Mantendo a motivação no trabalho de equipes

motivacao-21Se sua equipe está sem vontade, amarelando e perdendo cada vez mais a motivação, você precisa tomar uma atitude! Todo empreendedor é líder e como tal precisa entender como funciona a motivação no trabalho. Motivação é um assunto muito discutido entre empreendedores. Ainda assim poucos a compreendem totalmente, como ter uma equipe sempre motivada ainda é um mistério. Eu mesmo sofri grandes decepções até entender onde estava a lacuna, a falha em muitos treinamentos por aí. Os consultores e palestrantes nos deram muitas idéias, nós aplicamos cada uma delas. O resultado final foi satisfatório, porém por um período curto de tempo. A motivação não se mantinha.

Os efeitos disso no negócio podem ser desastrosos se providências urgentes não forem tomadas, não só pelo amarelamento das equipes, mas também porque uma turma desmotivada é um sintoma de outras áreas doentes no empreendimento. Se seu negócio está sofrendo com:

•Alta rotatividade de funcionários

•Diminuição da produtividade

•Erros tolos e constantes

•Faltas, atrasos e um monte de desculpas

•Pessoas tristes, melancólicas e irritadiças

•Funcionários com o desempenho despencando

•Resultados aquém das metas definidas Então sua turma pegou a virose do amarelamento e está sem motivação. Se algo não for feito logo, até quem estava animado vai desanimar porque, para piorar, essa virose é altamente contagiosa.

Será que existe alguma vacina para ela? A resposta é sim, mas antes da cura será preciso entender um pouco mais sobre a teoria da motivação.

Entendendo o que é motivação e movimento

Alguns consultores vendem movimento como se fosse motivação. Há muita diferença entre uma coisa e outra e é aqui que está o pulo do gato. Existe discussão sobre qual está certo ou errado, mas vejo espaço para ambos serem aplicados, cada um em seu devido momento.

Movimento é fácil e tem resultados rápidos Motivação é difícil e tem resultados duradouros

Quando alguém faz algo para evitar punição, ganhar uma recompensa ou competição e o impulso inicial partiu de um terceiro e não dela própria, essa pessoa foi posta em movimento. Se não houvesse o estímulo externo ela não teria feito nada.

Se a iniciativa para realizações parte da própria pessoa por uma necessidade interior, se ela é levada a agir por um impulso interno, um desejo, então essa pessoa está motivada.

Com a verdadeira motivação em cena, é possível transformá-la em ação voluntária constante, direcionada a metas e objetivos com a ajuda de treinamentos e não há efeitos colaterais.

Já no movimento, se os estímulos cessarem ou não forem progressivos, tudo volta a estaca zero, podendo até ficar pior do que estava antes, gerando insatisfação. Então é preciso cuidado e planejamento.

Como liderar e motivar a equipe

Você pode me dizer que se a verdadeira motivação precisa vir de dentro da cada um, é um desejo interno, uma vontade espontânea, então ninguém motiva ninguém. Bingo!

Quando um líder diz ter motivado sua turma, está na verdade estimulando movimento criado artificialmente e quando isso acontece por engano o resultado no longo prazo é um tiro pela culatra.

Então como é que faz?! A resposta está numa frase que ouvi de um dos bons palestrantes que já assistimos, ele sabiamente proferiu:

Você não pode motivar um cavalo a beber água, mas pode levá-lo até o rio. Autor desconhecido.

Não é possível ter controle sobre as vontades de outras pessoas, mas seu empreendimento também é seu laboratório e dentro deste espaço é possível fazer mudanças visando alterações comportamentais, basta saber separar motivação genuína de movimento artificial.

Somente sabendo separar os tipos de motivação é possível começar a catalogar todas as técnicas que você já aprendeu e virá ainda a aprender, segregando-as nas duas categorias: motivação e movimento.

Assim você pode criar um plano de motivação, estimulando quando necessário o ‘movimento’ inserido dentro de uma plataforma contínua de ‘motivação genuína’.

Os benefícios? Você ganha em um pacote só, motivação de longo prazo com direito a sprints dinâmicos, sem os efeitos colaterais indesejáveis da aplicação de ‘movimento’ isoladamente. O melhor dos dois mundos!

O que Deus não vai perguntar

Muitas pessoas passam pela existência terrena, sem a mínima preocupação com que vão encontrar no além-túmulo. 

Outras, ao contrário, vivem um tormento constante, inseguras com suas atitudes, imaginando o que Deus vai achar do seu desempenho. 

Algumas preferem curtir os prazeres da terra e deixar para pensar nisso mais tarde, quando a velhice se aproximar. 

Embora sendo espíritos imortais, muitos homens não vivem como tal. Mesmo sabendo que a vida no corpo físico é frágil e passageira, desejam vivê-la como se fosse eterna. 

E é assim que, ao sentirem a aproximação da linha de chegada, se desesperam na tentativa de encontrar as respostas certas, caso Deus lhe cobre alguma coisa. 

No entanto, Deus não é um juiz implacável, esperando sua chegada no além, com o livro da vida na mão para anotar seus erros e acertos. 

Deus está na sua consciência, através das suas leis nela inscritas. 

Portanto, você terá, sim, um tribunal que lhe pedirá contas do que fez com tudo o que foi lhe oferecido para seu estágio no corpo físico. E esse tribunal é a sua própria consciência. 

Assim, se chamarmos nossa consciência de Deus, por ser a representação das leis divinas, poderemos fazer uma prévia do que Deus não vai nos perguntar. 

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou. 

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela. 

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir. 

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida. 

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo. 

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros. 

Deus não vai perguntar qual foi o cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou seu trabalho com o melhor de suas habilidades. 

Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar de quantas pessoas você foi amigo. 

Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros. 

Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos. 

Deus não vai perguntar quantas horas você viveu na terra, mas vai perguntar o que você fez das suas horas. 

Deus não vai perguntar quem foram seus familiares, mas vai perguntar sobre a sua relação com eles. 

Deus não vai perguntar se houve obstáculos em seu caminho, mas vai perguntar sobre os esforços que fez para superá-los. 

Deus não vai perguntar sobre o patrimônio que você deixou para seus herdeiros, mas vai querer saber das riquezas espirituais que levará na bagagem. 

E somente você saberá que respostas terá para dar. 

Pense nisso! 

Jesus assegurou que a cada um será dado segundo suas obras. 

Assim sendo, não adianta pensar em desculpas pelo que fez ou deixou de fazer, pois Deus, que está em sua consciência, vai lhe perguntar, sim, sobre seu desempenho, muito embora já saiba de todas as respostas. 

Pense nisso! Mas pense agora!