Desprenda-se e liberte-se…

Renata LombardiUm monge peregrino caminhava por uma estrada quando surgiu do nada um jovem de grande estatura e com olhos muito tristes. O monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado: sou um criminoso. Perdi o afeto da minha familia e amigos. Vejo que o senhor é um monge, livre-me desse sofrimento, dessa angústia!

O monge disse: estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?

– Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. 
O monge sorrindo aceitou a ideia.

Pouco depois, o moço começou a puxá-lo. Tentou outra vez e nada. Quando ele esticou o pescoço, viu que o monge estava agarrado a uma grande pedra que havia na lateral. Então ele disse zangado: Hei, o que está fazendo? Solte essa pedra para que eu possa trazê-lo para cima.

De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando: você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, uma pessoa que não merece o amor. Encontra-se firmemente agarrado a essas ideias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar de nada. Se quiser realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas ideias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço.

Novas atitudes…

Renata LombardiUm paciente de 32 anos procurou um terapeuta para que ele pudesse ajudá-lo com o seu problema. No dia marcado o paciente falou: 
– Preciso de ajuda, não consigo parar de chupar o dedo.

O Terapeuta, com a tranquilidade de quem sabe respondeu:
– Não ligue para isto, mas chupe um dedo diferente a cada dia da semana.

A partir deste momento, o paciente, toda vez que levava a mão a boca , era  instintivamente obrigado a escolher o dedo que devia ser objeto de sua atenção naquele dia. Antes que a semana terminasse ele já estava curado.

Com esta estorinha aprendemos que quando temos um hábito, torna-se difícil lidar com ele porque é uma rotina, um automatismo, mas, quando ele passa a nos exigir atitudes novas, decisões, escolhas, então temos consciência de que não vale tanto esforço para mantê-lo.

Quem conquista uma virtude, jamais a perde…

Renata LombardiUm jovem advogado que trabalha num órgão público, em certa ocasião, estava com uma pilha de processos sobre a mesa, quando seu superior entrou na sala, tomou dois daqueles processos e pôs de lado, dizendo-lhe:

“Quero que você arquive estes processos.”

O advogado perguntou por que razão deveria arquivá-los, e o diretor respondeu simplesmente: “Porque os acusados são meus amigos e me pediram esse favor”.

O moço, que tinha compromisso sério com a própria consciência, fez com que os processos seguissem seu curso, sem interferir.

Tempos depois, os acusados tiveram que arcar com as custas do processo e indenizar vários cidadãos, aos quais haviam prejudicado de alguma forma.

Quando questionado por seu superior sobre o ocorrido, o advogado argumentou que o fato de os acusados serem seus amigos, não era suficiente para isentá-los da responsabilidade de seus atos.

“Prefira afrontar o mundo servindo a sua consciência, a afrontar sua consciência para ser agradável ao mundo.”

Parábola da Vaquinha

Renata LombardiMuitas vezes precisamos perder o que temos para batalhar e ver que é possível sair da nossa zona de conforto e melhorar cada vez mais. 
Trago hoje uma parábola que conta como as mudanças mesmo que no momento possam parecer ruins, mais tarde podem trazer surpresas.

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
– O senhor vê aquela vaca ? – disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :
– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
o discípulo não acreditou.
– Não posso fazer isso, mestre ! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem !
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :
– Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas.
ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.
Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá
– Claro que sei. Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :
– Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :
– Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
Moral da história : às vezes é preciso perder para ganhar mais adiante. É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida. Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas idéias e trabalhar com amor e determinação 


Luís Colombini 

O Que é o Amor?

Renata LombardiNuma sala de aula, uma das crianças perguntou á professora:

– Professora, o que é o amor?

Ciente da resposta que deveria dar, a professora aproveitou o intervalo para o recreio e pediu que cada aluno trouxesse, no retorno, algo que expressasse nele o sentimento de amor.

Ao voltarem, a professora pediu que cada um mostrasse o que trouxera:

– Eu trouxe esta flor, não é linda? – disse a primeira criança.

– Eu trouxe esa borboleta. Vou colocá-la em minha coleção. – disse a segunda.

– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é bonitinho? – disse a terceira.

