pedir emprestado um podão, cuja lâmina curvada faria melhor o serviço. Como era hábito, o vizinho estava a fazer a sesta e o pequeno homem acordou-o para lhe fazer o pedido.

— Ah! És tu? — disse o vizinho, bocejando como um hipopótamo. — O que queres de mim?

— Podias emprestar-me o teu podão? — perguntou muito educadamente o pequeno homem.

— Eh! — respondeu o vizinho, tão amável quanto um crocodilo a quem interromperam a digestão. — Não me deixas dormir com esse barulho todo… E ainda por cima queres que te empreste o meu podão! E se eu precisar dele?

— Mas… é só por um dia! Amanhã já terei acabado!

— O que me dás em troca?

— Sabes bem que não tenho nada de meu.

— Ah não? E essa árvore? É tua, não é?

— Sim, mas… — começou o pequeno homem.

— Pois bem, dá-me um pedaço para alimentar a minha fogueira e emprestar-te-ei o meu podão.

Assim se fez, já que mais ninguém na aldeia tinha a ferramenta de que o pequeno homem precisava.

Um pouco desiludido, atentou no tronco, agora mais pequeno. No entanto, havia ainda madeira para fazer um tantã para a tribo.

Lançou-se ao trabalho, cheio de coragem. E o descortiçamento depressa terminou.

Mas, quando quis cavar o tronco, apercebeu-se de que não tinha cinzel para o fazer.

De certeza que o vizinho tinha um, mas será que lho emprestaria sem reclamar mais um pedaço da árvore?

Infelizmente, mais ninguém da aldeia tinha cinzel. E era preciso acordar novamente o hipopótamo, amável como um crocodilo.

— Tu, outra vez! — bocejou o vizinho. — O que queres?

— Desculpa — disse o pequeno homem com a sua voz gentil. — Vim devolver-te o podão… e pedir-te, em troca, um cinzel, se fazes o favor.

— Em troca? — zombou o vizinho. — Não há troca nenhuma porque o podão é meu. Dá-me um pedaço de madeira para a minha fogueira e emprestar-te-ei o meu cinzel.

* * *

Assim foi feito. E o pequeno homem, um pouco desiludido, atentou no tronco muito curto. Ainda podia fazer um bonito tantã, não para toda a tribo, mas, mesmo assim, um bonito tantã. Cheio de coragem, meteu mãos à obra e depressa cavou o tronco. Faltava apenas endurecê-lo ao lume, para que fosse mais sólido e para que o seu som chegasse mais longe.

Mas o pequeno homem não tinha fogueira e já havia dado tanta madeira aos outros que não possuía o suficiente nem para atear um fogo. Claro que a fogueira do vizinho crepitava, um pouco mais longe, mas não ousava acordá-lo pela terceira vez.
Foi então pedir aos homens fortes a permissão de passar o seu tantã pelo fogo.

— De acordo, — disseram eles — mas com a condição de pores uma acha na nossa fogueira, como todos fazem.

— Mas… já não tenho madeira, já vos dei tudo! — respondeu.

— Ah sim? E isto, isto não é madeira? — perguntou o mais forte dos homens fortes, indicando o pequeno tantã.

Com a morte na alma, o pequeno homem teve de se resolver a cortar um pedaço do tantã antes mesmo de lhe ter ouvido a voz.

E quando pensou naquilo que lhe restava do imenso tronco que a árvore lhe tinha dado, esteve quase para se sentar a chorar e abandonar o seu belo projecto.

Mas caiu de novo em si e disse para si mesmo que, apesar de tudo, se não chegasse para um tantã, chegaria para fazer um grande tambor.

Cheio de coragem, meteu mãos à obra e o que restava do tantã foi rapidamente convertido em djembé. (Djembé é o nome que se dá em África a esta espécie de tambor). Mas o pequeno homem apercebeu-se de que lhe faltava uma pele de cabra para o tambor.

Partiu então à procura do rebanho de cabras. A rapariga que as guardava era ainda quase uma criança, e o pequeno homem pensou que seria mais fácil falar com ela.

— Bom dia — disse à criança.

— Bom dia — respondeu ela. — És tu que dás madeira a toda a gente em troca de uma ferramenta ou de lume?

