Por que as pessoas entram na sua vida?

154966_315805211865871_135933755_nPessoas entram na sua vida por uma “Razão”, uma “Estação” ou uma “Vida Inteira”. Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.

Quando alguém está em sua vida por uma “Razão”… é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Ás vezes, essas pessoas morrem. Ás vezes, eles simplesmente se vão. Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma “Estação”, é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender.547508_4135174672259_1325377794_n Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer… Acredite! É real! Mas somente por uma “Estação”.

Relacionamentos de uma “Vida Inteira” te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente. Obrigado por ser parte da minha vida.

Pare aqui e simplesmente SORRIA.

“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro,
Ame como se você nunca tivesse sido magoado, e dance como
se ninguém estivesse te observando.”

“O maior risco da vida é não fazer NADA.”

Obrigada por existirem meninas…E por estarem ao meu lado todos os dias me dando seu carinho e atenção.

♥Marilda♥     e      ♥Edileusa♥

Palavrões

renata lombardiMuitas vezes falamos coisas e agimos impulsivamente, e acabamos prejudicando as pessoas que amamos…

Uma tarde eu me debrucei em minha cama, lendo um livro interessante. Um vento gostoso entrava pela janela e eu me divertia bastante concentrada em meu livro. De repente, comecei a ficar zonza e atordoada com uma barulheira que vinha não sei de onde…

Olhei: era a minha tia. Ela havia entrado em meu quarto, xingando e reclamando sem parar. Parecia que o problema era o cão que espalhara lixo pelo jardim.
Mas, que engraçado! A impressão que eu tive foi de que minha tia tinha espalhado um saco de lixo no meu quarto e saído como se nada tivesse acontecido…

Imediatamente, lembrei-me das vezes que falei palavrões. Como é desagradável uma pessoa que reclama de tudo, xinga os outros, pragueja quando algo acontece, diz palavrões!
Achei muito legal quando me explicaram uma frase:
“A boca fala do que o coração está cheio”.

Quer dizer que, se estamos tristes, falamos de coisas tristes e ruins. Se estamos alegres, conversamos sobre coisas belas e úteis, elogiamos as virtudes dos outros, buscamos fazer as pessoas se sentirem bem e felizes com a nossa presença.

É por isso que me esforço para prestar muita atenção em tudo o que eu penso e falo. Porque oferecer lixo aos outros é faltar com o respeito. Mas também porque, quando oferecemos flores, através de pensamentos, palavras ou atitudes, nossas mãos ficam cheias de perfume!

Queridos Amigos!!

Não encha seu coração de mágoas, ressentimentos, raiva, vingança, sentimentos ruins…
Ocupe seu coração apenas com sentimentos que valem à pena, assim dará e receberá coisas boas!

A carne é fraca

Quando alguém procura uma desculpa para justificar suas fraquezas, é comum ouvirmos a afirmativa de que a carne é fraca. 

A culpa, portanto, é da carne, ou seja, do corpo físico. 

Esse é um assunto que merece mais profundas reflexões. 

Hahnemann, criador da Medicina Homeopática, fez a seguinte afirmativa: 

O corpo não dá cólera àquele que não na tem, do mesmo modo que não dá os outros vícios. Todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao Espírito. A não ser assim, onde estariam o mérito e a responsabilidade? 

Sábia consideração essa, pois encerra grandes verdades. 

Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de cólera. 

Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, não é a comida que excita o órgão do paladar, pois sequer está em contato com ele. 

É o Espírito, cuja sensibilidade é despertada, que atua sobre aquele órgão através do pensamento. 

Se uma pessoa sensível facilmente verte lágrimas, não é a abundância das lágrimas que dá a sensibilidade ao Espírito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secreção abundante das lágrimas. 

Assim, um homem é músico não porque seu corpo seja propenso à musicalidade, mas porque seu Espírito é musicista. 

Como podemos perceber, a ação do Espírito sobre o corpo físico é tão evidente que uma violenta comoção moral pode provocar desordens orgânicas. 

Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a diarréia, etc. 

Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabeça, taquicardia, e até mesmo deixar manchas roxas pelo corpo. 

Quanto às disposições para a preguiça, a sensualidade, a violência, a corrupção, igualmente não podem ser lançadas à conta da carne, pois são tendências radicadas no Espírito imortal. 

Se assim não fosse, seria fácil, pois não teríamos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equívocos cometidos. 

Toda responsabilidade moral dos atos da vida física competem ao Espírito imortal. Nem poderia ser diferente. 

Assim, quanto mais esclarecido for o Espírito, menos desculpável se tornam as suas faltas, uma vez que, com a inteligência e o senso moral, nascem as noções do bem e do mal, do justo e do injusto. 

* * * 

Todos nós, sem exceção, possuímos na intimidade a centelha divina, a força capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emoções nobres que o Criador depositou em nós. 

Fazendo pequenos esforços conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Espírito sobre o corpo. E só então entenderemos porque Jesus afirmou: Vós sois deuses, podereis fazer o que Eu faço, e muito mais.