Já ouvi essa frase dezenas de vezes. Sem muita consciência da realidade, das dificuldades, da pressão por custos, dos efeitos da globalização nos mercados, muitos colaboradores começam a desenvolver uma impressão – que com o tempo e a repetição passa a tornar-se, para eles, uma quase-verdade – de que trabalham na pior empresa do mundo, que têm o pior salário do mundo, e que tudo na empresa é muito ruim – da comida ao uniforme e que têm “o pior emprego do mundo”.
É claro que há situações salariais negativas. É claro que há empresas em que a alimentação e o uniforme não são os melhores. Mas será essa a realidade da grande maioria? Será essa a realidade da sua empresa, da empresa em que você trabalha?
Além disso, é preciso usar um pouco de lógica quando se faz uma afirmação desse tipo: melhor ou pior em relação a qual empresa? Melhor ou pior em relação a qual setor da economia? Melhor ou pior do que qual comida ou uniforme? Quando dizemos “pior ou melhor” estamos fazendo uma afirmação comparativa. Estamos nos comparando com quem? Será essa comparação justa? Seremos nós, também, os melhores ou os piores colaboradores? Em relação a quem?
Ao fazer essas perguntas poderemos descobrir que estamos comparando situações e realidades diferentes. Muitas vezes estamos fazendo comparações por ouvir dizer e acreditando mesmo em meias-verdades de amigos em churrascos de final de semana que afirmam receber de suas empresas aquilo que de fato não têm. Mente-se muito sobre salários e benefícios para impressionar amigos. Cheque as informações que lhe deram de outras empresas e você verá que estou falando a verdade.
E essa atitude continuada de falar mal da empresa por uma parte dos colaboradores pode até desestimular melhorias. Muitos empresários afirmam que “não adianta melhorar nada, pois os empregados sempre reclamarão”.
Muitos dirão que eu estou fazendo uma defesa injustificada dos patrões e das empresas. Mas não é isso que estou fazendo. O que estou pedindo é que cada um faça uma justa avaliação da realidade e que tenha em conta todos os fatores que compõem a realidade e não apenas uma visão ingênua e unilateral. Seremos nós tão competentes, dedicados e comprometidos como imaginamos ser?
Nesta semana, faça uma análise fria, sensata e equilibrada de suas condições de trabalho e de seu emprego. Será que você realmente está no inferno que diz estar? Será que você não está acreditando numa mentira e achando que está no pior emprego do mundo, na pior empresa, com o pior salário do mundo?
Pense nisso. Sucesso!
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Aqui, só melhores do que eu
Uma das principais razões do sucesso dos líderes é que eles contratam e chamam para trabalhar somente pessoas melhores que eles próprios. Não têm medo de pessoas competentes. Não vêem, em seu subordinados, um concorrente, mas um aliado que os ajudará a levar a empresa adiante e sempre para o sucesso.
A ilusão de contratar pessoas medíocres que serão sempre subservientes, submissas, obedientes, etc. faz com que muitas empresas experimentem o fracasso. O “chefe” (sempre todo poderoso) tem a falsa impressão de ser um líder autêntico. Mas de que adianta liderar um grupo com baixo desempenho? Qual o valor de ser um líder de pessoas pouco competentes, pouco comprometidas, pouco eficientes?
O verdadeiro líder é apoiado e suportado por um grupo de pessoas competentes e comprometidas. O verdadeiro líder faz questão de ter em seu grupo sempre pessoas melhores que ele próprio. Uma vez conheci um empresário de grande sucesso que me disse: “- Aqui, só melhores que eu !” E, analisando a razão do seu sucesso, todos concordavam que ela estava na qualidade da equipe que ele conseguira reunir sob sua liderança – um melhor que o outro!
Assim, você que está numa posição de liderança, perca totalmente o medo de contratar pessoas melhores que você. Com autoconfiança e espírito aberto, você será capaz de reunir pessoas que farão a diferença para você e sua empresa. Essas pessoas reconhecerão a sua liderança, apoiarão você e todos sairão ganhando.
Pense nisso. Contrate só os melhores! Melhores que você!
Sucesso!
