6 SINAIS DE UMA PESSOA INGRATA E O QUE FAZER PARA VOCÊ FICAR LONGE DELA!

positividade-lifehacker-com1Já publicamos várias matérias sobre os sintomas que o nosso corpo emite quando está doente.

Se estivermos atentos a isso, podemos evitar problemas mais graves de saúde e tratar, mais rapidamente, o que tanto nos prejudica.

Desta vez, viemos falar não de doenças causadas por vírus ou alimentos industrializados, mas de um tipo de pessoa extremamente negativa e maldosa.

Precisamente, falaremos das pessoas ingratas, mal-agradecidas.

Separamos seis sinais que caracterizam essas pessoas, para que você as identifique o mais rápido possível a fim de se proteger delas.

1. Eterno estado de emergência

Sabe aquele tipo de gente que sempre procura você somente quando está precisando de alguma coisa?

Pessoas assim costumam colocam a própria necessidade acima da dos outros, além de conseguirem o que querem com muita manipulação e drama.

Ou seja, são extremamente egoístas.

2. Falta de tempo

A maioria das pessoas vive na correria do dia a dia, mas pessoas ingratas apenas encontram tempo para você quando estão precisando, como já falamos no tópico anterior.

Quando você precisa da ajuda dessas pessoas, geralmente elas alegam sempre a mesma coisa: “Desculpe, eu estou sem tempo”.

Pessoas mal-agradecidas nunca estão interessadas de verdade em saber como estão a família e os amigos.

Lembre-se: relacionamentos baseados numa troca justa são mais fortes e duradouros.

3. Dificuldade em agradecer

Pessoas ingratas têm até facilidade em pedir, mas uma grande dificuldade em mostrar gratidão.

E, quando elas ajudam, fazem questão de lembrar que você tem uma dívida a pagar.  

Nesse caso, melhor evitar depender o máximo desse tipo de pessoas.

4. O mundo gira em torno delas

Você conhece alguém assim?

Alguém que não pensa duas vezes antes de sacrificar todo mundo para que tenha seus desejos realizados?

Fuja!

Essas pessoas são tão sem noção que não se importam com seus sentimentos.

5. Falsidade

Você pode amar, tratar bem, ajudar, se sacrificar, mas quando o assunto são pessoas ingratas, então não se surpreenda se for vítima de traição.

Atitude como essas são típicas de ingratos.

Eles falam por trás, desejam o mal e são extremamente mal-agradecidos.

6.   Pessimismo

Você pode ajudar 99% das vezes, mas se fizer alguma coisinha contra a vontade de uma pessoa mal-agradecida, com certeza será vítima de seus xingamentos.

O natural é que, se alguém não puder ajudar agora, você agradeça e deixa para um próximo momento.

As pessoas têm limitações e devemos respeitar.

Tire a palavra depois da sua rotina…

hDepois eu faço…depois eu organizo… depois eu desapego…depois eu marco os exames… depois eu vou ao médico… depois eu começo academia… depois eu marco as férias… depois eu viajo… depois eu mando msg pros meus amigos… depois… depois… depois

Quantas vezes ao dia você fala ou pensa na palavra DEPOIS?

Você sabia que deixar tudo pra DEPOIS não te faz bem? Ahhh, pq? Pq a sua mente fica pensando em tudo que você precisa fazer e você fica se cobrando… e não deixa a mente livre para pensar em coisas que te fazem bem!

Então, tire a palavra DEPOIS do seu dia a dia. A vida é muito curta para deixar tudo pra DEPOIS. Priorize, anote e transforme o DEPOIS em MÊS, DIA, HORA! E pense: só depende de você!

Abra uma empresa um dia e…

0005Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os haters e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não da certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filha da puta do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso…
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companherismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa.

(Paulo Tenório CEO da Traktor).

O que eu gostaria de ser

televisao-com-antena-a-casa-a-sala-de-estar-1148127Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação com o título “O que eu gostaria de ser”. O tema era livre: as crianças poderiam ser um personagem, um objeto, uma pessoa ou um animal…

Já em casa quando corrigia as redações dos seus alunos, deparou-se com uma que a surpreendeu. O marido entrou na sala nesse momento e, vendo-a chorar, perguntou o que havia acontecido. Ela apenas lhe entregou a redação e pediu que lesse.