— Sim, quer dizer… — começou ele.

— O que queres de mim? — interrompeu a criança.

— Apenas uma pele de cabra, uma daquelas que tens por aí. Mas já não tenho madeira para te dar.

— É pena — disse a rapariga. — Porque também eu necessito de um pouco de madeira. Para afastar os leões do meu rebanho não há nada melhor do que uma boa fogueira, disseram-me os Anciãos.

— Oh, por favor, dá-me uma pele. Bem vejo que não te fazem falta — suplicou o pequeno homem.

— Pelo contrário, as minhas peles, troco-as por madeira! — retorquiu a criança.

E, como mais ninguém na aldeia tinha peles de cabra, o homem foi obrigado, uma vez mais, a cortar um pedaço do tambor.

* * *

A pele de cabra era dura e seca, frágil como uma corcha. Antes de a colocar no tambor, era preciso macerá-la, fervê-la, esticá-la, batê- la, para a tornar mais suave e tão sólida como o couro.

Só faltava levá-la ao curtidor.

Aquele que curtia todas as peles da tribo morava sozinho fora da aldeia, perto do rio. O seu trabalho requeria muita água. E os outros não tinham querido que ele se instalasse perto, devido ao cheiro insuportável das peles molhadas.

Mas, por mais longe que o curtidor morasse, também ele tinha ouvido falar da árvore abatida. Por sua vez, reclamou uma parte, como prémio do seu trabalho.

— Mas já não há nenhuma árvore! — lamentou-se o pequeno homem. Ficou apenas um tambor!

— De acordo — concluiu o curtidor. — Contentar-me-ei com um bocado do tambor.

E o pequeno homem cortou e deu-lhe a madeira, e a pele foi curtida, seca e ficou pronta a ser colocada no djembé.

Quando quis esticá-la, deu-se conta de que lhe faltava uma corda para o fazer.

Foi então à procura daquele que na aldeia melhor sabia entrançar cordas. É que a corda que estica a pele de um djembé tem de ser sólida.

Tal como os outros, o entrançador de cordas pediu um pouco de madeira. Apesar dos seus protestos e lamentos, o pequeno homem nada conseguiu. E o tambor ficou ainda mais pequeno.

Regressou a casa perturbado, com a corda ao ombro. Ao ver o tambor tão pequeno, perguntou-se se teria valido a pena o trabalho.

Depois, recordou a árvore que se erguia no meio da savana. Lembrou-se da promessa que lhe tinha feito e sentiu de novo coragem. Depressa a pele de cabra foi colocada no djembé, em arco, e muito esticada por uma rede de nós sólidos e complicados.

* * *

O homem olhou para o seu djembé, finalmente pronto! Claro que era umdjembé muito pequenino, bem diferente daquele tantã que ele quereria ter talhado e no qual toda a tribo teria tocado em conjunto. No entanto, o homem não ficou decepcionado, porque era um belo djembé: esculpido, polido, suficientemente largo para as suas pequenas mãos, e suficientemente grande para lhe caber entre os joelhos. Então, quis experimentá-lo. Com as palmas e os dedos pôs-se a tocar. E a voz que saía deste tambor, tão pequenino que mais parecia um tambor de criança, era ampla e vasta e profunda como a floresta.

O homem sentiu-se arrebatado e as suas mãos continuaram a tocar… E a voz imponente do pequeno djembé estendeu-se a toda a aldeia e à savana inteira.

Um por um, todos os membros da tribo aproximaram-se dele. Tinham vindo todos: desde o mais ancião dos Anciãos à pequena guardadora de cabras, do mais forte dos homens fortes ao vizinho crocodilo. Tinham deixado as suas fogueiras, as suas conversas enfadonhas e as suas sestas, para formar um círculo em redor do pequeno tambor. E faziam silêncio.

Do pequeno djembé elevavam-se palavras e frases que diziam toda a savana: o medo da zebra que foge à azagaia do caçador ávido, o sofrimento da erva que curva perante a chama acesa pelo homem, a doçura do vento que murmura nos ramos da árvore… E os homens escutavam. Eles, que só pensavam na caça, na guerra e nas fogueiras, faziam silêncio.