Aos que pedem tudo…
Conheço pessoas “pidonhas”. Pedem tudo. Querem tudo. Não são capazes de viver ou trabalhar sem pedir coisas, favores, serviços às outras pessoas. Essas pessoas são aquelas que nunca se responsabilizam totalmente por uma tarefa. Sempre têm que pedir ajuda. O pior é que essa ajuda, nem sempre é um simples auxílio. Querem mesmo é que a outra pessoa faça o trabalho para elas.
Pessoas “pidonhas” sempre se dizem ocupadas demais, atarefadas demais. Acho que a ocupação delas é pedir que as outras pessoas façam o que elas próprias deveriam fazer.
Há também pessoas “pidonhas” que pedem coisas emprestadas a todo mundo. Pedem desde um pedaço do seu sanduíche até a sua caneta ou mesmo dinheiro. Uma moça me disse ter uma colega de trabalho que pedia suas bolsas e sapatos emprestados para ir a festas. Essas pessoas são literalmente viciadas em pedir.
Há ainda as que nem sequer pedem. Vão pegando as coisas dos outros sem sequer pedir licença. É um horror! Não há quem suporte essas pessoas que fazem um grande mal ao ambiente de trabalho. Elas sabem que estão erradas, mas fazem de conta que não sabem e continuam com seu comportamento irritante. Para se livrar dessas pessoas, muita gente tranca tudo em suas gavetas à chave. Esconde suas coisas para evitar que esses “pidonhos” venham logo pedir emprestado.
É claro que se pode pedir ajuda e mesmo algo emprestado, mas há que se ter muito bom senso para não abusar do direito de pedir.
Faça um bom exame de consciência: você tem o hábito de pedir muitas coisas emprestadas? Você devolve o que emprestou nas mesmas condições que recebeu? Você tem consciência que as pessoas não gostam de emprestar suas coisas para estranhos, a não ser para amigos muito chegados e excepcionalmente? Você tem o hábito de mexer nas coisas de seus colegas de trabalho? Você agradece a quem lhe emprestou?
Pense nisso. Sucesso!
Não se iluda: ninguém terá pena de você
Esse forte texto é de autoria do Prof. Luiz Marins. Forte sim, mas realista! Verdade seja dita. E o Prof. Marins a diz.
“Um dos maiores erros que cometemos na vida é ficar esperando a compaixão e ajuda das outras pessoas. Ficamos esperando que as pessoas reconheçam nossas dificuldades, nossos problemas e que tenham pena ao ver o quanto sofremos. Pura ilusão!
Mesmo as pessoas mais chegadas decepcionarão você se esperar delas a compreensão por seus problemas e aflições e ainda mais a ajuda concreta. Assim, não corra o risco dessa decepção. Não espere a compaixão alheia.
E a verdade é que mesmo que as pessoas digam compreender seus problemas e saber como você se sente frente a eles, jamais saberão o que se passa dentro de você e você sempre desejará mais compaixão, mais compreensão e ajuda. Não caia nessa!
Conheço pais que entram em depressão pois esperavam a ajuda de seus filhos. Conheço filhos decepcionados com pais. Conheço parentes decepcionados com seus tios, primos, sobrinhos etc. Conheço empregados decepcionados com seus patrões e patrões decepcionados com seus empregados.
Essa decepção, que muitas vezes chega próximo a uma profunda desilusão, é fruto de uma expectativa irreal e ingênua de que seremos reconhecidos por alguma coisa que tenhamos feito no passado; compreendidos pela nossa situação atual com alguma dificuldade, seja financeira, de saúde, ou de outra ordem qualquer. Você pode ajudar uma pessoa o quanto puder, mas não espere a sua eterna gratidão. Você cria, educa, cuida de vários filhos, mas não viva com a certeza de que eles cuidarão de você na velhice. Você deu a vida pela sua empresa, mas não espere que ela reconheça essa sua dedicação. Da mesma forma, como patrão, não fique esperando a gratidão daquele desempregado que você salvou da fome dando-lhe uma oportunidade de emprego e que o abandona na primeira oferta de um novo emprego.
Sei que alguns dirão que este meu texto é muito duro, triste e mesmo desmotivador. Pelo contrário. Ele relata a realidade que todos já sabemos.