E assim, as crianças iam mostrando o que tinham trazido, cada uma mais contente que a outra. Aí, a professora notou, no fundo da sala, uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo, vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

A professora então se dirigiu a ela e perguntou:

– Meu bem, por que você não trouxe nada?

E a criança ameaçando choro respondeu:

– Desculpe professora. Via a flor, senti o perfume e pensei em arrancá-la, mas fiquei com pena de matá-la e deixei para trás. Depois, vi também a borboleta, linda, colorida. Parecia tão feliz voando que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído, mas olhei para o ninho e vi sua mãe olhando tão triste que resolvi devolvê-lo ao ninho. Portanto, trouxe o que não posso lhe dar: o perfume da flor, a liberdade da borboleta e a gratidão no olhar da mãe do passarinho. Foi por isso que não trouxe nada.

A professora agradeceu e deu àquela criança a nota máxima.

A MULHER IDEAL

Renata LombardiNasrudin desejava encontrá-la.
Ele estava proseando com um conhecido seu, que lhe indagou:
– Mullah, responda-me, você nunca pensou em se casar?

– Sim, claro que já. Quando eu era jovem, determinei-me a achar o meu par perfeito. Cruzei o deserto, cheguei em Damasco, e conheci uma mulher belíssima e espiritualmente muito evoluída; mas as coisas triviais, do dia-a-dia, a atrapalhavam.

Mudei de rumo e lá estava eu, em Isfahan; ali pude conhecer uma mulher com dom para as coisas materiais, da vida caseira, e além disso se mostrou muito espiritualizada. Porém, carecia de beleza física. Pensei: o que fazer?

E resolvi ir ao Cairo. Lá cheguei e logo fui apresentado a uma linda jovem, que também era religiosa, boa cozinheira e conhecedora dos afazeres do lar. Ali estava a minha mulher ideal.

– Entretanto você não se casou com ela. Porquê?

– Ah, meu prezado amigo, ela também estava buscando o homem ideal.

O verdadeiro amor – Parábola

Renata LombardiUm homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.

Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado. Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.

– Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.

Estranhando, lhe perguntei:

– Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?

Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse :

– É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu contudo sei muito bem quem é ela.
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:

Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.

O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.

O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e… do que já não é…”

Mulheres

Renata LombardiUm garotinho perguntou à sua mãe:
– Mamãe, por que você está chorando?

E ela respondeu: Porque sou mulher…
– Mas… eu não entendo.
A mãe se inclinou para ele, abraçou-o e disse:
– Meu amor, você jamais irá entender!…

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
– Papai, por que mamãe às vezes chora, sem motivo?

O homem respondeu:
– Todas as mulheres sempre choram sem nenhum motivo….
Era tudo o que o pai era capaz de responder O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando, fazia a si mesmo a pergunta: Por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?

Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
-Senhor, diga-me… Por que as mulheres choram com tanta facilidade?

E Deus lhe disse: – Quando eu criei a mulher, tinha de fazer algo muito especial. Fiz seus ombros
suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro… Porém suficientemente suaves para confortá-lo!

– Dei a ela uma imensa força interior, para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provém de seus próprios filhos!

– Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar da sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!

– Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito … Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sofrimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!

– Porém, para que possa suportar tudo isso, Meu filho… Eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente suas, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher
verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!

O homem respondeu com um profundo suspiro…
– Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã,de minha esposa…
– Obrigado, Meu Deus, por teres criado a mulher

Mande isso para uma GRANDE MULHER… Para que ela repasse a outras grandes mulheres.
Mande isso para um GRANDE HOMEM, para que repasse às mulheres de sua vida.

Cuide de quem você ama…

Renata Lombardi“Se um dia tiver que escolher entre um beijo, um olhar e uma lágrima, escolha a lágrima, pois o beijo pode ser falso, o olhar, passageiro, mas, a lágrima, por mais triste que seja, é verdadeira.”
Minha mãe sempre contava uma história assim:

Havia uma jovem muito rica O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida sempre estava deficitária em alguma área. 
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido… E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: Uma flor caríssima e raríssima, da qual só havia um exemplarem todo o mundo. E disse à ela: Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!

Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, e às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores. 
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. 
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.