O marido começou a ler:

“Eu queria ser uma televisão. Quero ocupar o espaço dela, viver como ela vive.

Ter um lugar especial para mim e conseguir reunir a minha família ao meu redor.

Ser levado a sério quando falar, ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.

E se eu estiver calado, quero receber a mesma atenção que a televisão recebe quando não funciona.

Ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo cansado.

Que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar.

Que os meus irmãos briguem para poderem estar comigo!

Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.

Por fim, como a televisão faz, quero poder divertir a todos de minha família.

Se eu fosse uma TV, eu viveria com a mesma intensidade que a televisão da minha casa vive.”

Ao terminar de ler, o marido emocionado diz para a esposa:
– Meu Deus, coitado desse menino… que pais que ele tem!
A professora olhou bem nos olhos do marido e disse chorando:
– Essa redação é do nosso filho!

Dar de si mesmo

menina8Laurinha, embora contasse apenas com oito anos de idade, tinha um coração generoso e muito desejoso de ajudar as pessoas.
Certo dia, na aula de Evangelização Infantil que frequentava, ouvira a professora, explicando a mensagem de Jesus,  falar da importância de se fazer caridade, e Laurinha pôs-se a pensar no que ela, ainda tão pequena, poderia fazer de bom para alguém.
Pensou… pensou… e resolveu:
– Já sei! Vou dar dinheiro a algum necessitado.
Satisfeita com sua decisão, procurou entre as coisas de sua mãe e achou uma linda moeda.
Vendo Laurinha com dinheiro na mão e encaminhando-se para a porta da rua, a mãe quis saber onde ela ia.
Contente por estar tentando fazer uma boa ação, a menina respondeu:
– Vou dar esse dinheiro a um mendigo!
A mãe, contudo, considerou:
– Minha filha, esta moeda é minha e você não pode dá-la  a ninguém porque não lhe pertence.
Sem graça, a garota devolveu a moeda à mãe e foi para a sala, pensando…
– Bem, se não posso dar dinheiro, o que poderei dar?
Meditando, olhou distraída para a estante de livros e uma ideia surgiu:
– Já sei! A professora sempre diz que o livro é um tesouro e que traz muitos benefícios para quem o lê.
Eufórica por ter decidido, apanhou na estante um livro que lhe pareceu interessante, e já ia saindo na sala quando o pai, que lia o jornal acomodado na poltrona preferida, a interrogou:
– O que você vai fazer com esse livro, minha filha?
Laurinha estufou o peito e informou:
– Vou dá-lo a alguém!
Com serenidade, o pai tomou o livro da filha, afirmando:
–  Este livro não é seu Laurinha. É meu, e você não pode dá-lo a ninguém.
Tremendamente desapontada, Laurinha resolveu dar uma volta. Estava triste, suas tentativas para fazer a caridade não tinham tido bom êxito e, caminhando pela rua, continha as lágrimas que teimavam em cair.
– Não é justo! – resmungava. – Quero fazer o bem e meus pais não deixam.
Nisso, ela viu uma colega da escola sentada num banco da pracinha. A menina parecia tão triste e desanimada que Laurinha esqueceu o problema que a afligia.
Aproximando-se, perguntou gentil:
– O que você tem Raquel?
A outra, levantando a cabeça e vendo Laurinha a seu lado, desabafou:
– Estou chateada, Laurinha, porque minhas notas estão péssimas. Não consigo aprender a fazer contas de dividir, não sei tabuada e tenho ido muito mal nas provas de matemática. Desse jeito, vou acabar perdendo o ano. Já não bastam as dificuldades que temos em casa, agora meus pais vão ficar preocupados comigo também.
Laurinha respirou,  aliviada:
– Ah! Bom, se for por isso,  não precisa ficar triste. Quanto aos outros problemas, não sei. Mas, em relação à matemática, felizmente, não tenho dificuldades e posso ajudá-la. Vamos até sua casa e tentarei ensinar a você o que sei.
Mais animada, Raquel conduziu Laurinha até a sua casa, situada num bairro distante e pobre. Ficaram a tarde toda estudando.
Quando terminaram, satisfeita, Raquel não sabia como agradecer à amiga.
– Laurinha, aprendi direitinho o que você ensinou. Não imagina como foi bom tê-la  encontrado naquela hora e o bem que você me fez hoje. Confesso que não tinha grande simpatia por você. Achava-a orgulhosa, metida, e vejo que não é nada disso. É muito legal e uma grande amiga. Valeu.
Sentindo grande sensação de bem-estar, Laurinha compreendeu a alegria de fazer o bem. Quando menos esperava, sem dar nada material, percebia que realmente ajudara alguém.
Despediram-se, prometendo-se mutuamente continuarem a estudar juntas.
Retornando para a casa, Laurinha contou à mãe o que fizera, comentando:
– A casa de Raquel é muito pobre, mamãe, acho que estão necessitando de ajuda. Gostaria de poder fazer alguma coisa por ela. Posso dar-lhe algumas roupas que não me servem mais? – Perguntou, algo temerosa, lembrando-se das “broncas” que levara algumas horas antes.
A senhora abraçou a filha, satisfeita:
– Estou muito orgulhosa de você, Laurinha, agiu verdadeiramente como cristã, ensinando o que sabia. Quanto às roupas, são “suas” e poderá fazer com elas o que achar melhor.
Laurinha arregalou os olhos, sorrindo feliz e, afinal, compreendendo o sentido da caridade.
– É verdade mamãe. São minhas! Amanhã mesmo levarei para Raquel. E também alguns sapatos, um par de tênis e uns livros de histórias que já li.

