Instruções para a vida diária…

3333Ø Mercado de trabalho tem tendências a aumentar as exigências.

 Ø Não Basta ser qualificado é preciso ser paciente e cauteloso.
 
Ø As pessoas nas organizações precisam se concientizar de que se não cooperarem e criarem condições para as iniciativas umas das outras, estarão caminhando para o desastre.
 
Ø Sobrevive quem produz melhor e encanta o cliente.
 
Ø É preciso aprender a escutar ativamente.
 
Ø Além de escutar é necessário anotar pontos que não deseja esquecer.
 
Ø Ao ouvir deve-se prestar atenção ao comportamento, tom de voz e gestos de quem fala.
 
Ø Controlar o humor: não deixe com que os problemas pessoais afetem o dia a dia da empresa, ou do seu serviço.
 
Ø Controlar o modo de dormir.
 
Ø Controlar a alimentação.
 
Ø Valorizar a auto estima: você se aceitando os outros também lhe aceitam.
 
Ø Cada um é uma semente que só tem a crescer.
 
Ø Se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
 
Ø O que conta não é o que acontece com você, mas como você reage ao que acontece com você.
 
Ø O seu desempenho nunca será maior do que a sua auto-imagem.
 
Ø A liberdade antes de ser uma condição física, é um estado de espírito.
 
Ø Vários são os que trouxeram pratos para os seu banquete da vida. A decisão de comê-los, ou não, foi, é, e sempre será sua.
 
Ø Toda vez que você diz sim quando gostaria de dizer não, morre um pedacinho de você.
 
Ø O melhor modo de mudar os outros é mudando a si mesmo.
 
Ø Quando você gosta mais de você, o mundo gosta mais de você.
 
 Coisas boas e ruins aconteceram, acontecem e acontecerão nas nossas vidas. O segredo é saber transformar as boas vivências em momentos marcantes em nossa memória e as ruins em momentos fugazes da nossa existência.

A dignidade não se contamina

Há algum tempo, uma emissora de televisão apresentou uma reportagem intitulada A boca do lixo. 

As câmeras focalizaram a realidade das pessoas que vivem do produto que conseguem retirar daquele lugar infecto, chamado lixão. 

As cenas chocaram sobremaneira. Crianças e jovens, adultos e velhos disputavam, com as moscas e os urubus, os detritos jogados pelos caminhões de coleta. 

Eram pessoas que, em princípio, pareciam confundidas com o próprio lixo, que haviam perdido a identidade, a auto-estima, a dignidade. 

Revestidas de trapos imundos, reviravam com suas ferramentas os monturos fétidos e retiravam alguns objetos que colocavam num saco, igualmente imundo. 

No entanto, no decorrer da reportagem, os repórteres elegeram algumas daquelas pessoas e acompanharam um pouco da sua rotina diária. 

Eles as entrevistaram, perguntaram qual o motivo que as levou àquele tipo de trabalho, que se poderia chamar de sub-humano. 

E, na medida em que os entrevistados falavam das suas vidas, de seus anseios, de como encaravam a situação, fomos percebendo uma realidade diferente da que supomos no início. 

Aquelas pessoas não haviam perdido a identidade, tampouco se deixaram confundir com a sujeira. 

Após as lutas do dia, chegavam em seus casebres, tomavam banho, trocavam os trapos infectos por roupas limpas, embora simples, e continuavam seus afazeres domésticos, com dignidade e honradez. 

Percebemos que aquelas pessoas não permitiram que a situação deprimente e miserável lhes contaminasse a dignidade. 

Respondendo às perguntas feitas pelos repórteres, uma senhora que vivia com o marido, seis filhos e a mãezinha já idosa, deixou bem clara a sua posição diante da vida. 

Quando lhe perguntaram se não era muito difícil criar seis filhos, ela respondeu sorrindo: 

Eu os amo de igual forma. Se Deus os mandou, é porque devo criá-los. O que não podemos é matar. Eu nunca matei nenhum no ventre, como não mataria agora, depois de nascido. 

E quando o repórter perguntou à avó se ela ajudava a cuidar dos netos, esta respondeu com sabedoria: 

Eu já criei e eduquei meus 9 filhos. Agora, cabe à mãe deles criá-los. Se fosse para eu criar, Deus os teria enviado como meus filhos também. 

Uma outra senhora, bem idosa, que também trabalhava no lixão, demonstrava sinais evidentes de dignidade e fé em Deus. 

O corpo esquálido e a falta de dentes davam notícia dos maus tratos que o tempo imprimira àquela mulher. 

Todavia, ao responder ao entrevistador se não se envergonhava de trabalhar no monturo, disse que vergonha é roubar e matar, e que disso ela jamais seria capaz. 

Aquelas pessoas, unidas pela desdita, falavam de amizade, respeito mútuo, companheirismo, convidando-nos a mais profundas reflexões em torno das nossas próprias vidas. 

É tempo de pensarmos um pouco, antes de reclamar da própria situação, já que, por pior que seja, não se pode comparar a daqueles que vivem do lixo que nós atiramos fora. 

* * * 

Deus não cria as situações de miséria para Seus filhos. 

Todas as condições sub-humanas impostas a determinadas classes sociais, são geradas pelo próprio homem, que se enclausura na concha escura do seu egoísmo, quando poderia, com poucos esforços e uma pequena dose de solidariedade, dar a cada um o necessário para viver. 

Pensemos nisso!

 

Como melhorar a sua Auto-estima

1. Transforme os lamentos em decisões. Deixe a atitude passiva de lado e assuma para si a responsabilidade  de promover mudanças.

2. Escolha objetivos possíveis, mesmo que você tenha que conquistá-los pouco a pouco. Metas inatingíveis são o caminho mais fácil para a frustração e uma nova recaída na auto-estima.

3. Trabalhe seu auto-conhecimento questionando sobre seus valores e analisando o que é realmente importante para você. Isto vai ajudá-lo a tomar decisões e mudar atitudes.

4. Assuma seus defeitos e se aceite do jeito que você é. Não se trata de ser acomodado, pelo contrário. Tente melhorar o que for possível, mas não exagere buscando perfeição em tudo. Essa busca é infinita, e você pode estar desperdiçando tempo e esforços que poderiam ser dedicados a outras atividades mais produtivas e prazeirosas.

5. Encare o fracasso como algo normal. Aproveite-o como uma lição valiosa para encarar os novos desafios, e não como prova de incapacidade.

6. Expresse suas opiniões, desejos. Por outro lado, respeite as opiniões de outras pessoas. Respeitar não significa que você deva concordar necessariamente com elas.

7. Diversifique e amplie suas relações.

8. Pequenas atitudes podem significar muito: um telefonema, uma festa com os amigos, arrumação do quarto, etc..

9. Dê um passo de cada vez. Querer resolver tudo de uma vez na maioria das vezes não é uma atitude realista.

10. Não caia na tentação do álcool para esquecer os problemas e obstáculos. O melhor é enfrentá-los de forma otimista, sem subestimá-los ou, ao contrário, achar que são intransponíveis.