Assim, até aos limites da montanha e do deserto, cada pássaro, cada leão e cada girafa reconheceram a voz da velha árvore. E, graças às mãos do pequeno homem, todos partilharam de novo o seu saber, por muito tempo ainda. Porque, ao som do djembé, o cepo da antiga árvore germinou. Do jovem rebento brotou uma nova árvore.

E, sob a sua corcha de árvore, corria a seiva da sabedoria de África.

A seus pés, por entre as ervas altas, a leoa espiava o antílope ou a zebra que se tinham afastado do grupo. Os pássaros, que se empoleiravam nos ramos mais altos, conheciam-na bem. E as girafas, que comiam as folhas dos ramos do meio, e os leões, que se estendiam sob os ramos baixos para fazerem a sesta.

Até os homens…

Pato ou Águia?Você decide.

aguia_pato_galinhaEu estava no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notei foi um táxi limpo e brilhante. O motorista bem vestido, camisa branca e calças bem passadas, com gravata. O taxista saiu, me abriu a porta e disse: “Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão.” No cartão estava escrito:

< Missão de Willy – Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável> Fiquei impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy me perguntou: “O sr. aceita um café?” Brincando com ele eu disse: “Não, eu prefiro um suco”. Imediatamente ele respondeu: “sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água” também me disse: “Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.” Ao começar a corrida Willy me disse: “Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam.” Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí me avisou qual era a melhor rota para meu destino e se eu queria conversar com ele ou se preferia que eu não fosse interrompido.

Eu perguntei: “Você sempre atende seus clientes assim?” “Não”, ele respondeu. “Nem sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro chamado Ele dizia: Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando.

Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas… Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagem. Se não posso atender, consigo um amigo taxista “águia” confiável para fazer o serviço.” Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
Não importa se você trabalha em um Escritório, Com manutenção, Professor, Vendedor,Servidor público, Político, Executivo, Empregado ou Profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? Lembre: A DECISÃO É SUA E CADA VEZ VOCÊ TEM MENOS TEMPO PARA MUDAR.

Ótimo dia a todos… Ótimas Vendas…

Momento Reflexão

*1ª AULA*
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.

Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
– Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde:
– Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa.

De repente uma raposa aparece e come o coelho.

*Conclusão:* Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

*2ª AULA*
Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

*Conclusão:* Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

*3ª AULA*
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e, na rua, encontram uma antiga lâmpada mágica.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.

O gênio diz:
– Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

– Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários!
– Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida…
Puff e ele foi…

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
– Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas!
Puff, e ele se foi…

Agora você, diz o gênio para o gerente.
– Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

*Conclusão:* Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

*4ª aula*
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.

No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente,observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.

Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
– Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:
– Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

*Conclusão:* A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

*Portanto,*
*Antes* de falar, escute…
*Antes* de escrever, pense…
*Antes* de gastar, ganhe…
*Antes* de julgar, espere…
*Antes* de desistir, tente…

*“No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo.”*

7 coisas que afetam a sua Frequência Vibracional.

1ª – Os Pensamentos. human-1219543
Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa
frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, medo, isso tudo vai voltar para você. Por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.

2ª – As Companhias.
As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas, fofoqueiras e pessimistas, tome cuidado! Pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor.

3ª – As Músicas.
Músicas são poderosíssimas. Se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, abandono, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se: você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.

4ª – Coisas que você Assiste.
Quando você assiste programas que abordam desgraças, mortes, traições, etc. seu cérebro aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência mais elevada.

5ª – O Ambiente.
Seja na sua casa ou no seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem!

6ª – A Fala.
Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a Responsabilidade pelas Escolhas da sua Vida!

7ª – A Gratidão.
A Gratidão afeta positivamente a sua frequência vibracional, esse é um hábito que você deveria incorporar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer por tudo, pelas coisas boas e ruins, por todas as experiências que você já vivenciou. A gratidão abre as portas para que >as coisas boas fluam positivamente na sua vida. Você já agradeceu hoje?”

Alegria …. alegria com atitudes e ações positivas !!! SEMPRE !!!