Escrevo isto justamente para que as pessoas não se desiludam, esperando a compaixão, o reconhecimento, a gratidão e a ajuda de outras pessoas. Se você não tiver essa ilusão, terá sempre surpresas agradáveis quando ocorrer o contrário, isto é, quando alguém for leal, reconhecido, ajudar você e for grato.
Nós próprios temos que cuidar de nossas vidas, de nossos problemas. É claro que muitos ajudam, mas não viva na certeza dessa ajuda. Não se desiluda. Não se decepcione. Ninguém terá pena de você.
Passe do plano do choro ao plano da ação. Assuma sua própria vida sem esperar a compaixão alheia.
Pense nisso. Sucesso! “
Legião da Boa Vontade comemora dois anos das novas instalações em Sorocaba
Sérgio Serrano
Sorocaba, SP — A Legião da Boa Vontade (LBV) celebrou o 2º aniversário das novas instalações do Centro Comunitário de Assistência Social, completados em 17 de agosto. Desde a década de 1950, a Instituição ajuda famílias sorocabanas em situação de pobreza, beneficiando diretamente crianças, adolescentes e adultos.
O evento contou com a presença de parceiros e voluntários da Entidade, a exemplo dos representantes do Rotary Clube Art Nossa, Renato Camilo Alves e Luiz Fernando Alves; das integrantes do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) dos bairros Vila Helena e Laranjeiras, Camila Garcia Vaz e Maria da Guia Alves Ribeiro; do empresário e proprietário da Academia de Beleza Harano, Marcos Harano; e da psicóloga Ivani Aparecida Braz Jones.
Meninos e meninas atendidos pela Instituição, por meio do programa LBV — Criança: Futuro no Presente!, abrilhantaram o momento com apresentações culturais ensaiadas durante as atividades desenvolvidas nas oficinas socioeducacionais. A participação contemplou músicas e peça teatral, transmitindo mensagens sobre o resgate dos valores familiares.
Pela primeira vez no Centro Comunitário da LBV, o sr. Renato Camilo Alves, presidente do Rotary Clube Art Nossa, revelou estar surpreendido com o trabalho da Organização. “Conhecia a Legião da Boa Vontade somente pela televisão e hoje fiquei realmente encantado com o que presenciei. As crianças muito educadas, muito simpáticas, orando, cantando e abençoando a todos nós”, disse.
“As crianças demonstraram aqui a capacidade de agregação de valores para a melhoria da qualidade de vida”, destacou a assistente social da LBV Tatiana da Silva Medeiros.
Em Sorocaba, SP, o Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua Atanásio Soares, 3.633 — Jardim São Guilherme. Para outras informações, ligue: (15) 3302-4034.
Parábola sobre o Amor
Havia um homem. Certa vez ele ouviu dizer que Deus é Amor e decidiu procurar esse amor. Começou a ouvir o que as pessoas diziam sobre isso.
* * *
Ouviu o seguinte:
“Eu amo a carne!”, disse um. Em seguida, foi e matou um cordeiro, assou-o e o comeu.
“E eu amo a caça! Posso acertar em qualquer ave em pleno vôo! Posso encontrar qualquer fera escondida na floresta densa, matá-la e tirar sua pele!”, disse outro.
“Que sorte, porque eu amo me vestir com peles”, disse uma jovem.
“E eu amo as flores!”, acrescentou outra; ela costumava colocar diversos ramalhetes de flores nos jarros e contemplar sua morte enquanto elas murchavam.
Que pena que as flores sem raízes tenham se convertido em um símbolo de amor e de beleza!
Outro homem disse:
“Eu amo tanto a minha mulher e minha paixão por ela é tão forte que a mataria se de repente ela me traísse com outro!”
Um militar acrescentou:
“Eu amo a glória mais que a todas as mulheres! Por um momento de glória, estou disposto a dar tudo!” E ele procura inimigos para enviar seu exército para a morte. Por uns momentos de glória, está disposto a perder vidas humanas.
Um imperador disse:
“Eu amo o poder! Eu dito as leis para o meu país! Todos têm que satisfazer meus desejos! E que tudo seja segundo minha vontade! Eu executo e eu perdoo! Eu inicio a guerra e eu estabeleço a paz!”