Ela chegava em casa, olhava a flor e as flores ainda estavam lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto.Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.Ela chegou em casa elevou um susto!Estava completamente morta, sua raízes estava ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como aflor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!

E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem te dado? Lembre-se sempre da flor, pois como ela são as Bênçãos do Senhor, Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar, temos que regá-las com a oração diária e contínua .

Trabalhar com Alegria

Renata LombardiHavia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros.

Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.

Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.

Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.

Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.

O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova.

Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.

Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.

Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.

Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?

O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho.

Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições.

Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.

Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: “como ele pode pensar assim?”

O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância.

Um dia o sr. João pensou: “alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.”

“Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.”

Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda.

O rapaz aceitou prontamente.

Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:

“O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?”

A resposta do jovem veio logo: “em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um.”

Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca.

Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios.

Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos.

Para encobrir sua indolência, muitos jogam a culpa no governo, nos empresários, nos políticos, na sociedade como um todo, esquecidos de que quem elege os governantes são as pessoas; que quem gera empregos são os empresários, e que a sociedade é composta pelos cidadãos.

Assim sendo, cada um tem a sua parcela de responsabilidade na formação da situação que nos rodeia.

E para ser feliz, basta dar ao seu mundo um colorido especial, como o personagem desta história que, mesmo numa situação aparentemente deprimente para os demais, soube fazer do seu mundo uma realidade bem diferente.

E conforme ele mesmo falou: existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca.

Aonde estão os seus olhos?

Renata LombardiUm adolescente (usuario de drogas), após ter sido castigado por seus pais várias vezes, e chegado a conclusão de que não conseguiria se corrigir, dirigiu-se ao diretor do colégio e humildemente perguntou: “Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo!”.

O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo: “Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas, entre em todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água”.

“Impossível” – disse o jovem. “Não vou conseguir!”. “Se você quiser, vai conseguir sim” – disse o mestre.

O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água. O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz: “Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas? Os colegas que te convidavam para um copo de bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?”.
“Não” – responde o jovem. 
“Eu estava com os olhos fixos no copo”.

O mestre sorri, e diz: “Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado. Olha para Deus, e deixe-o ser o rumo da sua vida!”

O Poder das Palavras

Renata LombardiSempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:
“Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.”

Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.
Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.

Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:

“Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?”
“Vamos lá. Só tenho a ganhar!”, respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.
Daí para frente sua vida foi uma sequência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.
Contou ele:

– Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: “Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados ! Mal consigo sobreviver!”

As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: “Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você , diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.”

Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para:
“Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado.”

E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materias são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.

Uma repórter, ironicamente, questionou:
– O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor: “Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas! ” 

A arte… de julgar os outros

Renata LombardiEram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão.

Então começa uma conversa entre os dois vizinhos:
– Ele vai comer o meu coelho!
– De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos e ‘pegar’ amizade!!!

E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.

Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.

Dizia o homem:
– O vizinho estava certo. Só podia dar nisso!

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?!
Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.

– Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:
– Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo. Parecia vivo, diziam as crianças.

Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
– Descobriram!

Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
– O que foi?! Que cara é essa?
– O coelho, o coelho…
– O que tem o coelho?
– Morreu!
– Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
– Morreu na sexta-feira!
– Na sexta?!
– Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!

A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. 

Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. 

O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar.

E o ser humano continua julgando os outros…

A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.

Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?

Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos.

Às vezes, fazemos o mesmo…

A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer.
Então: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre!!!

EU TE AMO NÃO DIZ TUDO!

EU TE AMO NÃO DIZ TUDO!O cara diz que te ama, então tá! Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas.

Mas ouvir que é amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras,
precisa de lealdade, sinceridade, fidelidade…

Sentir-se amado, é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que
zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você quando for preciso.

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou há dois anos atrás; é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água.

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão….

Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.

Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.

Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.

Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala;
quem não concorda, mas escuta.

Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!

“Me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso”.

Arnaldo Jabor

A dádiva da tolerância

“Tolerância é saber conviver com as diferenças dos outros!”

A dádiva da tolerânciaA maioria das pessoas, em diversos períodos de vida, são feixes de contradições. Prezamos nosso lado analítico, calmo e controlado, mas de súbito temos ataques de raiva. Ou então estabelecemos objetivos significativos e em seguida colocamos obstáculos em nosso próprio caminho. Desejamos boa sorte a um amigo em algum empreendimento, mas sentimos um pouco de prazer se ele fracassar. Queremos ser compreendidos, mas nos recusamos a entender a pessoa que não consegue nos compreender.