O Sapo

17155316_1237416076377321_4890358493255079558_nSe você colocar um sapo numa panela, enchê-la com água e a colocar no fogo, vai perceber uma coisa interessante: o sapo se ajusta à temperatura da água, e permanece lá dentro. E continuaria se ajustando, quanto mais subisse a temperatura. Quando a água estivesse perto do ponto de fervura, e o sapo tentasse saltar para fora, não conseguiria, porque estaria muito cansado devido aos ajustes que teve que fazer. Alguns diriam que o que matou o sapo foi a água fervendo…. o que o matou, na verdade, foi a sua incapacidade de decidir quando pular fora. Pare de se ajustar à pessoas erradas, relacionamentos abusivos, amizades parasíticas, trabalhos fim-de-carreira e tantas situações que vivem te “esquentando”. Quando você já fez tudo o que pôde, e ainda tem que viver fazendo mais, você corre o risco de morrer tentando, e não alcançar nada.
Saia fora disso.

O ponto preto na folha branca

ponto_negroCerto professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago.
Todos ficaram assustados,pois o professor como de costume entregou a prova virada para baixo.
Quando puderam ver para surpresa de todos,não havia uma só pergunta.
Havia apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor,analisando a expressão surpresa de todos,disse:
Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Os alunos confusos começaram a difícil tarefa.
Terminado o tempo,o professor recolheu as folhas…
…Colocou-se em frente à turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas sem exceção,definiram o ponto negro e tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Após ler todos os textos,a sala em silêncio ele disse:
Esse teste não será para nota,apenas serve de lição.
Ninguém falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar,aproveitar,mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente de DEUS,dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos pra comemorar sempre.
A natureza que se renova.
Os amigos que se fazem presentes.
O emprego que nos dá sustento.
Os milagres que diariamente presenciamos.
No entanto,insistimos em olhar apenas para o ponto negro.
O problema de saúde que nos preocupa.
A falta de dinheiro.
O relacionamento difícil com um familiar.
A decepção com as pessoas.
Os pontos negros são mínimos.
Comparando com tudo aquilo que recebemos diariamente.
Mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso:
Tire os olhos dos pontos negros da sua vida e aproveite cada bênção e cada momento que DEUS lhe dá.
Tranquilize-se e seja feliz.

As palavras têm poder: Aprenda ser sempre positivo!!

feliz-fruta-maca-papel-triste-verde-favim-com-78641OS 10 AUXILIARES LINGUÍSTICOS:

1) CUIDADO COM A PALAVRA “NÃO”.

A frase que contém a palavra “NÃO”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “NÃO” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo: pense em “NÃO”… Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha… Eu pedi para você “NÃO” pensar na cor vermelha e você provavelmente pensou.
Procure falar no positivo, diga o que você quer e não o que você não quer, por exemplo: uma pessoa diz a outra, “Não mexa no meu computador”, ele deveria dizer algo como …”No meu computador só quem mexe sou eu”, ou “Você está proibido de mexer em meu computador”.

2) CUIDADO COM A PALAVRA “MAS”, QUE NEGA TUDO O QUE VEM ANTES.

Por exemplo: “O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS…”. Substitua o MAS por E, quando indicado.

3) CUIDADO COM A PALAVRA “TENTAR”, QUE PRESSUPÕE A POSSIBILIDADE DE FALHA.

Por exemplo: “Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou “tentar”. Evite TENTAR quando quiser fazer algo, afirme que fará, e faça.

4) CUIDADO COM A PALAVRAS “DEVO”, “TENHO QUE” ou “PRECISO”

Que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas use “QUERO”, “DECIDO”, “VOU”.

5) CUIDADO COM “NÃO POSSO” ou “NÃO CONSIGO”

Que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use “NÃO QUERO”, “DECIDO NÃO”, ou “NÃO PODIA”, “NÃO CONSEGUIA”, que pressupõe que vai poder ou conseguir.

6) Fale dos problemas ou descrições negativas de si mesmo.

Utilizando o tempo do verbo no passado ou diga ainda. Isto libera o presente. Por exemplo: “eu tinha dificuldade de fazer isso”; “não consigo ainda.” A palavra “ainda”, pressupõe que vai conseguir.

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo.

Por exemplo: em vez de dizer “Vou conseguir”, diga “Estou conseguindo”.

8) Substitua o “SE” por “QUANDO”.