Ademais, o homem ouviu:
“Nós amamos a Deus! Por nossa fé estamos dispostos a morrer! Por nossa fé estamos dispostos a matar!”
* * *
O homem se horrorizou por tudo o que ouviu e exclamou: “Isto não pode ser amor!”
E as montanhas ressoaram: “Isto não é o amor!”
E exclamaram as aves: “Isto não é o amor!”
E as folhas sussurravam: “Isto não é o amor!”
E soaram os rios: “Isto não é o amor!”
E o oceano retumbou: “O que alguém quer para si e derrama o sangue do seu semelhante, não é o amor!”
Então, o homem foi para outro lugar.
* * *
Chegou a um país e viu ali um menino bondoso. Perguntou a ele: “O que amas?”
“Amo a minha mãe e a meu pai! Amo esta clareira no bosque cheio de flores! Amo também este rio e estas árvores! Amo cantar e dançar, trabalhar e jogar! Todos se alegram com meu amor! E todos me amam!”
O homem continuou seu caminho e viu um jovem enamorado, a quem também perguntou sobre o amor. Em resposta, o enamorado repetiu as palavras que uma vez disse a sua amada: “Seja feliz, meu amor! Ainda que fiques com outro, te repito: Seja feliz! Que saibas que me alegro por ti!”
O homem caminhou mais e viu um belo jardim, como se a terra mesma houvesse florescido! Viu um campo de trigo e o que havia cultivado isto. E perguntou-lhe:
“O que amas?”
“Amo esta terra! Faço jardins, cultivo trigo e flores e eles me dão seus frutos, sua beleza e seu aroma. Aquele que fez um belo jardim e a todos deu seu amor comerá frutos maravilhosos!”
O homem continuou sua viajem pelo país onde reinavam a ordem e a paz e viu prosperidade e abundância na vida daquele povo.
Finalmente, chegou ao governante daquele país e perguntou que era que ele amava?
O sábio governante lhe respondeu:
“Amo a meu país e a todos seus habitantes! Estou disposto inclusive a sofrer humilhações para prevenir a guerra e afiançar a paz para meu povo!”
O homem continuou seu caminho. Escutava e observava.
E um dia se encontrou com o Mestre da Alma que amava a Deus com todo seu coração.
Então, lhe perguntou:
“Diz-me, como Deus ama? Como é Seu Amor? Como conhecê-lo e como distinguir o que é o amor e o que não é?”
O Mestre respondeu:
“No amor não pode haver nenhum desejo para si! Todo aquele que possuir tal desejo não é amor, e sim, a paixão e os caprichos! O amor é o fundamento do universo! E também é a luz da alma!
Me perguntas como Deus ama?
A água flui e dá de beber a todos! Assim ama Deus!
A Terra cuida e sustenta a todas as criaturas! Assim ama Deus!
O sol brilha e ilumina tudo com sua luz! Assim ama Deus!
Tu também deves tratar de amar e sempre expressar tua ternura aos demais!
Se cultivas o amor dentro de ti, um dia poderás experimentar e ver Deus!”
Amar é…
É viver intensamente
É sonhar com uma gota de realidade e realizar uma gota desse sonho.
É estar presente até na ausência.
Amar é …ter em quem pensar
É razão que ninguém teria razão para nos tirar
É ser só de alguém e nunca deixar esse alguém só
É pensar em você tão alto a ponto de você escutar
Amar é … ir até a morte
É acordar para a realidade do sonho
É vencer através do silêncio
É ser feliz até com um pouco quando muito não é bastante.
Amar é… dar anistia ao seu coração
É sonhar o sonho de quem sonha com você
É sentir saudades
É chegar perto na distância.
Amar é… a força da razão
É quando os momentos são eternos.
Amar é… ser adulto e se sentir criança
É viver a vida em versos e ao inverso
É a maior experiência na vida de uma pessoa…
Mas acima de tudo, Amar é crer em Deus porque Deus é amor!
Quando você esta amando e sendo amado você esta
unindo forças e gerando energias de paz e felicidade.