É o coração descontente, que procura satisfação, e que às vezes fica perturbado em frente à serenidade de um outro. É o procrastinador (aquele que fica adiando as coisas) que, não raro, se mostra intolerante com a procrastinação alheia.

Esta inconstância é normal, embora possa também ser perturbadora. Ela acontece porque nenhum de nós é perfeito, porque mesmo a pessoa bem-dotada de experiências não consegue agir com constância. E estas contradições acontecem quando insistimos em ser alguém que não conseguimos ser, quando não aceitamos plenamente tanto nossas imperfeições quanto as imperfeições dos outros.

Quando vivemos um período tranquilo, temos tendência a ser mais tolerantes em relação às imperfeições e diferenças. Mas quando estamos vivendo sob pressão, as imperfeições parecem intoleráveis, embora seja durante esses períodos que nossa capacidade de ser tolerantes se torna mais necessária.

O esforço constante feito para que alguém se modifique é inutil e pode ser contraproducente. Quando vejo duas pessoas engalfinhadas numa luta pelo poder, sei que, na verdade, não são as diferenças de opinião que as separam, mas sim os esforços constantes que cada uma faz para conseguir que a outra mude.

Para que uma pessoa possa, sinceramente, se modificar, ela precisa, em primeiro lugar, sentir-se afirmada e compreendida. Com frequência, o indivíduo se sente desvalorizado, e os esforços persistentes que faz para mudar fracassam quando em nenhum momento lhe é sinceramente comunicado: “Eu me importo com voce. Eu o aceito e entendo seus temores acerca do que preciso que voce faça.”

Há muitas coisas que não devem ser toleradas, tais como ofensa e crueldade. Aceitar alguém como é não significa que voce tem que mostrar esta aceitação através de atos que possam ser prejudiciais.

Lembre-se que a dádiva da tolerância não tem origem numa mentalidade tipo vale-tudo, mas leva em conta erros, perdão e a oportunidade de crescimento pessoal.

Sempre que voce precisa que outra pessoa se modifique para que voce se sinta feliz, sua tolerância aparece. Em relacionamentos tumultuados, os cônjuges insatisfeitos culpam um ao outro por sua infelicidade, tornando-se cada vez menos tolerantes ao modo de ser do parceiro. Mas ver o parceiro como “problema” é deixar de lado um aspecto crucial, que faz com que o problema persista. Na realidade, os casais frequentemente reforçam, em seus parceiros, o comportamento que eles consideram censurável.

Não pode haver um “estilo dominador” sem um “estilo submisso”. Sob esta perspectiva, a intolerância do outro é um sinal de responsabilidade inadequada consigo mesmo. Quanto menos cuida adequadamente de suas próprias necessidades, mais voce exige que os outros as preencham, e se tornará mais intolerante quando os outros falharem ao preenchê-las. Como mostra o psicólogo Gus Napier em seu livro <The Fragile Bond> (O Elo Fragil), cônjuges (ou aqueles que vivem em alguma forma de parceria) são mais controlados por sua própria dependência do que pelo comportamento de seus parceiros.

DESLIGUE-SE: Desligar-se (mas não se retirar completamente) de uma luta emocionalmente intensa não parece ser a coisa sensata a fazer.

Mas desligar-se do problema pode ser a coisa mais sábia a fazer, porque, quando voce se desliga, liberta-se de um empurra-empurra automático de uma relação disfuncional e se concentra mais em cuidar de si mesmo. Faça longos passeios, volte a frequentar a igreja, visite os amigos com mais assiduidade, esquente um romance que anda adormecido, envolva-se num projeto desafiador e satisfatório.

Enfim: mude seus horizontes. Ao se desligar de sua briga com outra pessoa e canalizar maior dose de energia a áreas pessoais que gostaria de fortalecer, sua ansiedade diminuirá – ironicamente, voce acabará aumentando as chances de que a outra pessoa se modifique. E mesmo quando a pessoa com quem guerreia o provocar (e ela certamente o fará), procure agir da maneira que um amigo meu aconselha: aprenda a deixar de ser um “missionário” e comece a ser um “antropólogo”. Esta abordagem, que é mais saudavel, envolve tomar notas mentais e fazer observações a respeito do comportamento de seu parceiro, de forma que voce possa se proteger, quando for necessário, em vez de tentar “convertê-lo”.