Por exemplo: em vez de falar “Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. “Quando” pressupõe que você está decidido.

9) Substitua “ESPERO” por “SEI”.

Por exemplo: em vez de falar “Eu espero aprender isso”, diga “Eu sei que vou aprender isso”. ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE.

Por exemplo: Ao invés de dizer “Eu gostaria de agradecer à presença de vocês”, diga “Eu agradeço a presença de vocês”. O verbo no presente fica mais forte e concreto.

Falar corretamente é muito importante. O que nos diferencia dos animais é o som ordenado que transmite a sabedoria, o conhecimento e a capacidade de comunicação com o Universo. Quando estamos evoluindo neste ser humano que tem de se tornar simplesmente um Ser, temos que ter em mente que aprender a falar corretamente, positivamente, claramente, sem gírias ou palavrões é um caminho para o controle de nossas faculdades, utilizando assim, um pouco daquela capacidade que desprezamos ao utilizarmos um décimo de nosso Potencial Divino.

Não importa o que seus pais fizeram, agora o responsável pela sua vida é VOCÊ

livre3-696x385Tanto faz. Não importa o que os seus pais fizeram ou deixaram de fazer no momento deles. No presente, o responsável pela sua vida é você. Você é responsável pelo que você cria para si, pela família que constrói, pelo amor próprio que pratica, pelos abraços que dá em si mesmo, pelo calor de afeto que gera para si e para os que o rodeiam.

 Sim, é verdade, o que acontece na infância, na adolescência, e até mesmo na vida adulta com os nossos progenitores nos marca para a toda a vida. No entanto, isso não nos exime da responsabilidade que temos sobre a nossa vida e nossas emoções. O presente é o momento ideal para depurar o nosso passado e desintoxicar a nossa vida sentimental.

Se o frio do afeto paterno ainda é constante, é hora de deixar o casaco de lado e acender a lareira. As desculpas e os rancores não nos permitem viver, e muito menos construir um lar em nosso interior.

Porque um lar é quente, e conviver em permanência com a recordação de uma criança com defeitos só transforma o nosso eu-afetivo em um gélido iglu. Não podemos viver sem termos curado as nossas feridas, sem termos deixado de lado as lâminas das facas…

Curar feridas de um legado disfuncional da infância

Todos nós temos, em maior ou em menor grau, marcas de toxicidade na nossa infância. Acontece que em alguns casos o negativo supera o positivo e, portanto, a família se transforma em uma rede complexa de relações, vínculos e sentimentos distorcidos ou ambivalentes.

Há figuras paternas que não são sinônimo de alegria, identidade, união, lealdade, respeito, amor e fidelidade. A elaboração dos vínculos com os nossos pais longe desse ideal nos transforma em caldeirões em ebulição, os quais são gênese de dinâmicas complexas e nocivas.

Talvez à primeira vista nos vejam calmos, mas na realidade, lá no fundo escondemos verdadeiras forças antagônicas que lutam para lubrificar nossas crenças, nossos valores e nossos sentimentos sobre o mundo e sobre nós mesmos.

Na infância, a família é o que representa a nossa realidade e a nossa referência, por isso não é estranho tentarmos repetir certos padrões, mesmo que sejam disfuncionais.

Os pais são pessoas e, como pessoas que são, cometem erros. No entanto, a dor provocada no filho se mantém. Neste sentido, não importa que afirmemos sem pudor que devemos aprender com os nossos erros, também podemos aprender com os erros cometidos por nossos pais.

Assim, quem não teve a sorte de crescer em uma família totalmente funcional tem que realizar um trabalho duplo para se fortalecer e apreciar o sentimento de amor e respeito em relação a si mesmo e às pessoas ao seu redor. Para alcançar isso, é bom contar com o guia de um profissional de saúde mental, o qual nos ajudará a abrir as vias de comunicação com nós mesmos.

As condutas autodestrutivas e de castigo em relação aos outros devem ser reavaliadas e rejeitadas pelo nosso ‘eu’ do presente, o qual se constitui como um ‘eu’ adulto e com capacidade de discernir sobre a possibilidade de se realizar.