Acho que Deus fica muito feliz, fica feliz demais quando nos sente assim…
Depressão infantil
Paiva Netto
Recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) demonstra que, em todo o planeta, 20% das crianças e dos adolescentes apresentam sintomas de depressão, como irritabilidade ou apatia e desânimo. Os dados referentes ao Brasil sugerem que esse tipo de distúrbio se faz presente entre 8% e 12% da população infantojuvenil.
É um número preocupante. Saber lidar com essa problemática, que jamais esteve restrita a adultos e idosos, é providência urgente para pais e educadores.
O programa “Educação em Debate”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), que discute os principais assuntos da educação pela ótica da Espiritualidade Ecumênica, entrevistou o dr. Gustavo Lima, psiquiatra da Infância e da Adolescência,quenos aponta algumas causas da depressão nas fases iniciais da vida e como notá-las: “Primeira coisa — uma investigação clínica pormenorizada. Segunda coisa — é muito importante lembrar que os transtornos afetivos na infância e na adolescência são de causa multifatorial, ou seja, diversos fatores podem causar a depressão: genéticos, ambientais, entre outros. Entretanto, na nossa prática clínica, o que aumenta muito a chance de uma criança ficar deprimida são os ambientes familiar e escolar desfavoráveis”.
DIFERENÇA COMPORTAMENTAL
O que dificulta, de certa maneira, pais e educadores perceberem que o filho ou o educando está deprimido é o comportamento dessa patologia entre as faixas etárias: “Diferentemente dos adultos, as crianças não ficam deprimidas o tempo inteiro. Às vezes, os pais deixam de levar o filho para uma avaliação porque em algum momento do dia ele se divertiu. E isso não significa que não esteja deprimido”, esclareceu o especialista.
E alertou ainda: “É preciso, também, muito cuidado com os sintomas de ideação de morte, quando vêm à mente ideias suicidas. Quando você está diante de uma criança deprimida com esses sintomas, é muito importante uma avaliação médica e um tratamento com psicólogo. Em alguns casos, dependendo da gravidade, recorrer a tratamento farmacológico”.
PREVENÇÃO
Para o dr. Gustavo Lima — que é membro do Programa de Atendimento a Transtornos Afetivos do Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP — existem algumas atitudes que podem ajudar a prevenir a depressão nas crianças: “Além de um acompanhamento pediátrico, cuidar das horas de sono e da alimentação, um ambiente familiar estruturado é fundamental. Outra coisa importante é uma escola que favoreça o desenvolvimento da criança, que consiga identificar as reais potencialidades dela. Então, saúde, bem-estar, ambientes familiar e escolar favoráveis, prestar atenção também em questões genéticas contribuem, e muito, para se prevenir a depressão infantil”.
Atentemos, pois, às elucidativas recomendações do dr. Gustavo Lima. E não descuidemos de proporcionar aos pequenos e aos jovens um espaço sadio, enriquecido por uma Espiritualidade Ecumênica orientada pelos melhores princípios éticos. Desde cedo, devemos ter consciência de que a prece, a meditação, a confiança em Deus ou nas forças da Natureza são eficientes recursos ao equilíbrio bio-psíquico-espiritual.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Centro Comunitário da LBV em Sorocaba recebe visita de amigos de Boa Vontade
Autor: Eduardo Siqueira
Sorocaba, SP — A Legião da Boa Vontade (LBV) recebeu em seu Centro Comunitário de Assistência Social, a visita do empresário Marco Harano, proprietário da Academia de Beleza Harano. Na oportunidade, ele conheceu o trabalho realizado pela Instituição no município do interior paulista.
O empresário percorreu os ambientes da Unidade socioeducativa e visitou as salas do programa LBV — Criança: Futuro no Presente!. “Tenho que agradecer a Deus por ter me colocado em contato com a LBV. Nota-se um trabalho impressionante realizado com as crianças, a começar pela oração, quando todos rezaram juntos antes das refeições, e sei que essa cultura refletirá positivamente, principalmente na vida familiar de cada um”, disse.
Ao final, Marcos Harano parabenizou o diretor-presidente da LBV pelo trabalho empreendido em Sorocaba: “O sr. Paiva Netto é um exemplo de que tudo é possível. Por meio da LBV, ele manda o recado de que todos são capazes de fazer algo em benefício de alguém”.