DÊ CARINHO: Não abandone nem rejeite a outra pessoa, mas estabeleça limites. Voce não demonstra carinho ao fazer qualquer ofensa que acaba por reduzir a capacidade que tem de cuidar de si mesmo. O desligamento eficiente não recomenda que se evite aquela pessoa, nem é uma outra forma de expressar raiva, e, ao desligar-se, voce continua a dar carinho àquela pessoa. Quando voce se desliga e se reduz sua necessidade da relação, pode ter certeza de que a outra pessoa se tornará mais ansiosa e desorientada durante algum tempo.

Faça a si mesmo a seguinte pergunta a respeito de qualquer relação cronicamente insatisfatória na qual voce esteja envolvido: voce está mais preocupado com a modificação de uma pessoa do que ela mesma está?

Se a resposta for afirmativa, diminua seu grau de envolvimento emocional e reinvista sua energia em áreas de crescimento mais pessoais (em voce mesmo).

Voce também precisa aprender a tolerar níveis mais altos da dor de um ente querido, se realmente estiver a fim de ajudá-lo quando ele precisar de voce. À primeira vista, este comportamento pode parecer um tanto frio e insensivel, mas lembre-se que, quando corre para apagar o fogo da dor alheia, voce pode, às vezes, impedir que o outro desenvolva sua própria capacidade de enfrentar o sofrimento. Tolerar níveis mais altos da dor de um ente querido não significa indiferença; ao contrário, demonstra boa vontade de sofrer com ele, ao invés de tira-lo do sofrimento. Dizer a entes queridos que não fiquem tristes quando estão tristes, ou para agirem com mais força quando eles não a tem (num esforço para ajudá-los – e a voce – a se sentirem melhor) não é grande coisa, em termos de ajuda ou consolo. Agindo assim, voce pode levá-los a se sentirem culpados por serem incapazes de reagir da forma que voce gostaria que reagissem. Se voce conseguir tolerar a dor deles, estará capacitado a ouvi-los melhor, e eles se sentirão mais compreendidos e cuidados. E se lhe pedirem ainda mais ajuda, voce provavelmente estará muito mais capacitado a dar o que for necessário, depois de tê-los ouvido com tanta atenção.

TOLERÂNCIA é virar, às vezes, a outra face, mas a tolerância nunca é um fracasso quando se é sincero com seu eu mais profundo e verdadeiro.

TOLERÂNCIA é frequentemente, um sofrimento silencioso, uma disposição de romper com algo dificil, sabendo que os outros poderão não apreciar plenamente o nivel de seu sacrifício.

TOLERÂNCIA não é para todos os momentos, todas as circunstâncias; mas pode ser perfeita para este momento, esta circunstância.

TOLERÂNCIA é fornecer, sempre, uma perspectiva que voce jamais teria imaginado, se fosse impaciente e intolerante.

TOLERÂNCIA é permitir a aceitação do outro, pois se a tolerância é a lição, os outros devem ser seus professores.

TOLERÂNCIA é em sua forma mais pura, uma demonstração de amor.

Do mesmo modo que acontece com o amor, o perdão, a honestidade e todas as grandes dádivas do espírito humano, a tolerância exige que voce corra um risco. A tolerância se fundamenta na fé, e a fé, por definição, se fundamenta na crença. Sendo assim, as pessoas tolerantes – da mesma forma que as amorosas ou clementes – devem agir por fé, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, esta mesma tolerância poderá lhes causar sofrimento. Nem todos os atos de amor, perdão ou tolerância são recompensados, e voce sabe muito bem que, depois de mostrar tolerância, poderá ser rejeitado. Mas será que isto significa que voce deve recuar? E será que a tolerância só é significativa quando voce se arrisca a ter que sofrer? O mal não deveria ser tolerado, mas como reconhecê-lo? As respostas a estas perguntas não são fáceis, e enquanto a sociedade civilizada tem padrões que segue, a moralidade parece transformar-se em sinuosidades políticas. Hoje em dia, não temos mais certeza do que é correto ou do que devemos tolerar, e algumas coisas que no momento atual são toleráveis foram intoleráveis no futuro. Alguns chamam isto de progresso; outros, de um sinal de declínio da civilização.