Resgatar a ideia de que somos merecedores de amor e de que podemos nos brindar segurança e afeto incondicional em primeira pessoa é essencial para curar as feridas que as figuras paternas, uma ou ambas, criaram na nossa criança interior.

Infância é destino, diria Freud; mas o certo é que não podemos viver indefesos toda a nossa vida sob a desculpa de que tivemos uma infância complicada e longe de ser a ideal. Devemos interiorizar a mensagem de que não importa o quão destrutivas tenham sido as nossas relações entre pais e filho, as perspectivas sobre o nosso futuro correspondem a nós.

Este ponto é realmente um desafio ambicioso, pois requer uma grande vontade de trabalho interior para rejeitar os julgamentos parentais que vimos alimentar (ou destruir) a nossa autoestima a vida inteira.
Seja quem for, sentir-se valioso ou merecedor da felicidade e do amor é um pilar fundamental para a sua capacidade de desenvolvimento de vida. Isto requer que você seja altamente empático ou empática consigo, reconhecendo através dessa empatia o direito de viver a sua própria vida da forma que você escolher.

UM SOBRINHO É O MELHOR PRESENTE QUE UM IRMÃO PODE DAR!

568Um sobrinho é o melhor presente que um irmão pode dar. Entre outros motivos, porque abraçar uma criança que é a maior e mais magnífica criação de um irmão é algo incomparável.
 
Além disso, ter um sobrinho converte você quase automaticamente em uma espécie de super-herói ou super-heroína, ou seja, em uma pessoa admirável dos pés à cabeça que tem a capacidade de transmitir um amor infinito na simples explosão de um abraço ou em um olhar de cumplicidade.
 
O fato é que, por muitos motivos, é estabelecida uma sintonia especial entre tios e sobrinhos, porque o amor não se soma à pressão ou responsabilidade de orientar a criança, fatores que às vezes borram um pouco o prazer de educar um novo ser.
 
Só os tios podem dar abraços aos sobrinhos como os pais, guardar segredos como irmãos e compartilhar alegrias como amigos.
 
Ter um sobrinho é ser rico de amor e admiração por toda 
 
A verdade é que quem tem um sobrinho tem uma fortuna. Uma fortuna contraditória, pois dela nada nos pertence, nem mesmo nosso coração. Porque o amor que se sente por um sobrinho ultrapassa fronteiras e faz com que os momentos passados ao seu lado sejam uma delícia.
 
Uma delícia estressante por vezes, mas de um sabor incomparável sempre. O tempo com o um sobrinho só traz benefícios, pois o fato de não passar o tempo todo com eles faz com que o tempo que passe seja dedicado a fazê-los se sentirem reis, brincando sem parar e reinventando o mundo.
 
Além disso, posto que você se transforma em uma maravilhosa e doce referência, será um porto seguro na hora das lágrimas e um fiel instrutor para a vida e para as construções de emoções na sua árvore da vida. Com a dedicação, o tempo, a diversão e o esforço, a relação tio e sobrinho resulta em um delicioso fruto que gera uma multiplicidade de emoções e sentimentos grandiosos.
 

A importância dos tios na vida dos sobrinhos 

Os tios têm muita importância na família e para as crianças é essencial poder cuidar e aproveitar essa relação desde que nascem. Um tio é para um sobrinho um mentor, uma pessoa que ajuda a ter outros pontos de vista diante de diversas situações, e alguém com quem pode compartilhas inquietudes, brincadeiras, pensamentos e sentimentos com grande liberdade.
 
Um sobrinho também permite ao tio a possibilidade de compartilhar passatempos com as crianças e de se inspirar neles, obtendo assim grandes motivações. Os tios também irão aconselhá-los e orientá-los em momentos complicados de suas vidas em que sentem alguns conflitos com os pais.
 
Não se deve, porém, equiparar a figura de um tio à figura de um amigo. O tio é uma figura de cumplicidade, confidencialidade e de proximidade, ainda que ao mesmo tempo seja uma pessoa adulta flexível e admirável.
 
Ser um tio fantástico ou uma tia fantástica e conseguir que um sobrinho, em sua espontaneidade, diga que é o melhor tio do mundo, requer voltar a ser criança sendo já um adulto. Desse modo, as crianças se divertirão relaxadas, e conseguiremos compartilhar uma atmosfera mágica com elas.
 