As atividades matutinas do programa socioeducativo, que atende meninos e meninas de 6 a 12 anos em situação de pobreza, também foram registradas pela equipe da TV Com Sorocaba. A reportagem foi produzida exclusivamente para o programa infantil Cruzeirinho na TV, da apresentadora Ana Claudia Koury.
“Estou comovida e muito feliz em conhecer esse trabalho maravilhoso que a LBV realiza aqui com as crianças. O carinho, o profissionalismo, a cultura de cidadania são aplicados no trabalho da Instituição e por isso peço a Deus que abençoe a LBV”, declarou Aninha, como também é conhecida a apresentadora.
Em Sorocaba, SP, o Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua Atanásio Soares, 3633 — Jd. São Guilherme. Para outras informações, ligue: (15) 3302-4034
Receita da vida
Família (é aqui que tudo começa)
Amigos (nunca deixe faltar)
Raiva (se existir que seja pouca)
Desespero (pra que)
Paciência ( a maior possível)
Lágrimas ( enxugue todas)
Sorrisos ( os mais variados)
Paz ( em grande quantidade)
Perdão ( à vontade)
Desafetos ( se possível nenhum)
Esperança ( não perca jamais)
Coração ( quanto maior, melhor)
Amor ( pode abusar)
Carinho ( essencial)
Modo de preparar:
Reúna a sua família e seus amigos.
Esqueça os momentos de raiva e desesperos
passados.Se precisar use toda sua paciência.
Enxugue as lágrimas e as substitua por sorrisos.
Junte a paz e o perdão e ofereça a seus desafetos.
Deixe a esperança crescer no seu coração.
Nem sempre os ingredientes da vida são gostosos
portanto saiba misturar todos os temperos
que ela oferece, e faça dela um prato de raro sabor.
Deste modo, prepare sua receita de vida.
E nunca economize o amor
E o “como vale a pena viver”
DEPRESSÃO É COISA SÉRIA
A depressão é um distúrbio da emoção que afeta o corpo, o humor e o pensamento; diminuem o apetite e afeta o sono, a forma como a pessoa se sente e como pensa. Não é uma tristeza passageira, não é sinal de fraqueza das pessoas ou uma condição que possa ser revertida com força de vontade. A difícil convivência com um depressivo não é tão conhecida como deveria. Muitos de nós temos a convicção de que a depressão não é uma doença tão grave e maléfica. O dicionário Aurélio a define como “o ato de deprimir-se; abatimento moral ou físico”. Alguns acham que depressão é doença de pessoas frágeis e cheias de problemas psicológicos e outros acham que é doença de rico, como dizem que é a enxaqueca. Outros ainda pensam que não é difícil de ser curada. Muitos acham que com uma consulta a um bom psicologo ou a um psiquiatra, resolve-se facilmente o problema.
Deus costuma usar…
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
A vida tem duas faces
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
SIGA FELIZ
Viva em paz com a sua consciência…
HUMILDADE X ORGULHO
A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes, pois somente ela predispõe o seu portador à sabedoria real.Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita.
A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos.
Uma pessoa humilde diz: “deve haver uma maneira melhor para fazer isto, e eu vou descobrir”. A pessoa orgulhosa afirma: “sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo”.
ACORDAR PARA VENCER!
Não deixe que nada afete seu espírito.
Envolva-se pela música,
ouça, cante e comece a sorrir mais cedo.
Ao invés de reclamar
quando o relógio despertar,
agradeça a Deus pela oportunidade
de acordar mais um dia.
O bom humor é contagiante, espalhe-o,
fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, de amor.
Não se lamente!!
Ajude as outras pessoas
a perceberem o que há de bom dentro de si.
Não viva emoções mornas ou vazias.
Cultive seu interior.
Extraia o máximo de pequenas coisas.
Seja transparente
e deixe que as pessoas
saibam que você as estima e precisa delas.
Repense os valores e dê a chance de crescer
e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito,
merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes,
tenha garra e determinação.
Mude, opine, ame o que faz.
Não trabalhe só por dinheiro
e sim pela satisfação da missão cumprida.
Lembre-se de que nem todos
tem a mesma oportunidade.