E voce, o que escolhe tolerar num mundo em que terroristas são chamados soldados da liberdade, alguns assassinatos são vistos como misericordiosos (eutanásia) e algumas guerras são consideradas santas?

A dádiva da tolerância é preciosa e fragil. E, como todas as dádivas,

deve ser tratada com muito cuidado.

Pastel, Guaraná e Deus

Pastel, Guaraná e DeusHavia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.

Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça, olhando os pássaros.

O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome; então ofereceu-lhe um pastel.

O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.

Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná.

Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.

O menino estava muito feliz!

Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um com o outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.

O velhinho sorriu para ele como ninguém havia feito antes.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face: “O que você fez hoje que te deixou tão feliz?”

Ele respondeu:

“Passei a tarde com Deus”, e acrescentou:

“Você sabe, ele tem o sorriso mais bonito que eu já vi?”

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:

“Por onde você esteve? E o que te deixou tão feliz?”

Ele respondeu:

“Comi pasteis e tomei guaraná no parque com Deus”.

Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:

“Sabe que ele é bem diferente daquele homem grande de barbas brancas que eu sempre imaginei?”

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de mudar uma vida .

Deus nos usa, seu amor é refletido por nossas vidas.

Por medo de diminuir … deixamos de crescer.

Por medo de chorar… deixamos de sorrir!

Seis aulas de Gestão Estratégica

Seis aulas de Gestão EstratégicaAULA.1.Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz: – Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha! Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro: – Quem era? – Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela. – Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?

ConclusãoSe você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias.

AULA-2 Um padre está dirigindo por uma estrada quando um vê uma freira em pé no acostamento. Ele para e oferece uma carona que a freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas. O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar acidente ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz: – Padre, lembre-se do Salmo 129! O padre sem graça se desculpa: – Desculpe Irmã, a carne é fraca… E tira a mão da perna da freira. Mais uma vez a freira diz: – Padre, lembre-se do Salmo 129! Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento. Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz: ‘ Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso’.

Conclusão: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder excelentes oportunidades

AULA.3. Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio O gênio diz: – Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês! – Eu primeiro, eu primeiro. ‘ grita um dos funcionários. .. Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ‘… Pufff e ele foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: – Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff, e ele se foi. – Agora você – diz o gênio para o gerente. – Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

AULA.4. Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

AULA.5 . Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: – Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro? O corvo responde: – Claro, porque não? O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

AULA.6. Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: – Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: – Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente .

ATITUDE é tudo

ATITUDE é tudoUma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça :

– Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.

Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.·

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.

– Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.

Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.

– Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.

Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.

– Yeeesss… (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.

ATITUDE É TUDO!

Seja mais humano e agradável com as pessoas.  Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.  Viva com simplicidade.  Ame generosamente.  Cuide-se intensamente.  Fale com gentileza.  E, principalmente, não reclame.  Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!  E deixe o restante com O Criador.

Ser Feliz ou Ter Razão?

Ser Feliz ou Ter Razão?Oito da noite, numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.

Ele conduz o carro.

Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita…

Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz

o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.

Ele questiona: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?

Ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Tenho me perguntado com mais frequência: ‘Quero ser feliz ou ter razão?’

“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”

POR QUE AS PESSOAS SOFREM?

 POR QUE AS PESSOAS SOFREM?— Vó, por que as pessoas sofrem?
     — Como é, minha neta?
     — Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
     — Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
     —Vó…
     —Oi…
     — Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
     — É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
     —Não, Vovó.
     — Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
     — Lembro.
     — Então… o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
     — O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
     — Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
     — É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
     — É por isso! Viu como você é esperta?
     — Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
     — Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
     —O que?
     — Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
     — Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
     — Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
     — É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
     — Não entendi, minha filha?
     — Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro…
     — Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
     — Todos nós somos, querida. Em parte.
     — Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
     — Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
     — E aí viramos cisnes?
     — Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
     — Aonde você vai?
     — Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
     A boa vovó apenas sorriu!