A casa de cada um!

shed-273499_960_720Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião o levou por várias alamedas e foi lhe mostrando as moradias…
Passaram por uma linda casa, com belos jardins. O homem rico perguntou:
– Quem mora ai? 
– É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O homem ficou pensando: “Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom.”
Logo em seguida surgiu outra casa, ainda mais bonita. Então, ele perguntou:
– E aqui, quem mora? O anjo respondeu:
– Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.
O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser, no mínimo, um palácio.
Estava ansioso por vê-la. Nisso, o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse:
– Esta é a sua casa!
O homem ficou indignado! 
– Como é possível? Vocês sabem construir coisa muito melhor.
– Sabemos – respondeu o anjo – mas nós construímos apenas a casa. O material é selecionado e enviado por vocês mesmos. E foi esse o material que você nos enviou ao longo de sua vida.

Entender antes de discutir

BRIGAUma vez, quatro mendigos se encontraram por acaso em uma encruzilhada: um turco, um árabe, um persa e um grego. Para celebrar o encontro, decidiram fazer uma refeição juntos. Reuniram os poucos centavos que tinham, com o intuito de comprar algo para a comemoração. Mas aí chegaram a um impasse. O que comprar com o dinheiro? “Uzum”, disse o turco. “Ineb”, disse o árabe. “Inghur”, disse o persa. “Staphilion”, disse o grego. Cada um deles havia feito sua escolha num tom decidido, e logo todos estavam discutindo ferozmente, cada um defendendo que sua escolha era a melhor.

Nesse momento, passou por ali um sábio que conhecia todas aquelas línguas e revelou o absurdo da briga.

— Cada um de vocês está sugerindo a mesma coisa, só que com palavras diferentes: uvas!

Quantas vezes não nos inflamamos e saímos, de espada em punho, defendendo nossas opiniões, sem ao menos confirmar antes ou entender o que o outro está nos dizendo?

Se não entendeu, pergunte!

O exemplo vem de cima

ptxt1Conta uma história que três sapos estavam em uma lagoa quando ela começou a ferver. Um dos sapos resolveu sair da lagoa. Teoricamente, apenas dois sapos teriam morrido, mas não foi o que aconteceu. Os três morreram escaldados, pois o que resolveu sair apenas “resolveu” sair. Em vez de agir, permaneceu ali parado na lagoa.

Só resolver não adianta. Toda resolução exige uma ação para se tornar efetiva.

O primeiro passo para se iniciar um processo de mudança é o comprometimento do dirigente. É necessário que ele assuma a responsabilidade de mudar a empresa implantando uma nova filosofia de trabalho, demonstrando seu compromisso através de ações efetivas. Por isso ele precisa estar convicto e realmente preparado para enfrentar as resistências que ocorrerão durante o processo de mudança.

Para mudar é preciso mais do que resolver mudar; é preciso agir!