Pense no melhor,
trabalhe pelo melhor e espere o melhor.
Transforme seus movimentos em oportunidade.
Veja o lado positivo das coisas
e assim tornará seu otimismo uma realidade.
Não inveje. Admire!!!
Sinta entusiasmo com o sucesso alheio,
como seria com o seu próprio.
Idealize um modelo de competência
e faça sua auto avaliação para saber
o que lhe esta faltando para chegar lá.
Ocupe seu tempo crescendo,
desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.
Não acumule fracassos e sim experiências.
Tire proveito dos seus problemas
e não se deixe abater por eles.
Tenha fé e energia, acredite!!
Você pode tudo que quiser.
Perdoe!!
Seja grande para os aborrecimentos,
pobre para a raiva,
forte para vencer o medo
e feliz para permitir momentos felizes.
Não viva só para o trabalho.
Tenha outras atividades paralelas
como esportes, leitura, cultivar amigos.
O trabalho é um das contribuições
que damos a vida,
mas não se deve jogar nele
todas as nossas expectativas de realizações.
Finalmente, ria das coisas a sua volta,
de seus problemas, de seus erros, ria da vida.
E… ame.
Antes de tudo, a você mesmo!!
O mais importante no educador
O importante, como educadores, é acreditarmos no potencial de aprendizagem pessoal, na capacidade de evoluir, de integrar sempre novas experiências e dimensões do cotidiano, ao mesmo tempo que compreendemos e aceitamos nossos limites, nosso jeito de ser, nossa história pessoal.
Ao educar, tornamos visíveis nossos valores, atitudes, ideias, emoções. O delicado equilíbrio e síntese que fazemos no dia-a-dia transparece nas diversas situações pedagógicas em que nos envolvemos. Os alunos e colegas percebem como somos, como reagimos diante das diferenças de opiniões, dos conflitos de valores. O que expressamos em cada momento como pessoas é tão importante quanto o conteúdo explícito das nossas aulas. A postura diante do mundo e dos outros é importante como facilitadora ou complicadora dos relacionamentos que se estabelecem com os que querem aprender conosco. Se gostamos de aprender, facilitamos o desejo de que os outros aprendam. Se mostramos uma visão confiante e equilibrada da vida, facilitamos nos outros a forma de lidar com seus problemas, mostramos que é possível avançar no meio das dificuldades.
Alguns educadores confundem visão crítica com pessimismo estrutural; eles só transmitem aos alunos visões negativistas e desanimadoras da realidade. Esse substrato pessimista interfere profundamente na visão dos alunos.
Da mesma forma, educadores com credibilidade e uma visão construtiva da vida contribuem muito para que os alunos se sintam motivados a continuar, a querer aprender, a aceitar-se melhor.
O educador é um ser complexo e limitado, mas sua postura pode contribuir para reforçar que vale a pena aprender, que a vida tem mais aspectos positivos que negativos, que o ser humano está evoluindo, que pode realizar-se cada vez mais. Pode ser luz no meio de visões derrotistas, negativistas, muito enraizadas em sociedades dependentes como a nossa.
Vejo hoje o educador como um orientador, um sinalizador de possibilidades onde ele também está envolvido, onde ele se coloca como um dos exemplos das contradições e da capacidade de superação que todos possuem.
O educador é um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, ano após ano, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver.
Numa sociedade em mudança acelerada, além da competência intelectual, do saber específico, é importante termos muitas pessoas que nos sinalizem com formas concretas de compreensão do mundo, de aprendizagem experimentada de novos caminhos, de testemunhos vivos – embora imperfeitos – das nossas imensas possibilidades de crescimento em todos os campos.
Dos professores, de todos os dias
“As verdadeiras questões da educação resultam de que nas escolas há pessoas jovens, que devem ser ajudadas, tanto quanto possível, a serem felizes. E em que a felicidade dessas pessoas, como a de todas as outras, consiste em satisfazerem a ânsia profunda que têm de verdade, de bem e de beleza. Não em terem coisas e conforto”. (Paulo Geraldo)
Nós, professores e professoras de todos dias, mergulhamos no complexo desafio de humanizar crianças, adolescentes, jovens e adultos a partir da construção do conhecimento. Os tempos mudam, mas não mudou o papel da escola. A escola é o grande laboratório onde se geram a socialização e convivência interpessoal, bem como a construção do conhecimento, a partir das idéias e iniciativas inerentes à criatividade humana.