Um bom tio se preocupa com seus sobrinhos, dá atenção, cuida e oferece a oportunidade de explorar o mundo, assim como de criar momentos inesquecíveis que, com frequência, serão recordados com grande felicidade e reconhecimento.
 
Ser tia ou tio não é fácil, visto que é um dos papéis mais fantásticos, incríveis e gratificantes que podemos representar ao longo de nossa vida. Do mesmo modo, e diante da maravilhosa verdade de que um sobrinho é o melhor presente que um irmão pode dar, um tio é, também, um lindo legado emocional de uma criança.

Pense antes de falar; leia para enriquecer o que pensa

o-lenguaje-facebook-768x384Muitas vezes você já quis dizer a alguém em um determinado momento: “Pense antes de falar, informe-se antes de pensar”. Por quê? Talvez porque a pessoa estivesse dando a sua opinião com veemência mas sem argumentos.

Certamente nós também já agimos dessa forma, uma vez que é muito mais fácil falar casualmente do que construir um pensamento elaborado e sustentado por verdades comprovadas. Em outras palavras, é mais fácil dizer “é assim porque sim” do que dar justificativas.

Quase todos os escritores ressaltam que, para escrever bem, é necessário muita leitura. O mesmo se aplica quando você quer ter uma boa conversa: pense sempre no que quer dizer, como e porquê. Para isso, a cultura que você adquiriu ao longo da vida será muito importante.

Pense antes de falar

A linguagem humana é especial porque é capaz de compor sequências infinitas com um número limitado de letras. Além disso, os meios de que dispomos para nos expressar através da linguagem são muitos, sejam diretos ou indiretos.

Por isso, precisamos aprender a usá-la corretamente e conseguiríamos sem problemas, se não fosse o que chamamos de “impulso”. Durante o dia, mais da metade dos nossos diálogos são movidos pelos impulsos.

É difícil estar plenamente consciente do valor de cada palavra que dizemos, por isso nós apreciamos tanto ouvir aqueles que tentam. As pessoas que param, refletem e se atrevem a pensar antes de falar desfrutam de prudência, perspectiva e atitude com os outros.

Leia para enriquecer o que você pensa
As palavras têm muito mais força do que imaginamos. Elas podem criar discursos inofensivos ou dolorosos, criar divergências ou fortalecer os relacionamentos, motivar ou desmotivar de formas inimagináveis, etc.

Uma das formas mais acessíveis e eficazes para que possamos formar um pensamento crítico que nos ajudará a nos adaptarmos e nos desenvolvermos é a leitura. Ela é fundamental para dignificar o que você é capaz de pensar e para transmiti-lo de forma inteligente para as outras pessoas.

A leitura nos dá sabedoria, e como diria Baltasar Gracián, “os livros nos transformam em pessoas”. Graças a eles, exercitamos e cultivamos a mente, e a partir disso, melhoramos a tomada de decisões, reforçamos os princípios e pensamos por nós mesmos.

Agora você poderá construir um pensamento crítico

O nosso intelecto se nutre das experiências de vida e, especialmente, do aprendizado das diversas culturas existentes e por diferentes meios. Dessa forma, se você é capaz de refletir sobre toda informação que adquiriu e selecionar tudo o que possa ser útil para você, conseguirá construir um pensamento crítico. Um pensamento que, provavelmente, valerá muito mais do que o pensamento que ocorreria se você não tivesse se informado ou lido e avaliado.

Não adianta opinar simplesmente por opinar, assumir o que lemos sem questionar ou apoiar uma opinião se não temos motivos para fazê-lo. Nós nos ressentimos com as pessoas que agem dessa forma porque percebemos que não é possível discutir com elas sobre qualquer assunto: elas falam por falar e não valorizam os nossos argumentos.

Se queremos que os outros levem a sério o que queremos comunicar, é aconselhável adotar uma posição de prudência e cautela. Raramente temos a razão absoluta e, pelo contrário, muitas vezes a outra posição tem um ponto de razão. É preciso aproveitar o poder da nossa mente e desenvolver toda a sua potencialidade, informando-nos e falando criteriosamente.