QUEIME SEUS BARCOS, FAÇA SUA TRAVESSIA

mudar_pessoaConta a história que o conquistador espanhol Hernán Cortez, ao chegar às ilhas caribenhas na Bahia de Cuba para conquistar as Américas, percebeu o terror estampado na face dos tripulantes da sua esquadra. Todos estavam muito preocupados com a reação dos selvagens. Os europeus temiam pela sua própria vida diante de um inimigo desconhecido.

Observando essa reação, Cortez não hesitou e ordenou a todos que queimassem todos os navios de sua esquadra. Com isso, mostrou toda sua confiança e a visão de que não tinham alternativa: era vencer ou vencer.

Esse gesto e seu simbolismo foram decisivos para o encorajamento de toda a tropa e o resultado final todos nós conhecemos: a conquista irremediável das Américas pela colônia espanhola e Hernán Cortez se transformando em herói nacional.

Independente de sua veracidade, essa história se configura em uma metáfora poderosíssima.

Muitas vezes em nossa vida, temos de queimar nossos navios e rumar para o novo. Muitas vezes, temos de ter atitudes corajosas rompendo velhos paradigmas e encontrando soluções até então não navegadas.

É óbvio que é uma decisão complexa, pois envolve muitos riscos. Sobretudo, riscos pessoais, emocionais e fantasmas que veem à tona. O fato concreto, no entanto, é que em muitas situações ao queimar nossos navios, nos vemos sem alternativas e isso nos impulsiona a alcançar aquilo que parecia impossível.

No final do dia, a realidade é que para que você assuma seu protagonismo, construa seus projetos e realizações pessoais não existe muita opção: é com você mesmo.

Não deixe de fazer o que for necessário para a realização de seus sonhos.

Citando o memorável Fernando Pessoa, “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer o velhos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”

Queime seus navios, encontre sua travessia e não ouse ficar a margem de si mesmo!

Lei do Caminhão de Lixo

CaminhaoLixoUm dia peguei um táxi…

Estávamos rodando na faixa certa,quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O taxista pisou no freio, deslizou e escapou por um triz do outro carro!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.

Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo.

E ele o fez de maneira bastante amável e amigável.

Indignada lhe perguntei:

— Porque você fez isto? Este cara quase arruina o seu carro e nos manda para o hospital!

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de:

A Lei do Caminhão de Lixo.

Ele explicou que:

Muitas pessoas são como caminhões de lixo.

Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento.

À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.

Fique tranquilo… respire

E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia.

A vida é muito curta, não leve lixo.

Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

“A vida é 10% o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe”!

Tenha um bom dia, livre de lixo!

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A Tartaruga Tagarela

TartarugaEra uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.

Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago. Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida. E foram dizer adeus à tartaruga

– Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. – Levem-me com vocês, senão eu morro!

– Mas você não sabe voar! – disseram os patos. – Como é que vamos levá-la?

– Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! – gritava a tartaruga.

Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.

– Pensamos num jeito que deve dar certo – disseram – se você conseguir ficar quieta um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas cuidado: lembre-se de não falar! Se abrir a boca, estará perdida.

A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima! Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio. Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.

Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer: “Como estamos alto!” Mas lembrou-se de ficar quieta.

Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar: “O que é aquilo que brilha tanto?” Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.
Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.

– Olhem os patos carregando uma tartaruga! – gritavam. E todos correram para ver.
A tartaruga bem quis dizer: “E o que é que vocês tem com isso?”; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo:

– Não é engraçado? Não é esquisito? Olhem! Vejam!

E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir:

– Vocês já viram coisa mais ridícula? – zombavam.
E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou:
– Fiquem quietos, seus bobalhões…!

Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.
Moral da história: Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.

Como encontrar a felicidade

Post1Depois de duas semanas de torradas sem manteiga e corridas nas manhãs geladas ao redor do parque, uma amiga minha voltou a se pesar e o ponteiro da balança parou no mesmo lugar que estava marcando antes.

Isto lhe pareceu típico de como tudo vinha lhe saído mal ultimamente.

Estava mesmo destinada a nunca ser feliz.

ao vestir-se, fazendo caretas para entrar no jeans apertado descobriu 20 dólares no bolso.

Depois, a irmã telefonou-lhe contando uma história divertida.

Quando saiu apressada por Ter ainda que pôr gasolina descobriu que sua companheira de quarto já enchera o tanque. e essa era a pessoa que havia pensado que nunca seria feliz!