Abençoada seja a nossa missão de educar. Abençoados sejam nossos propósitos, mesmo nem sempre compreendidos pelos alunos, pais e comunidade. Abençoadas sejam nossas famílias que se geram neste contexto que exige ousadia, paciência, preparo e persistência, em resumo, em doação à vida dos outros. Abençoada seja a nossa saúde física e mental, pois não podemos adoecer e nem fraquejar. Abençoados sejam todos aqueles e aquelas que, por nossas mãos, mentes e coração aceitaram e aceitam o desafio de fazer-se gente, a partir dos seus potenciais e da superação de seus limites. Abençoados todos aqueles que acreditam no trabalho do professor.
Nada mais gratificante em nossa profissão do que o reconhecimento de alunos e alunas que, mesmo tardiamente, fazem questão de afirmar que a gente fez diferença em suas vidas. Não há como medir, no cotidiano da vida escolar, quando e como realizamos ações ou atitudes que marcaram positivamente a vida de um de nossos alunos. Afinal, a gente nunca foi e nunca será gênio para adivinhar; sempre seremos visionários para arriscar, mudar e ousar. Nisto, sempre fomos mestres.
O que entristece a nossa vida é que tanto cuidamos da vida, dos sonhos e dos problemas dos outros, mas nem sempre somos bem cuidados. Queríamos, sim, reconhecimento por nosso maior feito: preservar a importância da educação e da escola para o nosso país, para o mundo.
Muitos falam de educação, mas não são professores. Arriscam palpites sobre melhorias na educação, mas não perguntam sobre o que a gente tem a dizer. Não se importam com nossos baixos salários, muito menos com nossas dificuldades de lidar com as múltiplas dimensões e necessidades presentes nos nossos alunos. Nestes últimos quesitos, lutamos solitários. Embora não tenha mudado o papel da escola e da educação, mudaram as exigências para que possamos construir uma boa aprendizagem. Temos observado que nem todo aluno e nem todos os pais vêem a escola como uma forma de inserção na vida social e científica. Que as necessidades dos nossos alunos estão muito além para aquilo que a escola consegue oferecer. Que escolas e professores nem sempre estão em condições de dar conta de tudo o que está “depositado” neles.
O fato é que, a complexidade de nosso mundo é a complexidade da nossa escola; esta complexidade está nos distintos recantos de nosso país. O que muda de uma escola para o outra é o modo de conduzir os processos de aprendizagem e de interação social, mediados pelo conhecimento. A especificidade de cada escola e de cada contexto é que precisam ser sempre avaliados, reconhecidos e apoiados.
O professor, neste contexto, está fragilizado, exposto e pressionado por resultados e expectativas que não dependem somente de sua atuação. Mas professores e professoras resistem bravamente. Sabem que a dureza dos desafios cotidianos supera-se na disposição de lutar por melhores dias na educação, mas também na sua disposição de amar e sentir compaixão. Como escreveu Paulo Freire, “não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.
Nossos dias se chamam “muito trabalho”. Nosso alento, “esperança de dias melhores”.
Ser professor
Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores…
Somos mágicos, ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes, que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao conviver com tantas performances.
Somos médicos, ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver a própria infância.
Somos psicólogos, ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura,
que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros, ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heróicos ao mesmo tempo.
Somos arquitetos, ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada
profissão existente um traço de nós professores. Contudo ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos,
é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência, não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando. Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
fica a certeza de que…
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar,
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu ofício de ensinar
Ofício que arde e queima
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom… tem que gostar.
Quantos fardos você tem carregado?
Um homem caminhava vacilante pela estrada, levando uma grande pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:
– Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?’
– É estranho, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
– Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:
– Por que carrega esse saco de terra tão pesado?
– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Tornou-se um homem livre e caminhou mais tranquilo e mais feliz.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra, o saco de terra? Não. Era a falta de consciência da existência desses pesos. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.