De uma maneira ou de outra, todos os dias chegam até nós conselhos mais ou menos simplistas sobre a felicidade, cuja técnica reside na necessidade de fazermos algo para sermos felizes

– seja escolher as opções corretas ou contar com o que é certo para nós mesmos.

A juntar a isto há ainda a noção de que a felicidade é um estado permanente.

A menor quebra na alegria sugere problemas.

Acontece é que a maior parte das pessoas não vive num estado permanente de felicidade, mas em algo mais vulgar, uma mistura daquilo que o ensaísta Hugh Prather chamou de “problemas por resolver, vitórias incertas, com alguns momentos de paz verdadeira”.

talvez o dia de ontem não tenha sido feliz depois daquele desentendimento com o patrão.

Mas houve ou não momentos de felicidade, de Paz absoluta?

Se você pensar bem, não se lembra de Ter recebido uma carta de um velho amigo, ou de terem lhe perguntado onde fez um corte de cabelo tão bom?

Embora o dia tenha tido bons momentos, você só se lembra do que ele teve de ruim.

A felicidade é como aquela visita, genial e exótica, que surge quando menos se espera, encomenda uma rodada de bebidas extravagantes e desaparece em seguida, deixando atrás de si um rastro de perfume de gardênia.

Ela nem sempre aparece quando se convoca, e só se pode apreciá-la quando se digna aparecer.

A felicidade não se força, mas pode-se viver em pleno quando ela surge.

Ao regressar a casa absorvido com seus problemas, tente reparar no crepúsculo que incendeia as vidraças da cidade.

Escute os gritinhos das crianças que brincam ao entardecer e sentir-se-á revigorado, só por Ter ouvido com atenção.

A felicidade é uma atitude.

É limpar as persianas ao som de uma canção; passar uma hora agradável arrumando o armário.

A felicidade é a família reunida para o jantar.

É o presente, não a promessa distante de “um dia, quando…” como somos mais afortunados e como nos sentirmos mais felizes se nos apaixonarmos pela vida que temos!

A felicidade é uma opção. Agarre-a quando ela surge, como um balão fugindo em direção ao mar azul brilhante.

Pato ou Águia?Você decide.

aguia_pato_galinhaEu estava no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notei foi um táxi limpo e brilhante. O motorista bem vestido, camisa branca e calças bem passadas, com gravata. O taxista saiu, me abriu a porta e disse: “Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão.” No cartão estava escrito:

< Missão de Willy – Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável> Fiquei impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy me perguntou: “O sr. aceita um café?” Brincando com ele eu disse: “Não, eu prefiro um suco”. Imediatamente ele respondeu: “sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água” também me disse: “Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.” Ao começar a corrida Willy me disse: “Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam.” Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí me avisou qual era a melhor rota para meu destino e se eu queria conversar com ele ou se preferia que eu não fosse interrompido.

Eu perguntei: “Você sempre atende seus clientes assim?” “Não”, ele respondeu. “Nem sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro chamado Ele dizia: Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando.

Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas… Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagem. Se não posso atender, consigo um amigo taxista “águia” confiável para fazer o serviço.” Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
Não importa se você trabalha em um Escritório, Com manutenção, Professor, Vendedor,Servidor público, Político, Executivo, Empregado ou Profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? Lembre: A DECISÃO É SUA E CADA VEZ VOCÊ TEM MENOS TEMPO PARA MUDAR.

Ótimo dia a todos… Ótimas Vendas…

Momento Reflexão

*1ª AULA*
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.

Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
– Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde:
– Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa.

De repente uma raposa aparece e come o coelho.

*Conclusão:* Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

*2ª AULA*
Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

*Conclusão:* Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

*3ª AULA*
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e, na rua, encontram uma antiga lâmpada mágica.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.

O gênio diz:
– Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

– Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários!
– Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida…
Puff e ele foi…

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
– Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas!
Puff, e ele se foi…

Agora você, diz o gênio para o gerente.
– Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

*Conclusão:* Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

*4ª aula*
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.

No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente,observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.

Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
– Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:
– Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

*Conclusão:* A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

*Portanto,*
*Antes* de falar, escute…
*Antes* de escrever, pense…
*Antes* de gastar, ganhe…
*Antes* de julgar, espere…
*Antes* de desistir, tente…

*“No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo.”*